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2 de jun. de 2013

Bates Motel: Review 1x09 Underwater

"Por que pessoas loucas ficam aparecendo na minha vida?", Norma se pergunta. E é o que nos perguntamos a cada episódio, pois toda semana alguém aparece na vida de Norma e a impede de viver uma vida normal. Se é que isso seria possível, com a personalidade volátil dela.

Após o (até engraçado, devo dizer) encontro de Norma com Shelby, Norma surta com os novos hóspedes
que Dylan trouxe, os "aparadores". E, pela primeira vez, questiona Dylan sobre seu emprego. Com tudo o que está acontecendo, claro que a reação de Norma não deveria ser diferente de "Nós vamos nos mudar!".

Ah, Norman. Está demorando para que ele se entregue aos desejos assassinos de seu inconsciente. Seus sonhos o alertam: ele sonha que afoga Bradley numa banheira. Como espectadora, eu meio que torço para que ela sofra por ter tratado Norman do jeito que tratou. Mas não morrendo!

Bem, podemos descartar a possibilidade de que Dylan e Bradley se conheciam antes. Na verdade, quando se encontraram pela primeira vez, o que rolou foi uma atração mútua. E que continua no ar...

Quem diria, Norman Bates, escritor. Mas com isso, vem se encontrar com a conselheira após a aula. Claro que Norman ainda se debate entre desejar outra mulher e, consequentemente, deixá-la ocupar um espaço de importância que sua mãe ocupa, ou ignorar esses desejos, o que não faz nada bem para seu ímpeto assassino. 

Juno voltou! E temos a mesma reação que Dylan quando vemos Norman escrevendo no seu notebook com aquele cachorro encarando ele.e nessa cena vemos Dylan ainda querendo garantir que seu irmão, na verdade, não quer machucar ninguém, quando fica sabendo do sonho que ele teve com Bradley. Mas ele não se convence. e nem nós.

Emma, como ajudante de Norma, fica responsável por fiscalizar que os hóspedes não fumem maconha. e não é que um deles acaba gostando dela? Esse pessoal que está no motel não parece ser tão barra pesada quanto no episódio anterior. O rapaz que conversou com Emma até deixou um cupcake para ela, que carinhoso da parte dele... não?

Norma e Norman têm uma discussão bem acirrada sobre se mudar: ela quer ir pro Havaí e ele não quer, além de dizer que ela não pode obrigá-lo, pois nada mudará. Como já percebemos, a constante é Norma, que é louca. Palavras de Norman. Claro que, pra quebrar o gelo, nada como uma Emma chapada falando sobre escadas para melhorar tudo.

Remo pega Bradley e Dylan entrando no estoque de Gil para visitar o escritório do pai dela. E é bem estranho ver Dylan se arriscar por uma garota que ele mal conhece. O que dá mais raiva para nós que vemos Norman tão inocente e frágil, apesar de tudo que ele é capaz de fazer, é Bradley confusa, recorrendo ao Dylan, como ela recorreu a Norman quando o pai estava no hospital.

Norman vendo sua mãe novamente? vemos um momento carinhoso entre os dois e o fato de ela estar mais calma mesmo ele a chamando de louca, além de na manhã seguinte ele não querer mais publicar a história por causa dela, fortifica isso. A Norma real vai até o seu corretor imobiliário e o bate com sua bolsa quando fica sabendo que é melhor desistir do motel do que tentar vendê-lo.

No fim, claro que, apesar das loucuras e neuras, ela estava certa: Abernathy estava espionando-a, estava por trás das flores que ela recebeu e dos carros misteriosos que passavam na frente do motel. E descobrimos o que ele realmente quer: Shelby devia para ele 150 mil dólares, e ela é a última a estar envolvida nesse caso. Quando ela diz que estará com o dinheiro no dia seguinte, há a possibilidade de que é desespero respondendo, pois não que ela tem o dinheiro. Então... pra season finale: o que ela fará???

30 de mai. de 2013

Bates Motel: Review 1x08 A Boy And His Dog

Norman e seu novo hobby: taxidermia. Um hobby um tanto quanto... útil, considerando a obra de Hitchcock, Psicose. "Acho indigno que ela vá para debaixo da terra." Norman fala, sobre a cachorra. E lembramos do filme, em que ele manteve a mãe com ele. Quando o pai de Emma o convida para ajudá-lo no processo, ele aceita. E só podemos deduzir o que ele vai aprender na arte da taxidermia.

Para aqueles que shippavam Norman e Bradley, bem... pode até ser que ele não sinta nada a mais por Emma, mas Bradley não quer Norman. Até acredita que foi um erro ter passado a noite com ele. E claro que isso o afeta. Quando Norman se irrita com algo, sempre esperamos que ele faça algo impulsivo. Cadê o Norman assassino? Algo me diz que vai aparecer até o fim da temporada. Será Bradley a vítima?

Abernathy, o cliente sinistro que está hospedado no Bates Motel, dá uns arrepios, não? Nossa reação é exatamente a de Norma, o olhar dela para Abernathy é de um pavor misturado com desconfiança. Por falar em Norma, ela não aprende, não? Ao fazer uma visita para Romero, para tentar saber como "sabotar" a rodovia que será construída e prejudicará seu comércio. E o que notamos na hora é Norma tentando seduzi-lo, com seu vestido colado, seus sorrisos e suas insinuações. Mas Romero não é Shelby. E o que eles passaram juntos, com Romero encobrindo oque houve, não foi em nada para proteger Norma. Pois dessa vez ela literalmente saiu perdendo. Pois Romero não é quieto como aparentou ser no dia do tiroteio de Shelby. É até mais perigoso do que ele.
Norma é chamada para a escola devido ao ataque de Norman, saindo sem permissão. E percebemos que sua conselheira já se tocou da instabilidade ele, que não é uma instabilidade hormonal comum de adolescentes, tende mais para a depressão. Mas claro que Norma precisa controlar tudo e tem algo a dizer. Ela concorda com terapia, sai correndo e percebemos que ela não fará nada disso. Parte porque se preocupa com o que pode aocntecer, sabendo do que Norman fez com o pai, e parte por acreditar que pode resolver os demônios de Norman sozinha. Pois é sua mãe.

Dylan e Remo viajam para a Califórnia para buscar aparadores e Remo desabafa da frustração de ser subordinado de Dylan, tendo tanta experiência. E é claro que eles brigam. Estava demorando para brigarem. O braço de Dylan sarou rapidinho hein? Enfim, quem sabe essa briga não era o que ambos precisavam para trabalhar juntos. Mas nunca se sabe, afinal, Remo conhece muito do ramo e não é exatamente um ramo seguro e convencional. Tanto que o que Remo fala no fim é: não se pede demissão. Apenas se é demitido. E ninguém quer isso acontecendo. Ah, e aparadores são pessoas, uau, eu não esperava por essa.

"Você não pode ficar sendo emocional o tempo todo." Norma diz para o filho. Como se isso fosse ajudar. Norma, ao saber que Norman está trabalhando com Will, pai de Emma, na hora vai conversar com ele. Mas como falar para um estranho que seu filho é um assassino?

E Norma não aprende. Seguiu Abernathy até a doca, onde fica o barco de Keith e claro que Abernathy dá um susto nela. Ameaça Norma e deixa bem claro que sabe que ela sabe de tudo. Ou seja... mais um que pode cair nas mãos dos Bates. Ou será que dessa vez será o contrário?

E não é que Norma levou o filho para um terapeuta? No fim, quem o terapeuta quer avaliar é a mãe, não o filho, pois percebe o excesso de controle materno que Norman sofre. Controle esse que ela nem tenta exercer em Dylan, mas até que eles tiveram um momento fofo nesse episódio, quando ele levou os "aparadores" para se hospedarem no motel. Momento fofo em Bates Motel = não dura quase nada. Não durou nem cinco minutos. R.I.P. Shelby, novamente.

1 de mai. de 2013

Bates Motel: 1x07 The Man In Number 9

Já de cara, o episódio dessa semana começa com o delegado Romero atendendo o chamado de Norma, em que a família Bates colabora meio que em choque. Mas sabendo que fizeram o certo. E vemos que Norma não escondeu nada, até mesmo sobre Keith Summers.

E o que Romero fala? "Certo, é assim que a história SERÁ:" e a gente faz a mesma cara que Norma... SERÁ? Simples assim. Mas o que vemos é mais do que isso: Norma e Norman voltam a ser a família feliz e Dylan volta a ser o intruso. Só a expressão que ele faz já mostra exatamente isso. E ficamos com pena dele. Querendo ou não, tudo aquilo serviu para unir os três.

Norma volta a reformar a casa e motel, se preparando para inaugurá-lo. E achando que sua vida voltou ao normal, até tenta incluir Dylan na vida dos Bates, fazendo café para ele. Mas ele avisa que vai se mudar de qualquer forma, o que a deixa irritada. Ele sabe que, no fim, ele nunca fará parte daquela família e, sinceramente, acho que ele percebeu que não fará bem a ele.

Um carro muito chique pára perto do motel quando Dylan está tirando o lixo, e um homem pergunta do motel antigo e de Keith Summers. Quando Dylan avisa que ele morreu e que há novos donos, o homem vai embora. E creio que Dylan se perguntou a mesma coisa que nós: "Será que ele não é um dos clientes de Keith que pagava para usar das escravas sexuais?".

E ela está viva! Bradley voltou para a escola, e trata Norman até meio que distantemente. Bem, pelo menos ele não a matou.
Vemos que a cidade pequena é bem típica quando se trata de fofcas: todos sabem do que houve no Bates motel e nenhum comércio quer se associar ou fazer parcerias com eles. À noite, o mesmo homem misterioso aparece e diz ter uma reserva mensal no quarto número 9, até tem uma chave antiga que não está funcionando. Norma entrega a ele a chave nova e fica tanto intrigada quanto feliz de ter um cliente.

Norman recusa a oferta de Dylan de se mudar. Mas não é isso que a gente vê nessa cena. O que a gente vê? Bradley... e Dylan! Que climão foi aquele? Não creio... será que eles se conheciam antes? Vamos esperar e ver...


Outra situação bem inusitada foi Emma aparecer para ver Norman e ele não querer vê-la... e Norma fica impressionada que ele não quer nada com ela. Especialmente porque ela aparenta aprovar os dois. Tanto que ela leva Emma para a cidade e fica sabendo de Bradley. Até se oferece para mostrar Bradley à Norma, que imagina seu filho indo pra cama com Bradley.

Que cachorro mais estranho hahahaha Norman até deu um nome para ele (ela, sei lá): Juno. Até achava que a cor do pêlo dele/dela era sujo de sangue, mas ela é daquela cor mesmo. Norman até defende que eles cuidem de Juno, alegando que ter um cachorro é normal, é o que as famílias fazem. Não acho que um cachorro fará essa família ser normal.

Olha a tensão sexual de novo entre os Bates: Norma decide ter A conversa com Norman, explicando que tem que se cuidar com quem se dorme e etc., até descobrir que Norman na verdade gosta dela. O que a deixa com ciúmes e faz os dois discutirem, principalmente porque ela contratou Emma para ajudá-la no motel.

Ao ir atrás de Bradley, claro que ele se decepciona. Ela dá o fora nele e, indo embora, vemos ele repetir as palavras da mãe, além de olhar para a câmera com um olhar maníaco. Ou seja, ele está começando a desenvolver sua segunda personalidade: uma cópia da sua mãe.

O hóspede misterioso se oferece para fazer propaganda do motel e pede que o mesmo acordo que tinha anteriormente, que é reservar todos os quartos toda primeira semana do mês, pagamento em dinheiro e sem necessidade de limpeza, apenas privacidade. Olha, certeza que tem mais coisa vindo por aí...

PS.: Achava que Juno ia durar mais, mas já foi atropelado/a logo no fim do episódio. Tadinho/a!

29 de abr. de 2013

Bates Motel: 1x06 The Truth

Por alguns minutos, no começo do episódio, achamos que Norma está em estado de choque. Mas é de Norma Bates que estamos falando: instável, impulsiva e inconsequente. Claro que ela resolve sair correndo atrás de Shelby para falar com ele, com Norman correndo atrás. E nossa reação, vendo toda aquela confusão dentro do carro, é igual a de Emma: olhamos para aquela cena com um sorriso de quem diz: "Que tipo de família louca é essa?"... pois é.

Dylan lida com seu chefe, Gil, ao explicar a ele o que houve no dia anterior com Ethan, achando que vai ser demitido ou pior. Após admitir que atropelou o assassino de Ethan, acaba recebendo instruções de como se livrar da caminhonete que utilizou, ao invés de ser repreendido. No fim, acaba ganhando um subordinado, chamado Remo. Um cara mais velho que não dá impressao de que será companheiro de Dylan como Ethan foi.

Gente, adoro a Emma, mas a urgência dela de querer ir à polícia denunciar o que houve não me faz sentido. Se um delegado está envolvido, sabe mais quem estará junto, então... calma! Mesmo porque ela não sabe que Shelby ainda tem uma prova que pode incriminar Norma: o cinto de Keith.

Dylan aparece e finalmente parece ser parte da família; pode ser por, agora, compartilhar de um ato violento, como seu irmão e sua mãe, ou porque ambos não têm mais para quem recorrer e Dylan, querendo ou não, traz um pouco de razão aos dois, como quando fala que irá ao barco de Keith e manda Norma parar de se arrumar para seduzir Shelby. E ela obedece.

Partindo da idéia de que o cinto também está escondido no barco, os dois irmãos o procuram. No fim, o encontram. Enquanto isso, Norma, esperando a volta de seus filhos, é surpreendida por Shelby, tendo que disfarçar seu nojo e decepção enquanto ele a beija. Vera Farmiga está maravilhosa nessa série, não? A atuação dela é sutil e desesperadora, pois vemos cada detalhe de sua personagem, tanto os que são visíveis quanto os que ela tenta disfarçar. Ninguém melhor do que ela para ser a sra. Bates.



Olha... eu sei que o motel tem vários quartos, mas estava mais do que óbvio que Shelby ia acabar dando de cara com Jiao, a menina que mantinha em cativeiro. Enquanto ele a persegue pela floresta, Dylan e Norman voltam e discutem sobre Norman morar com ele. Norma, obviamente, ao saber da informação, nem liga mais para Shelby e Jiao. Tanto que ele volta da floresta e mantém os três na mira da arma enquanto tenta descobrir o que fazer com a família Bates.

O que acontece de interessante? Norman. Norman vendo Shelby e Norma discutindo, entra em transe e se lembra das discussões dela com o pai, partindo para cima de Shelby. Depois de uma briga e uma troca de tiros, Norman está desmaiado, sendo carregado para fora da casa por Norma. Depois de mais uma troca de tiros, Dylan consegue matar Shelby. E mais um crime ocorre no motel dos Bates. Com a diferença de que, dessa vez, Norma agiu da forma certa: chamou a polícia.

Nesse contexto, Norma diz a Dylan que ele não sabe de toda a verdade. E decide contar o que houve com Sam, pai de Norman. E descobrimos que, no fim, quem o matou foi seu próprio filho, não Norma. E o que mais nos intriga não é a o ato, mas a reação dele. Ele simplesmente está em transe, sendo colocado para dormir por sua mãe; ela arrasta o corpo do marido até o porão e derruba um armário em cima dele para disfarçar o assassinato. E voltamos à primeira cena do piloto, em que Norman acorda de um cochilo e encontra o pai morto.

"O que há de errado com ele?", Dylan pergunta. Norma acredita que foi um incidente isolado e que ele precisa ser protegido da verdade. E oferece a Dylan que ele a ajude ou que pare de atrapalhá-la.

O que tiramos desse episódio? Que Norma pode não ser tão superprotetora à toa; ela age dessa forma porque tem um motivo, que é cuidar para que a natureza assassina de seu filho não se apodere dele. Será que não é tarde demais?

PS.: Cadê-a-Bradley? Ih...

28 de abr. de 2013

Bates Motel: 1x05 Ocean View

Hmmmmmm Norman e seu andar orgulhoso na manhã seguinte, após passar a noite com Bradley hahahahaha, ele descobre que Norma foi presa pelo assassinato de Keith Summers. E por alguma razão, provavelmente raiva e teimosia, Norma recusa a ajuda dos filhos, falando que tudo se esclarecerá. Não sei como, mas tudo bem...
E Emma volta para ajudar Norman.  Não sei vocês, mas continuo shippando os dois! Bradley quem? Enfim... enquanto Norman tenta achar uma forma de ajudar a mãe, Dylan está com planos de encontrar um ligar para morar com o irmão. Será que ele conseguirá convencer Norman a ir junto?

No outro dia, Norman consegue soltar sua mãe, que continua brava e iludida, ainda falando que não o matou. Tanto que seu encontro com a advogada fica bem tenso quando a defesa que ela monta é de que Norma cometeu o crime para se defender. Norma continua teimando e, no fim, desconta em Norman, falando que ele não faz nada e ainda jogando na cara dele que ele saiu e dormiu com alguém! Realmente, assim como Norman fala, as coisas que sua mãe falam não fazem sentido, assim como suas ações. E entendemos ele quando ele vira e fala que tem medo dela. Talvez convencê-lo a morar com seu irmão não será tão difícil assim...

Falando nele, após Norma o tirar pra fora do carro, é Dylan quem aparece para dar carona para ele. E pela primeira vez na série, ambos estão na mesma situação e parecem irmãos. Ambos compartilhando da mesma sensação. E sorrimos, feito Norman.

"Sair do ninho.", é o que Dylan fala para Norman fazer. Se fosse no começo da série, Norman negaria sem pestanejar. Mas a situação mudou. E nem o argumento de Norma de que Dylan quer colocá-lo contra ela colou mais. E ele está na dúvida.

O colega de trabalho de Dylan, Ethan, empresta US$5.000 para que ele recomece sua vida com Norman, só pra que, do nada, apareça um maluco, claramente com problemas com Ethan, e atire no cara no pescoço. Dylan, mais do que esperto, sai de perto após deixar ocara no hospital.
 

Norma se encontra com Shelby após ser solta, a pedido dele, para que ele peça desculpas à ela. E para encerrar o caso dos dois. E para dizer que a ama. AMA? Gente, nem eu esperava por essa. Amor... e o que Norma faz? Ela o beija. Não sei vocês, mas eu acredito que ela o beijou não porque o ama também, mas porque ele foi o único que, na percepção dela, resolveu ajudá-la. Cada um com seus problemas, e Norma com os tantos dela!

Shelby se arrisca dentro da delegacia para roubar a punica evidência de que Norma é culpada: o relógio de Keith. E consegue. Bem, acredito que ele a ame mesmo. Veremos também.

Dylan, ainda com sangue, volta pra casa, apenas para encontrar o maluco que atirou em Ethan na rua. O que ele faz? Eleage de acordo com as leis da cidade: olho por olho, dente por dente. E a gente fica mais do que feliz, afinal, Ethan sempre foi um bom sujeito: arranjou um emprego para Dylan, emprestou dinheiro a ele...

Com o que Shelby fez, o caso de Norma está encerrado. Mas algo mais interessante aconteceu... CADÊ A BRADLEY?! Ela sempre foi tão querida com o Norman, ela não ia simplesmente ignorá-lo... com tudo que acontece nessa cidade nada pacata, ela não deve estar só ignorando. Ih... o último que a viu foi o próprio Norman...

Ótimo timing do Norman em contar pra Emma que está com a Bradley, enquanto ela está contando uma teoria pra ele: de que a garota asiática está no barco do falecido Keith Summers. Claro que Emma fica abalada, mas nem dá tempo de pensarem nisso, porque a garota está lá. Eles a resgatam e a colocam num dos quartos do motel. Somente para Norma encontrá-los, óbvio. Teimosa como sempre, ela pega uma foto de Zack e mostra à garota asiática, acabando de vez com a negação dela. Pobre Norma...

PS.: Viram que bonitinho, Bates Motel agora tem um site!

PS2.: Cadê o dinheiro de Ethan? Dylan pegou ou não?

Bates Motel: 1x04 Trust Me

Norman, você não sabe onde está se metendo... logo no começo do episódio revemos quando Normn decide ir à casa de Shelby e dá de cara com uma das garotas do mangá que ele e Emma vêm investigando. O que descobrimos é que Dylan também o seguiu, e é justamente quem o salva de ser pego por Shelby, distraindo-o.

Norma continua "fazendo o que deve ser feito", tendo um caso com Shelby, caso esse que é descoberto por Dylan. Dylan, fazendo um pequeno comentário, continua sendo o personagem que nos permite ver a realidade do dia-a-dia dos Bates, pois está sempre no lugar certo, na hora certa, nos permitindo ver de fora as neuroses de Norman e as saidinhas da sra. Bates. Além de estar trabalhando na plantação de maconha, o que aposto que renderá mais momentos de esclarecimento pra nós!

Bradley continua intrigando Norman e aparece mais nesse episódio; descobrimos que seu pai não resistiu às queimaduras que sofreu quando o atacaram, unindo-a mais a Norman, que parece compreendê-la. Mas nós, como espectadores, sabemos que a razão de ele compreendê-la é pela sua fascinação pela morte, não pelo fato de que o pai dele também faleceu.

Shelby, dizendo que é pela sra. Bates, pede para se aproximar de Norman, quando mal sabe ele que o temor de Norman não tem nada a ver com o relacionamento dos dois. E sim, com o que ele viu no porão da casa do xerife. Norman, ao decidir contar a Norma sobre o que viu e que foi até a casa de Shelby, nos faz perceber que não se dá conta de suas alucinações. E como o próprio nome do episódio diz, ele pede que Norma confie nele. Mas nem nós mesmos confiamos nele. Norma, entretanto, resolve conferir e, ao passar a noite na casa de Zac, investiga o porão, não encontrando nada. Nenhum sinal de que alguém esteve lá. E nós nos perguntamos... será que Norman imaginou tudo?

A tensão sexual entre mãe e filho continua ali, quando Norman a confronta novamente e ela diz que ele está com ciúmes. "Ciúmes? Você é minha mãe, não minha namorada.", mas não é sobre papéis ou relacionamentos. Essa tensão sexual é porque Norma sempre foi a figura feminina dominante na vida de Norman, aquela que sempre o protegeu e o amou. Ainda sinto que Norman vai sucumbir à culpa por desejar outras mulheres com essa finalidade na sua vida que não sua mãe.

Mais tarde, encontram a mão de Keith, o agressor de Norma, o que faz com que o delegado fique mais desconfiado da sra. Bates, e até a chama para testemunhar, dizendo que vai comparar as fibras de tecido encontradas na mão com o carpete que ela retirou dos quartos na noite em que chegou à cidade. Isso desespera Norma, que vai atrás dos carpetes, apenas para encontrá-los dentro de um lixão trancado. Pela primeira vez desde o piloto, Norma chora e externaliza seus temores, apenas para descontar em Norman tudo que vem segurando desde que matou Keith.
 

Norman, com essa briga, também precisa desabafar e escolhe o irmão, até bebendo com ele. No fim, conta tudo, desde as ameaças e a morte de Keith, até a situação atual e o porquê de a mãe estar dormindo com o xerife. E Dylan acredita nele. Acredita até quando ele a conta sobre a garota trancada no porão. No fim, escuta os conselhos do irmão e vai visitar Bradley, passando a noite com ela. Um momento até bastante bonito e, ouso dizer... raro? Veremos...

Mas, como é Bates Motel, o episódio só acaba quando algo bombástico acontece. O que acontece nesse? Norma é presa. Sim, ela se livrou do corpo, trocou carpetes, dormiu com xerife, se arriscou... pra ser presa. O que acontecerá em seguida? É Bates Motel, pode acontecer de tudo!

6 de abr. de 2013

Bates Motel: 1x03 What's Wrong With Norman

É o que ficamos nos perguntando logo no início: que que há de errado com Norman? Nós, como telespectadores, sabemos que, uma hora ou outra, os roteiristas iriam abordar a sede de matar de Norman, mas quanto mais cedo, melhor!!! Após Emma confrontá-lo sobre os desenhos no diário serem reais, Norman passa mal em sala e delira sobre sua professora e até sua mãe serem amordaçadas e torturadas. Hmmmm...

Norman vai parar no hospital e, enquanto Norma precisa voltar para o motel pois tem uma entrega de carpetes novos, é surpreendida pelo xerife Romero, que tem um mandato para revistar a casa. Ao voltar para o hospital, Norma leva Norman para casa e conta a ele o que houve. Imediatamente, Norman checa seu quarto e vê que o cinto de Keith, o qual ele guardou, sumiu. Ao contar para Norma, ela decide agir, procurando delegado shelby para descobrir se encontraram o cinto.

Enquanto isso Dylan começa a trabalhar em seu "novo emprego", tomando conta das plantações de maconha que vimos no episódio passado. Assim, descobrimos um pouco mais sobre elas, e sabemos que Dylan será nossos olhos para esse lado da cidade, assim como o passado dele. Por exemplo, o pai dele está vivo e ele não fala mais com ele. Hmmmm de novo...

Emma vai visitar Norman pois encontrou mais pistas no diário, que levam ao quarto em que ele o encontrou. Ao procurarem, encontram escritos em chinês embaixo da pia. Norma, após encontrar Shelby e ele a chamar para jantar em casa, percebe que acharam o cinto. Então, aceita o convite. Ao conversar com ele, descobrimos que somente ele sabe do cinto. E claro que Norma o seduz e eles se beijam. Nham!


Dylan, ao voltar pra casa da plantação, encontra Norman na sala e vemos uma conversa mais saudável entre os dois. E muito interessante, pois percebemos que a tentativa de Norman de matar seu irmão com um martelo de carne foi um provável ato da dupla personalidade de Norman, já que ele não se lembra de nada. Percebemos também que Dylan será quem tentará salvar Norman sem perceber, tentando trazê-lo para a realidade, falando da possessividade de sua mãe. Vamos ver o quanto ele consegue ser afetado por essa influência.

Vemos Bradley e Emma se encontrando perto de Norman pela primeira vez, o que creio que acontecerá mais daqui pra frente. E Norman começando a agir mais impulsivamente, como a discussão com Emma. A dupla personalidade de Norman se mostra na figura de quem? Norma, claro. Vemos isso quando Norman conversa com "sua mãe" sobre recuperar o cinto. E a citação da pseudo-Norma sobre o excesso de controle do pai dele nos deixa uma pequena inclinação sobre quem realmente o assassinou. Agora estou apostando em Norman!


Claro que ele segue sua segunda personalidade, invadindo a casa de Shelby atrás do cinto. Após dar de cara com um cachorro (todo mundo pulou de susto nessa, hein?), ele encontra o sótão. Pra quê né? O que ele acha? Um quarto aparentemente feito para filmar atos sexuais e... uma das garotas chinesas do diário. Viva. E bem na hora em que Shelby chega. O que devemos esperar do próximo episódio? TU-DO! Cadê segunda-feira, gente?

31 de mar. de 2013

Bates Motel: 1x02 Nice Town You Picked, Norma

Uau! White Pine Bay se provou uma cidadezinha nada típica nesse segundo episódio de Bates Motel. Já começamos o episódio com um atentado ao pai de Bradley (Nicola Peltz). Pasmem, ainda não foi obra da sra. Bates.

Antes disso, tivemos a chegada de Dylan (Max Thieriot), meio-irmão de Norman e filho do primeiro relacionamento de Norma. Dylan é um rapaz charmoso, mas com ar de que vive se metendo onde não deve, razão essa que o trouxe até o motel da mãe, por não ter onde morar. Percebemos que o amor incondicional de Norma por Nomrna não se estende a Dylan, a quem ela trata com toda a frieza e desconfiança. E com razão, pois Dylan não perde tempo em chantageá-la mais para o fim do episódio, numa cena bem sutil com comentários mais sutis ainda. Aprendemos que a morte de Sam, pai de Norman, pode ter sido realmente arquitetada por Norma, que recebeu uma boa quantia em dinheiro com sua morte.

Ao investigarem o atentado ao pai de Bradley, o xerife Romero (Nestor Carbonell) e o delegado Shelby (Mike Vogel) encontram a caminhonete de Keith Summers (o agressor de Norma no episódio anterior) perto do motel,e já questionam Norma sobre Keith. Essa, sempre esperta, diz nunca ter falado com ele, o que vai instigar as suspeitas do xerife contra ela, pois ele descobre depois que eles se encontraram sim. Esse xerife vai dar muito pano pra manga, ainda mais quando o delegado comenta que ele e Keith eram melhores amigos e faziam quase tudo juntos. Tudo o quê, será? Hmmmmm...

Na escola, Norman reencontra Emma (Olivia Cooke),com quem tem que fazer um trabalho, o que faz com que Emma apareça na casa de Norman. A cena em que Norma conversa com Emma, praticamente interrogando-a na sala de jantar, é tensa, e percebemos o ciúme misturado com alívio de Norma enquanto ela fica sabendo da doença crônica de Emma. Quando estão no quarto, Emma encontra escondido embaixo do colchão de Norman o caderno que contém desenhos similares a mangás. Emma, por ser fã do gênero, pede emprestado o caderno a Norman.

Norma, após ser interrogada na porta de casa pelo xerife e por um delegado claramente interessado nela, esbarra, no dia seguinte, com Shelby, e flerta com ele discretamente. No fim, ela consegue marcar de encontrá-lo num festival local. Norman, claramente com ciúmes, disfarçado de preocupação, aconselha a mãe a não ir, ou a ir com ela. E ela diz que está fazendo o que precisa para manter a vida deles normal. A cena em que Norma troca de blusa na frente de Norman é carregada de tensão sexual (acertei!) e o que nos questionamos é: quando essa tensão explodirá?

No festival, Norma flerta novamente com o delegado e, ao mesmo tempo, fica sabendo que a cidade não é exatamente aquela tranquilidade toda. E que o que foi feito ao pai de Bradley será retribuído, pois essa é a lei da cidade. O que dá arrepios na gente e em Norma, que está devendo. Essa parte da cidade teremos acesso ao acompanharmos Dylan, que já arranjou um emprego duvidoso no que aparenta ser tráfico de drogas.

Por falar em Dylan, ele e Norman têm uma briga bem intensa sobre Norma, a quem Dylan chama de "a piranha" na identificação do celular. Vemos pela primeira vez um brilho de ódio e vontade de matar em Norman, quando ele tenta acertar Dylan com um martelo. Devemos esperar mais violência de Norman, com certeza. 

Claro que o caderno de Norman ia render. Emma acredita que é baseado em fatos reais E locais, então os dois vão em busca da verdade. O que encontram é uma plantação de maconha e bandidos armados que saem correndo atrás deles. Apesar de Emma quase morrer de tanto correr, ambos conseguem fugir.

Pra completar a tensão do episódio, na cena final, vemos a retribuição de que delegado Shelby falou. Um corpo está pendurado de cabeça pra baixo, queimando, em pleno ar livre, para todos assistirem. E, assim, terminamos o episódio com a pergunta: quem devemos temer, Norma ou a cidade?

30 de mar. de 2013

Bates Motel: Review 1x01 “First You Dream, Then You Die”


Quando você lê a sinopse de Bates Motel, pode até pensar “Ah, mais uma série de suspense!”, mas não julgue com tanta pressa. É sim, uma série tensa, que já carrega a responsabilidade de fazer jus ao filme de Hitchcock, “Psicose”. Mas não é uma série que passará despercebida, já podemos afirmar só de assistir ao piloto.

Ao contrário do filme, Bates Motel claramente se passa no presente, mas traz inúmeras referências ao filme, como uma forma de homenageá-lo e, também, uma maneira dos roteiristas mostrarem que respeitam a obra de Alfred Hitchcock. Desde o figurino de Norma Bates (Vera Farmiga), até a ambientação noir da cidadezinha para onde se mudam, passando pela incrível semelhança do motel com o do filme e a placa de identificação do estabelecimento, podemos notar que pequenos detalhes como esses farão a alegria dos fãs da obra.

O piloto manteve, durante toda sua duração, uma qualidade muito alta, sendo muito bem sustentado pelos seus protagonistas, Norma e Norman Bates (interpretado por – pasmem, já adulto! – Freddie Highmore). Já de início, somos surpreendidos com a morte do pai de Norman, morte essa que nos faz pensar na possibilidade de homicídio apenas pela tensão da cena e a sutileza da reação de Norma. Após o acontecimento, Norma decide comprar um motel numa pequena cidade, uma forma de “recomeçar”, como ela diz. Mas, como aprendemos no decorrer do episódio, ainda há muito do que se fugir e muito com o que se lutar. Aprendemos que Norman não é o único filho de Norma, quando ela recebe uma ligação de Dylan, o mais velho. Uma ligação que mostra tanto o desinteresse de Norma quanto o ódio de Dylan por ela. Vamos esperar para descobrir porquê Norman é o favorito e como ele se relaciona com seu irmão, aposto que não é uma relação amigável.

Apesar de sua timidez, Norman possui um misto de fascínio (Ou seria tensão sexual? Atração por Norma?) e raiva por sua mãe. Essa, por sua vez, demonstra sua dependência e necessidade de proteger seu filho, o que beira ao ciúme e à possessão, como quando uma professora da escola sugere a ele que entre numa prática esportiva na escola, para socializar e tentar se envolver com o local, apesar de se mudar tanto. Percebemos o quanto Norman se sente desconfortável com outras mulheres prestando atenção nele, será um sentimento de culpa, por não ser Norma? E Norma, por sua vez, faz com que isso se torne sobre ela, mostrando sua influência sobre o filho, apelando para a culpa e até mesmo para seu charme. Uma relação claramente... atípica, digamos. Não julgarei antes de ver mais episódios. ;)

Após conhecer um grupo de garotas da região, Norman é convidado para “estudar” (= ir a uma festa). Norma, instintivamente, responde não ao convite, falando em nome de Norman. Novamente, percebemos uma espécie de tensão entre os dois mas, pela primeira vez no episódio, um princípio de rebelião partindo do filho que não aceita ter que escolher a mãe. E esse primeiro ato de revolta cresce em Norman, fazendo-o fugir pela janela do quarto para “estudar”, o que ele descobre ser uma festa quando já fugiu. Apesar de tímido, Norman está interessado em uma das garotas da escola e, por um momento, se esquece de Norma.

Ao sair de casa e deixar Norma sozinha, o antigo dono do hotel, que perdeu a propriedade para o banco, invade a casa principal, após ter ameaçado Norma no mesmo dia. Enquanto violenta (sim, você leu certo, tudo isso acontece no PRIMEIRO EPISÓDIO, muito ousado!) Norma na cozinha, é surpreendido e impedido por Norman, que não ficou até o fim da festa, voltando para casa. Assim, ele liberta Norma, que está algemada à mesa da cozinha, e ambos rendem o agressor. Norman foi pegar o kit de primeiros socorros e, quando o agressor acorda, não perde a chance de provoca-la, falando que ela gostou. Uma faca perto, raiva, nojo... claro que ela o esfaqueou até a morte. Como espectadora, me senti realizada com ela esfaqueando-o, mas também me pergunto: quando ela agiu assim também? Talvez com o falecido senhor Bates? Veremos.

Com a desculpa de que ninguém virá pro motel se descobrirem que houve um assassinato, ela decide encobrir o crime e, logo em seguida, já o interroga sobre onde ele estava. Ao falar da festa e se desesperar com o crime, há um momento de união entre os dois. União essa que se segue por várias cenas, enquanto levam o cadáver até um dos quartos, escondendo-o na banheira de um deles. Ao sujar o carpete de sangue, decidem trocar todos os carpetes dos quartos quando uma patrulha policial aparece no local, procurando pelo agressor, que é um habitante antigo. Apesar de não acontecer nada, somos apresentados ao xerife e ao delegado.

Após uma noite trágica, Norman chega a passar mal na escola, sendo socorrido e surpreendido por Emma Decody, uma aluna com fibrose cística que lhe oferece um remédio. Acredito que devemos esperar por mais aparições de Emma.

Norma, no mesmo dia, descobre que uma nova estrada principal será construída e passará bem longe do motel. E conta para Norman enquanto estão, de noite, num barco, no meio de um rio, para jogar o cadáver do agressor. Ela mesma fala que é uma péssima mãe, fazendo o filho se sujeitar àquilo. Claro que Norman discorda, e se declara para a mãe, citando Jane Eyre. E, assim, percebemos que, até nessa situação, como ele mesmo diz: “Sempre foi eu e você. Pertencemos um ao outro.”... e aposto que veremos mais acontecimentos em que essa frase faça sentido.



O jeito agora é ver o segundo episódio e esperar que continue com a mesma qualidade do piloto. Foi muito bem filmado, interpretado e cuidadosamente feito pela equipe do canal A&E; o leque de possibilidades que esse piloto abriu aos roteiristas foi extenso, esperemos que eles saibam aproveitar.

PS.: Norman encontra um caderno com desenhos macabros quando retira um carpete de um dos quartos. E a última cena mostra que esses desenhos são de crimes reais. O que será que nos aguarda? Com certeza vou conferir. ;)