Game of Thrones

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Outlander

A ótima primeira temporada!

Orange Is The New Black

Review da 3ª temporada!

Polseres Vermelles

Vale a pena ficar obcecado?!

Sense8

Review 1x01 "Limbic Resonance"

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9 de jun. de 2013

Game of Thrones: Review 3x10 "Mhysa"

O episódio começa bem onde termina o anterior, depois da confusão no casamento na casa de Walder Frei, os seus capangas marcham com Robb Stark morto em cima do cavalo com a cabeça de seu lobo costurada em seu corpo, uma cena chocante.

Joffrey diz querer a cabeça de Robb Stark para dar a Sansa no dia de seu casamento, esse garoto não cansa de ser mal sem motivo? Isso o torna o vilão sem propósito mais desprezível e ignorante da história, chega a dar pena. E para variar, temos Tyrion dizendo a Joffrey após ser chamado de monstro, que existem muitos monstros á solta atualmente e que estes estão matando reis. Claro que Joffrey se ofende e grita loucamente como uma criança histérica, nada de diferente do que ele seja. 


Mais um insulto vindo de Tywin Lannister ao filho, ele diz dessa vez que iria jogar Tyrion ao mar quando ele nasceu, mas não o fez porque o filho é um Lannister. 

Para dar um fim ao mistério da tortura de Greyjoy, temos Lorde Bolton contando que foi realmente o filho bastardo Ramsay Snow que ficou responsável por manter Theon preso. 

Ele corta fora o pênis de Theon e o manda para o pai Balon Greyjoy com uma carta dizendo que eles devem retirar todos os homens do Norte antes que ele os matem como matou os que restaram em Winterfell. Balon diz que Theon é um idiota e não merece continuar a linhagem dos Greyjoys, mas sua filha Yara Greyjoy (assim chamada na série e não nos livros) comunica que irá atrás de seu irmão pois ele é sangue do mesmo sangue, e reúne os 50 melhores homens para o resgate. Enquanto isso Theon ainda é torturado por Ramsay e implora para morrer. 

Sam e Gilly estão indo para o Castelo Negro e encontram Bran em seu caminho, Sam tenta convencer Bran e os outros a irem com ele e Bran diz que adoraria mas não pode pois eles devem deter os "White Walkers" e então Sam os entrega a adaga que usou para derrotar o "morto" que os atacou na floresta e revela que eles podem ser derrotados sim.

Gendry está preso e esperando pelo abate enquanto tem um diálogo com Sir Davos Seaworth, e mesmo com Melisandre dizendo que o garoto deve morrer em prol de um bem maior e com Stannis a apoiando, Davos não admite isso, ja viu o filho morrer sem razão e parece querer ajudar Gendry por isso, ele então solta o garoto e o manda fugir com um barco. Stannis sentencia Davos á morte, mas Davos então revela a carta que recebeu da Patrulha da Noite dizendo que há um inimigo indo atrás deles, os "mortos", como sabemos, e Davos diz que Stannis precisará de um aliado para o ajudar a trazer ainda mais aliados para o seu lado. Melisandre apoia Davos dizendo que realmente precisarão dele, e Stannis debocha que os deuses que Davos tanto condena acabam de o ajudar a viver. Até que enfim essa mulher fez uma decisão correta. 



Shae, a prostituta, conversa com Lorde Varys. Ela diz que ama Sansa e que mataria por ela, e isso não torna as coisa mais fáceis em relação a ela casada com Tyrion. Varys manda Shae fugir, após entregar diamantes valiosos á ela, diz para Shae começar uma vida melhor, comprar até mesmo uma casa longe dalí, e diz que isso é o melhor para manter Tyrion Lannister a salvo. Ela diz que se Tyrion quer que ela vá embora, Tyrion que fale por ele mesmo.

Arya encontra o bando se gabando por ter costurado a cabeça do lobo no corpo de Robb, e então ela se aproxima e mata um dos caras, Cão de Caça mata os outros. Assim Arya mata seu primeiro homem, e pela sede de vingança da menina, este é o primeiro de muitos, não acham?!

Ygritte encontra Jon Snow e ele diz que a ama muito mas ele tem de voltar para suas origens, ela no entanto começa a dar flechadas no rapaz mas ele consegue fugir com seu cavalo. Queria muito que os dois se unissem, mas ainda não foi dessa vez.
Após Sam e Gilly chegarem a Castelo Negro e o Meistre dizer que Gilly e o bebê podem ficar como hóspedes, Jon também chega ferido e encontra Sam e os outros. 

Jaime chega á Porto Real e encontra Cersei. Será que ele vai voltar a beijar a irmã ou seu coração agora pertence a Brienne? 

E por fim, Daenerys aparece no episódio, já na cidade que seus seguidores tomaram. Ela diz ao povo que eles são livres e eles não devem nada a ela pela liberdade. E assim todos começam a gritar "Mhysa" que significa mãe em uma língua antiga da qual a população fala, ela anda no meio do povo da cidade e todos a erguem. A Mãe dos Dragões está com ainda mais seguidores a jurando lealdade e cada vez mais perto de tomar o Trono de Ferro. 
Será mesmo que ela consegue reunir todas as forças necessárias para isso? O que vocês acham? 

Depois do penúltimo episódio, obviamente este seria menos intenso e surpreendente, porém é a continuidade de uma história incrível sobre o jogo de milhares atrás do poder, não tem como dar uma nota menor do que 10. Game of Thrones se trata de ação e surpresas, mas também se trata dos diálogos e ganchos que acontecem nos preparando e ajudando a entender o que vem pela frente e por quê tais ações acontecem, tais como as mortes do episódio anterior.

Só nos resta esperar agora pelo ano que vem que é quando a série retorna. Até lá, ficaremos de olho nas gravações e novidades, e se você ainda não leu os livros, aproveite que terá 1 ano até a próxima temporada para se entreter e ficar menos ansioso. 
  

2 de jun. de 2013

Bates Motel: Review 1x09 Underwater

"Por que pessoas loucas ficam aparecendo na minha vida?", Norma se pergunta. E é o que nos perguntamos a cada episódio, pois toda semana alguém aparece na vida de Norma e a impede de viver uma vida normal. Se é que isso seria possível, com a personalidade volátil dela.

Após o (até engraçado, devo dizer) encontro de Norma com Shelby, Norma surta com os novos hóspedes
que Dylan trouxe, os "aparadores". E, pela primeira vez, questiona Dylan sobre seu emprego. Com tudo o que está acontecendo, claro que a reação de Norma não deveria ser diferente de "Nós vamos nos mudar!".

Ah, Norman. Está demorando para que ele se entregue aos desejos assassinos de seu inconsciente. Seus sonhos o alertam: ele sonha que afoga Bradley numa banheira. Como espectadora, eu meio que torço para que ela sofra por ter tratado Norman do jeito que tratou. Mas não morrendo!

Bem, podemos descartar a possibilidade de que Dylan e Bradley se conheciam antes. Na verdade, quando se encontraram pela primeira vez, o que rolou foi uma atração mútua. E que continua no ar...

Quem diria, Norman Bates, escritor. Mas com isso, vem se encontrar com a conselheira após a aula. Claro que Norman ainda se debate entre desejar outra mulher e, consequentemente, deixá-la ocupar um espaço de importância que sua mãe ocupa, ou ignorar esses desejos, o que não faz nada bem para seu ímpeto assassino. 

Juno voltou! E temos a mesma reação que Dylan quando vemos Norman escrevendo no seu notebook com aquele cachorro encarando ele.e nessa cena vemos Dylan ainda querendo garantir que seu irmão, na verdade, não quer machucar ninguém, quando fica sabendo do sonho que ele teve com Bradley. Mas ele não se convence. e nem nós.

Emma, como ajudante de Norma, fica responsável por fiscalizar que os hóspedes não fumem maconha. e não é que um deles acaba gostando dela? Esse pessoal que está no motel não parece ser tão barra pesada quanto no episódio anterior. O rapaz que conversou com Emma até deixou um cupcake para ela, que carinhoso da parte dele... não?

Norma e Norman têm uma discussão bem acirrada sobre se mudar: ela quer ir pro Havaí e ele não quer, além de dizer que ela não pode obrigá-lo, pois nada mudará. Como já percebemos, a constante é Norma, que é louca. Palavras de Norman. Claro que, pra quebrar o gelo, nada como uma Emma chapada falando sobre escadas para melhorar tudo.

Remo pega Bradley e Dylan entrando no estoque de Gil para visitar o escritório do pai dela. E é bem estranho ver Dylan se arriscar por uma garota que ele mal conhece. O que dá mais raiva para nós que vemos Norman tão inocente e frágil, apesar de tudo que ele é capaz de fazer, é Bradley confusa, recorrendo ao Dylan, como ela recorreu a Norman quando o pai estava no hospital.

Norman vendo sua mãe novamente? vemos um momento carinhoso entre os dois e o fato de ela estar mais calma mesmo ele a chamando de louca, além de na manhã seguinte ele não querer mais publicar a história por causa dela, fortifica isso. A Norma real vai até o seu corretor imobiliário e o bate com sua bolsa quando fica sabendo que é melhor desistir do motel do que tentar vendê-lo.

No fim, claro que, apesar das loucuras e neuras, ela estava certa: Abernathy estava espionando-a, estava por trás das flores que ela recebeu e dos carros misteriosos que passavam na frente do motel. E descobrimos o que ele realmente quer: Shelby devia para ele 150 mil dólares, e ela é a última a estar envolvida nesse caso. Quando ela diz que estará com o dinheiro no dia seguinte, há a possibilidade de que é desespero respondendo, pois não que ela tem o dinheiro. Então... pra season finale: o que ela fará???

30 de mai. de 2013

Bates Motel: Review 1x08 A Boy And His Dog

Norman e seu novo hobby: taxidermia. Um hobby um tanto quanto... útil, considerando a obra de Hitchcock, Psicose. "Acho indigno que ela vá para debaixo da terra." Norman fala, sobre a cachorra. E lembramos do filme, em que ele manteve a mãe com ele. Quando o pai de Emma o convida para ajudá-lo no processo, ele aceita. E só podemos deduzir o que ele vai aprender na arte da taxidermia.

Para aqueles que shippavam Norman e Bradley, bem... pode até ser que ele não sinta nada a mais por Emma, mas Bradley não quer Norman. Até acredita que foi um erro ter passado a noite com ele. E claro que isso o afeta. Quando Norman se irrita com algo, sempre esperamos que ele faça algo impulsivo. Cadê o Norman assassino? Algo me diz que vai aparecer até o fim da temporada. Será Bradley a vítima?

Abernathy, o cliente sinistro que está hospedado no Bates Motel, dá uns arrepios, não? Nossa reação é exatamente a de Norma, o olhar dela para Abernathy é de um pavor misturado com desconfiança. Por falar em Norma, ela não aprende, não? Ao fazer uma visita para Romero, para tentar saber como "sabotar" a rodovia que será construída e prejudicará seu comércio. E o que notamos na hora é Norma tentando seduzi-lo, com seu vestido colado, seus sorrisos e suas insinuações. Mas Romero não é Shelby. E o que eles passaram juntos, com Romero encobrindo oque houve, não foi em nada para proteger Norma. Pois dessa vez ela literalmente saiu perdendo. Pois Romero não é quieto como aparentou ser no dia do tiroteio de Shelby. É até mais perigoso do que ele.
Norma é chamada para a escola devido ao ataque de Norman, saindo sem permissão. E percebemos que sua conselheira já se tocou da instabilidade ele, que não é uma instabilidade hormonal comum de adolescentes, tende mais para a depressão. Mas claro que Norma precisa controlar tudo e tem algo a dizer. Ela concorda com terapia, sai correndo e percebemos que ela não fará nada disso. Parte porque se preocupa com o que pode aocntecer, sabendo do que Norman fez com o pai, e parte por acreditar que pode resolver os demônios de Norman sozinha. Pois é sua mãe.

Dylan e Remo viajam para a Califórnia para buscar aparadores e Remo desabafa da frustração de ser subordinado de Dylan, tendo tanta experiência. E é claro que eles brigam. Estava demorando para brigarem. O braço de Dylan sarou rapidinho hein? Enfim, quem sabe essa briga não era o que ambos precisavam para trabalhar juntos. Mas nunca se sabe, afinal, Remo conhece muito do ramo e não é exatamente um ramo seguro e convencional. Tanto que o que Remo fala no fim é: não se pede demissão. Apenas se é demitido. E ninguém quer isso acontecendo. Ah, e aparadores são pessoas, uau, eu não esperava por essa.

"Você não pode ficar sendo emocional o tempo todo." Norma diz para o filho. Como se isso fosse ajudar. Norma, ao saber que Norman está trabalhando com Will, pai de Emma, na hora vai conversar com ele. Mas como falar para um estranho que seu filho é um assassino?

E Norma não aprende. Seguiu Abernathy até a doca, onde fica o barco de Keith e claro que Abernathy dá um susto nela. Ameaça Norma e deixa bem claro que sabe que ela sabe de tudo. Ou seja... mais um que pode cair nas mãos dos Bates. Ou será que dessa vez será o contrário?

E não é que Norma levou o filho para um terapeuta? No fim, quem o terapeuta quer avaliar é a mãe, não o filho, pois percebe o excesso de controle materno que Norman sofre. Controle esse que ela nem tenta exercer em Dylan, mas até que eles tiveram um momento fofo nesse episódio, quando ele levou os "aparadores" para se hospedarem no motel. Momento fofo em Bates Motel = não dura quase nada. Não durou nem cinco minutos. R.I.P. Shelby, novamente.

21 de mai. de 2013

Doctor Who: Review 7x13 - The Name of the Doctor (season finale)



CADÊ AR?! Já falei aqui que mil episódios foram meus favoritos, mas esse facilmente se igualou com Vincent and the Doctor e Blink de episódios favoritos em toda a série para mim!

Bom, quando Doctor Who nos deixou na mão em suas finales? Nunca não é? Mas essa foi uma lambança tão fucking awesome que minha vontade era de ir abraçar e dar um beijo em todos os roteiristas dessa maravilha.

O episódio já começa com aqueles lances de cenas pra testar nossa capacidade de se manter quieto e em menos de cinco minutos já estava hiperventilando e pulando feito uma louca com Clara interagindo com os Doctors antigos, e todos os figurinos e a imagem feita perfeitamente para a época da série clássica e Gallifrey como costumava ser antes da Guerra do Tempo, Moffat, apenas amo você! Chupem haters apenas.

A história começa com a volta Vastra, Jenny e Strax em Londres, 1893, pela possível ameaça do grande segredo de Doctor. Gostei da volta dos três, achei fundamental, já que foram com eles que a trama de Clara começou, e no ultimo episódio de Gatiss decadente eu fiquei bem incomodada que os três não colocaram o Doctor na parece a respeito dela ainda estar viva. Mas já perdoei tudo, eu perdoava uma temporada inteira ruim por esse final!

Os três então foram responsáveis pela conferencia que trouxe de volta River – eu não gosto da River, nunca gostei, mas como o amor por ela é universal, não entrarei nesse assunto antes que pedras voem direto na minha cabeça – porém estava louca pra ver Clara e River frente a frente. Não é novidade que Doctor sempre tem um relacionamento amigável demais com suas companions, e com a Clara o negocio tá sendo mais ainda, quase obsessivo, logo estava louca pra ver River com ciúmes e Clara mostrando que nada sabe sobre a condição matrimonial de Doctor. Apesar desse momento ter sido o melhor, com direito a River dizendo singelamente que sabe o nome do Doctor, o assunto da conferencia era a referente ameaça do segredo de Doctor e a ida dele a TRENZALORE, lá do prequel e claro que ia dar merda, quando todos foram atacados por criaturas terríveis comandados pela Grande Inteligência.  

Acontece que TRENZALORE é o planeta onde Doctor foi enterrado, o que resultou em um momento de lagrimas quando ele descobre que precisa ir lá para salvar Vastra, Jenny e Strax, e a catástrofe que poderia ocorrer. A cena foi tão verdadeira que queria pegar o senhor do tempo e colocá-lo em um potinho e levar pra casa e não deixá-lo ir para aquele planeta não. Maldade demais.

Finalmente começamos a descobrir o segredo de Clara. Pra vocês que estavam realmente esperando um draminha com o nome do Doctor, claro que não rolou, sem surpresas, sabia que o nome do episódio ia ser apenas trollação de Moffat e que Clara ia finalmente ser desvendada, sem necessidade isso pendurar até a próxima temporada, foi certíssimo e acertado no ponto. 

Souffle Girl, Garota Impossível e a folha de outono mais importante da história da humanidade. Clara nasceu para salvar a vida do Doctor. Quem imaginava que todas aquelas Claras eram apenas ecos? SERIO GENTE, eu amei muito tudo isso justamente por ninguém ter pensado nisso, li tantas teorias, mas jamais que alguém iria acertar essa coisa da storyline do Doctor, ai Moffat te amo de novo!

O adeus de River também foi um foco do episódio, não sei vocês gente, mas depois do “Spoilers” dito pela professora, essa mulher ainda vai voltar muito pra série. Claro que não como era na época dos Ponds, afinal antes tinha sentido ela aparecer sempre, já que ela fazia parte daquela trama, agora o foco é de Clara, e River não faz parte dela, só que não acredito que aquilo seja realmente um final, mas valeu a intenção da cena, foi bonita (menos pela parte do beijo, não consigo gostar esse casal) e feita no toque certo. As cenas entre a conexão entre Clara e a River foram ótimas, dando um toque de emoção e mostrando a importância da professora na vida do Doctor. Impagável a expressão da moça quando ele fala que ele é casado.

Depois que Clara entra na vida do Doctor começamos a entender todas as passagens de cenas do começo do episódio, Clara fez Doctor roubar a TARDIS certa, É MOLE? Quase gritei quando vi no começo, mas no final quando tudo estava esclarecido, o negocio ficou mais foda ainda!

Eis que Doctor nunca deixará alguém na mão, e depois de ter ido ao seu tumulo para salvar seus amigos, ele entra em sua própria storyline para salvar Clara, sua protegida. O discurso que ele deu falando que ele precisava fazer isso depois de Clara ter salvado ele tantas vezes foi ótimo. Finalmente Clara conquistou  sua personalidade, finalmente podemos agora conhecer a companion de verdade, antes ela era apenas Clara, que morreu varias vezes. Qual delas era a verdadeira? Qual o segredo? Era impossível confiar em quem ela era de verdade.

Quando Doctor entra em sua storyline e começam a aparecer suas regenerações foi o ápice do episódio. Quando aparece a jaqueta do Nine quase vomitei arco-íris, todas as vozes e rastros dos seus antigos corpos, as lagrimas do Doctor, o desespero de Clara, quase tive um AVC. Amo a química do Matt com a Jenna, e tive meu momento fangirl com aqueles abraços cheios de beijos, sinto como se Clara fosse um animal de estimação do Doctor, superproteção até o pescoço.

E foi ali naquele lugar que aparece a versão que caguetou o nome do Doctor. Estava levando tudo bem na esportiva, achando tudo bem legal aquela voz do dragão de Merlin falando sobre o nome, dando aquele toque do nome do episódio, e faltando 10 segundos pro final, John FUCKING OLIVARAS Hurt vira, faz um carão, e aparece uma legenda INTRODUCING JOHN HURT AS THE DOCTOR! SERIO.GENTE.POR.QUE.MOFFAT.FAZ.ISSO.COM.AS.PESSOAS? 

O fato é que esse homem já apareceu milhares de vezes em fotos de gravações do especial de 50 anos, e já haviam varias teorias que ele seria algum Doctor, passado, futuro, enfim, mas não esperava por aquele final não. Chorei, gritei e fiquei em posição fetal de tanta sambada que Moffat deu na minha cara nesse episódio. Não quero pensar em mais nada, quero apenas novembro na minha vida pra ontem!

Ps: Não foi explicado porque a TARDIS não gosta de Clara, espero que esse assunto volte!

15 de mai. de 2013

Doctor Who: Review 7x12 – Nightmare in Silver + Prequel



O episódio da semana conseguiu se redimir um pouco pelo anterior. Porém ainda está tudo passando bem batido. Já expressei minha insatisfação com a divisão dessa temporada antes, mas está demais, poucos episódios e pouco foco com a trama principal. Porém já que não temos tudo que queremos, o negocio é aproveitar  o roteiro da semana que foi escrito por Neil Gaiman, quem não conhece esse moço, ele foi o responsável pelo  episodio The Doctor's Wife e também é o escritor daquele livro “Stardust” que tem um filme com a fofa da Claire Danes, vale a pena conferir.

Clara manteve sua palavra no ultimo episódio e levou as crianças que ela cuida para uma viajarem na TARDIS. Logo, a trama que se passa em um parque de diversões na lua, faz sentido, e a ambientação é bem assustadora, porém a experiência com eles não funcionou.

O episodio foi bom sim, mas se pudesse tirar alguém pra ficar melhor, seriam aquelas crianças, ou pelo menos a menina.  Angie já começa insultando a TARDIS, qual o sentido? Essa menina não ameaçou Clara no episódio anterior pra levar eles para viajarem no espaço? Depois passou o resto do episodio reclamando de tudo, desculpa mas essa não é uma atitude de alguém que está viajando no espaço/tempo pela primeira vez, se até os adultos se comportam diferente, porque essa menina mimada não se mostrou minimamente empolgada? Sabe aquela pessoa insuportável que sempre faz o favor de estragar tudo e deixar todo mundo irritado inclusive o Doctor? Esse papel foi cumprido por essa menina, tirando que o Doctor não se irritou porque tinha que fazer media pra Clara né.

A participação de Warwick Davis, o Professor Flitwick de Harry Potter e o único anão da Inglaterra, já que ele está em tudo, foi ótima! Os Cybermites e a volta dos Cybermen cumpriram o que prometeram. Não sou lá muito fã dessas criaturas, mas eles tocaram um terror naquele parque de diversões e vieram em uma hora certeira depois do fiasco do episódio passado.

Clara por sua vez finalmente deu uma sacudida, e virou líder de toda a operação e brilhou, ganhando apoio até do imperador. Foi bom ver a moça não cair na passividade igual estava acontecendo nos últimos episódios. O assunto de ela ser impossível também voltou e estamos cada vez mais perto de descobrir o porquê, porém não esperei grandes relevações, já me conformei que isso só será foco principal na season finale.  

Porém, quem brilhou mesmo e fez toda essa lambança mais ou menos se tornar maravilhosa foi o Doctor. Na Review passada eu bati na tecla que não da pra deixar Doctor fora das telas por tanto tempo, e que foi o maior erro anterior. Nesse não tivemos esse problema, porque não tivemos só um, mas dois Doctors ocupando quase todo o tempo na tela. Matt Smith foi espetacular e a cada episódio ele  cresce mais e mais e muita gente já deveria ter aceitado como ele é sensacional, 2013 e ainda tem gente chorando pela saída do Tennant, desfoquem esse amor pela 10th e reparem como Matt é um puta ator por favor! Por isso amo quando ele praticamente da um tapa na cara de todos como ele fez nesse episoódio. A atuação impecável com passagens de cenas ótimas também, Doctor e seu alter-ego Cyber- Planner e o jogo de xadrez foi uma sacada brilhante, Timelords inventaram o jogo de xadrez, sem surpresas, só eles mesmo pra inventarem algo tão midfuck.

A cena que me deixou mais chocada foi quando Doctor se declara para Clara, aquilo foi tão convincente que já estava achando que estava vendo outra série, claro que no final era tudo mentira, e os dois voltaram no relacionamento normal, porém vale ressaltar que Doctor pensar na Clara all the time é totalmente aceitável, todo mundo quer saber qual é a da Clara certo? Doctor deve querer mais ainda, estamos vendo a vários episódios a loucura já admitida por esse assunto.

Gaiman brilhou com o que tinha e me pergunto o por que ele escreve tão pouco para Doctor Who e Gatiss está ai nos assombrando toda hora.

Bom, sábado já temos a season finale “The Name of the Doctor” (em Londres rolou até um protesto porque ninguém quer saber o nome do Doctor não, eu já acho que vai ser a maior trollação do mundo e estou bem tranquila, afinal já sabemos quem é a “mãe”, não podemos saber quem é esse Doctor assim de uma vez só) e pela promo parece que vai ser sensacional. A BBC America fez a maior burrada de todos os universos e mandou DVDs errados já com essa season finale, porém a emissora já tratou de subornar os whovians falando que se eles guardassem a finale apenas para eles até sábado, eles iriam liberar algum vídeo com o Tennant e o especial de 50 anos, que claro, provavelmente eles já iram liberar, mas usaram isso para tentar consertar o erro. E parece que está funcionando. Então vamos ter que esperar sábado mesmo!

BBC liberou esse prequel do próximo episódio, achei sensacional, tirem suas proprias conclusões, eu estou confiante, Moffat quando quer consegue! THE DAY WE WENT TO TRENZALORE!!!






13 de mai. de 2013

The Americans: Review 1x13 The Colonel [Season Finale]

 Não sei vocês, mas essa temporada passou muito rápido, não?! Eu mal senti! E são esses e outro detalhes que fazem de The Americans uma série tão interessante de assistir, mesmo com tantos detalhes. Enfim, última review da primeira temporada, vamos lá!

Que final! E o que aprendemos com ele? Primeiro, que Vovó, ou Claudia, sobreviveu à temporada! rs Ela não foi mais atacada por Elizabeth, a não ser verbalmente, e dentro da hierarquia da KGB, ao ser "transferida" a pedido dos Jennings. Também descobrimos que Vovó foi mesmo amiga (ou algo mais) de Zhukov, quando ela, sem ter o mesmo controle de Elizabeth, finalizou seu serviço e matou o agente da CIA que assassinou Zhukov. Que cena ótima, tão raro ver a Vovó em um disfarce.

Nina, após confessar ser uma espiã pro FBI ao seu superior na Rezidentura, descobre que pode voltar para Moscou sem ser executada, mas que pode ser agente dupla e descobrir tudo que Stan sabe, além de que, agora, sua missão é converter o agente do FBI para o lado inimigo. Será que ela consegue? Não podemos dizer que Nina não é convincente e cativante. Veremos na próxima temporada!

Phillip e Elizabeth nos mostram, pela tentativa de se preparar para o pior nas missões a que foram designados, que a família está em igual importância, senão mais, do que a lealdade para com a KGB. Elizabeth, ao ouvir uma gravação em russo de sua mãe, mostra isso. Agora ela tem uma família própria, que depende dela. E Phillip também sabe disso, além de não esconder que ama a esposa. Então ambos ficam querendo assumir a culpa em prol do outro, caso chegue a tal. Tão fofos.

Stan é meio perdido, não? Ele tentou levar a esposa de férias, que já está (assim como nós estaríamos se estivéssemos na mesma situação) cansada de tentar salvar o casamento. E o que acontece logo depois? Ele se rende aos encantos de Nina, como sempre. 

O FBI está mais do que ansioso com a missão desse episódio, que pode levá-los a ter acesso a espiões da Diretoria S (= os Jennings). Mas, graças a Nina, que sabe ler Stan muito bem, Phillip chega a tempo de salvar Elizabeth de uma emboscada, resgatando-a metros antes da armadilha plantada pelo FBI em forma de um encontro com informações. A cena da perseguição foi ótima, sem muita parafernalha, que é como os Jennings gostam de agir. Como sempre, despistam o FBI, trocam de carro, tiram o disfarce e nós, espectadores, torcendo pelo casal, ficamos felizes e aliviados. Até que Elizabeth solta uma frase sem sentido e vemos que ela levou um tiro. 

Phillip a leva para remover a bala, e se recusa a sair do lado de Elizzabeth, enquanto ela se recupera. Vovó, que se importa com seus agentes, por mais que eles tenha solicitado que ela não seja mais superior deles, percebe, num olhar apenas, que Phillip realmente ama a esposa. Coisa que já sabíamos antes dela. E antes da própria esposa. rs

Paige e Henry vão para a casa de Stan, com Phillip usando da desculpa de uma doença em família. E percebemos que Paige desconfia da mãe. Mas desconfiança de adolescente não deve ser classificada como tão perigosa quanto desconfiança de agente do FBI... deve? Acho que sim... afinal, interpretação é a chave. Aposto que os roteiristas irão explorar muito disso na próxima temporad,a essa dinâmica familiar e a dificuldade cada vez maior de se esconder segredos dos filhos... sejam eles familiares, pessoais ou segredos de Estado. Melhor ainda, segredos do inimigo.

E com Elizabeth pedindo a Phillip para que volte para casa, falando em russo (mesmo que seja reação da morfina), sabemos o que nos espera em 2014 (que é quando a série volta): o casal Jennings juntos novamente e o FBI diminuindo o cerco em torno deles ainda mais. Lembram do contato de Elizabeth que arranjou esse encontro? Ele está com o FBI e decidiu falar. Só nos resta especular o quanto essas informações dele renderão ao FBI.

Alison Wright (Martha), Susan Misner (Sandra Beeman) e Annet Mahendru (Nina), voltarão para a segunda temporada como personagens regulares. E quando tivermos mais novidades sobre o que nos aguarda na série, contaremos a vocês. Do svidaniya! Quer dizer, até a próxima. ;) 

1 de mai. de 2013

Bates Motel: 1x07 The Man In Number 9

Já de cara, o episódio dessa semana começa com o delegado Romero atendendo o chamado de Norma, em que a família Bates colabora meio que em choque. Mas sabendo que fizeram o certo. E vemos que Norma não escondeu nada, até mesmo sobre Keith Summers.

E o que Romero fala? "Certo, é assim que a história SERÁ:" e a gente faz a mesma cara que Norma... SERÁ? Simples assim. Mas o que vemos é mais do que isso: Norma e Norman voltam a ser a família feliz e Dylan volta a ser o intruso. Só a expressão que ele faz já mostra exatamente isso. E ficamos com pena dele. Querendo ou não, tudo aquilo serviu para unir os três.

Norma volta a reformar a casa e motel, se preparando para inaugurá-lo. E achando que sua vida voltou ao normal, até tenta incluir Dylan na vida dos Bates, fazendo café para ele. Mas ele avisa que vai se mudar de qualquer forma, o que a deixa irritada. Ele sabe que, no fim, ele nunca fará parte daquela família e, sinceramente, acho que ele percebeu que não fará bem a ele.

Um carro muito chique pára perto do motel quando Dylan está tirando o lixo, e um homem pergunta do motel antigo e de Keith Summers. Quando Dylan avisa que ele morreu e que há novos donos, o homem vai embora. E creio que Dylan se perguntou a mesma coisa que nós: "Será que ele não é um dos clientes de Keith que pagava para usar das escravas sexuais?".

E ela está viva! Bradley voltou para a escola, e trata Norman até meio que distantemente. Bem, pelo menos ele não a matou.
Vemos que a cidade pequena é bem típica quando se trata de fofcas: todos sabem do que houve no Bates motel e nenhum comércio quer se associar ou fazer parcerias com eles. À noite, o mesmo homem misterioso aparece e diz ter uma reserva mensal no quarto número 9, até tem uma chave antiga que não está funcionando. Norma entrega a ele a chave nova e fica tanto intrigada quanto feliz de ter um cliente.

Norman recusa a oferta de Dylan de se mudar. Mas não é isso que a gente vê nessa cena. O que a gente vê? Bradley... e Dylan! Que climão foi aquele? Não creio... será que eles se conheciam antes? Vamos esperar e ver...


Outra situação bem inusitada foi Emma aparecer para ver Norman e ele não querer vê-la... e Norma fica impressionada que ele não quer nada com ela. Especialmente porque ela aparenta aprovar os dois. Tanto que ela leva Emma para a cidade e fica sabendo de Bradley. Até se oferece para mostrar Bradley à Norma, que imagina seu filho indo pra cama com Bradley.

Que cachorro mais estranho hahahaha Norman até deu um nome para ele (ela, sei lá): Juno. Até achava que a cor do pêlo dele/dela era sujo de sangue, mas ela é daquela cor mesmo. Norman até defende que eles cuidem de Juno, alegando que ter um cachorro é normal, é o que as famílias fazem. Não acho que um cachorro fará essa família ser normal.

Olha a tensão sexual de novo entre os Bates: Norma decide ter A conversa com Norman, explicando que tem que se cuidar com quem se dorme e etc., até descobrir que Norman na verdade gosta dela. O que a deixa com ciúmes e faz os dois discutirem, principalmente porque ela contratou Emma para ajudá-la no motel.

Ao ir atrás de Bradley, claro que ele se decepciona. Ela dá o fora nele e, indo embora, vemos ele repetir as palavras da mãe, além de olhar para a câmera com um olhar maníaco. Ou seja, ele está começando a desenvolver sua segunda personalidade: uma cópia da sua mãe.

O hóspede misterioso se oferece para fazer propaganda do motel e pede que o mesmo acordo que tinha anteriormente, que é reservar todos os quartos toda primeira semana do mês, pagamento em dinheiro e sem necessidade de limpeza, apenas privacidade. Olha, certeza que tem mais coisa vindo por aí...

PS.: Achava que Juno ia durar mais, mas já foi atropelado/a logo no fim do episódio. Tadinho/a!

29 de abr. de 2013

Bates Motel: 1x06 The Truth

Por alguns minutos, no começo do episódio, achamos que Norma está em estado de choque. Mas é de Norma Bates que estamos falando: instável, impulsiva e inconsequente. Claro que ela resolve sair correndo atrás de Shelby para falar com ele, com Norman correndo atrás. E nossa reação, vendo toda aquela confusão dentro do carro, é igual a de Emma: olhamos para aquela cena com um sorriso de quem diz: "Que tipo de família louca é essa?"... pois é.

Dylan lida com seu chefe, Gil, ao explicar a ele o que houve no dia anterior com Ethan, achando que vai ser demitido ou pior. Após admitir que atropelou o assassino de Ethan, acaba recebendo instruções de como se livrar da caminhonete que utilizou, ao invés de ser repreendido. No fim, acaba ganhando um subordinado, chamado Remo. Um cara mais velho que não dá impressao de que será companheiro de Dylan como Ethan foi.

Gente, adoro a Emma, mas a urgência dela de querer ir à polícia denunciar o que houve não me faz sentido. Se um delegado está envolvido, sabe mais quem estará junto, então... calma! Mesmo porque ela não sabe que Shelby ainda tem uma prova que pode incriminar Norma: o cinto de Keith.

Dylan aparece e finalmente parece ser parte da família; pode ser por, agora, compartilhar de um ato violento, como seu irmão e sua mãe, ou porque ambos não têm mais para quem recorrer e Dylan, querendo ou não, traz um pouco de razão aos dois, como quando fala que irá ao barco de Keith e manda Norma parar de se arrumar para seduzir Shelby. E ela obedece.

Partindo da idéia de que o cinto também está escondido no barco, os dois irmãos o procuram. No fim, o encontram. Enquanto isso, Norma, esperando a volta de seus filhos, é surpreendida por Shelby, tendo que disfarçar seu nojo e decepção enquanto ele a beija. Vera Farmiga está maravilhosa nessa série, não? A atuação dela é sutil e desesperadora, pois vemos cada detalhe de sua personagem, tanto os que são visíveis quanto os que ela tenta disfarçar. Ninguém melhor do que ela para ser a sra. Bates.



Olha... eu sei que o motel tem vários quartos, mas estava mais do que óbvio que Shelby ia acabar dando de cara com Jiao, a menina que mantinha em cativeiro. Enquanto ele a persegue pela floresta, Dylan e Norman voltam e discutem sobre Norman morar com ele. Norma, obviamente, ao saber da informação, nem liga mais para Shelby e Jiao. Tanto que ele volta da floresta e mantém os três na mira da arma enquanto tenta descobrir o que fazer com a família Bates.

O que acontece de interessante? Norman. Norman vendo Shelby e Norma discutindo, entra em transe e se lembra das discussões dela com o pai, partindo para cima de Shelby. Depois de uma briga e uma troca de tiros, Norman está desmaiado, sendo carregado para fora da casa por Norma. Depois de mais uma troca de tiros, Dylan consegue matar Shelby. E mais um crime ocorre no motel dos Bates. Com a diferença de que, dessa vez, Norma agiu da forma certa: chamou a polícia.

Nesse contexto, Norma diz a Dylan que ele não sabe de toda a verdade. E decide contar o que houve com Sam, pai de Norman. E descobrimos que, no fim, quem o matou foi seu próprio filho, não Norma. E o que mais nos intriga não é a o ato, mas a reação dele. Ele simplesmente está em transe, sendo colocado para dormir por sua mãe; ela arrasta o corpo do marido até o porão e derruba um armário em cima dele para disfarçar o assassinato. E voltamos à primeira cena do piloto, em que Norman acorda de um cochilo e encontra o pai morto.

"O que há de errado com ele?", Dylan pergunta. Norma acredita que foi um incidente isolado e que ele precisa ser protegido da verdade. E oferece a Dylan que ele a ajude ou que pare de atrapalhá-la.

O que tiramos desse episódio? Que Norma pode não ser tão superprotetora à toa; ela age dessa forma porque tem um motivo, que é cuidar para que a natureza assassina de seu filho não se apodere dele. Será que não é tarde demais?

PS.: Cadê-a-Bradley? Ih...

28 de abr. de 2013

Bates Motel: 1x05 Ocean View

Hmmmmmm Norman e seu andar orgulhoso na manhã seguinte, após passar a noite com Bradley hahahahaha, ele descobre que Norma foi presa pelo assassinato de Keith Summers. E por alguma razão, provavelmente raiva e teimosia, Norma recusa a ajuda dos filhos, falando que tudo se esclarecerá. Não sei como, mas tudo bem...
E Emma volta para ajudar Norman.  Não sei vocês, mas continuo shippando os dois! Bradley quem? Enfim... enquanto Norman tenta achar uma forma de ajudar a mãe, Dylan está com planos de encontrar um ligar para morar com o irmão. Será que ele conseguirá convencer Norman a ir junto?

No outro dia, Norman consegue soltar sua mãe, que continua brava e iludida, ainda falando que não o matou. Tanto que seu encontro com a advogada fica bem tenso quando a defesa que ela monta é de que Norma cometeu o crime para se defender. Norma continua teimando e, no fim, desconta em Norman, falando que ele não faz nada e ainda jogando na cara dele que ele saiu e dormiu com alguém! Realmente, assim como Norman fala, as coisas que sua mãe falam não fazem sentido, assim como suas ações. E entendemos ele quando ele vira e fala que tem medo dela. Talvez convencê-lo a morar com seu irmão não será tão difícil assim...

Falando nele, após Norma o tirar pra fora do carro, é Dylan quem aparece para dar carona para ele. E pela primeira vez na série, ambos estão na mesma situação e parecem irmãos. Ambos compartilhando da mesma sensação. E sorrimos, feito Norman.

"Sair do ninho.", é o que Dylan fala para Norman fazer. Se fosse no começo da série, Norman negaria sem pestanejar. Mas a situação mudou. E nem o argumento de Norma de que Dylan quer colocá-lo contra ela colou mais. E ele está na dúvida.

O colega de trabalho de Dylan, Ethan, empresta US$5.000 para que ele recomece sua vida com Norman, só pra que, do nada, apareça um maluco, claramente com problemas com Ethan, e atire no cara no pescoço. Dylan, mais do que esperto, sai de perto após deixar ocara no hospital.
 

Norma se encontra com Shelby após ser solta, a pedido dele, para que ele peça desculpas à ela. E para encerrar o caso dos dois. E para dizer que a ama. AMA? Gente, nem eu esperava por essa. Amor... e o que Norma faz? Ela o beija. Não sei vocês, mas eu acredito que ela o beijou não porque o ama também, mas porque ele foi o único que, na percepção dela, resolveu ajudá-la. Cada um com seus problemas, e Norma com os tantos dela!

Shelby se arrisca dentro da delegacia para roubar a punica evidência de que Norma é culpada: o relógio de Keith. E consegue. Bem, acredito que ele a ame mesmo. Veremos também.

Dylan, ainda com sangue, volta pra casa, apenas para encontrar o maluco que atirou em Ethan na rua. O que ele faz? Eleage de acordo com as leis da cidade: olho por olho, dente por dente. E a gente fica mais do que feliz, afinal, Ethan sempre foi um bom sujeito: arranjou um emprego para Dylan, emprestou dinheiro a ele...

Com o que Shelby fez, o caso de Norma está encerrado. Mas algo mais interessante aconteceu... CADÊ A BRADLEY?! Ela sempre foi tão querida com o Norman, ela não ia simplesmente ignorá-lo... com tudo que acontece nessa cidade nada pacata, ela não deve estar só ignorando. Ih... o último que a viu foi o próprio Norman...

Ótimo timing do Norman em contar pra Emma que está com a Bradley, enquanto ela está contando uma teoria pra ele: de que a garota asiática está no barco do falecido Keith Summers. Claro que Emma fica abalada, mas nem dá tempo de pensarem nisso, porque a garota está lá. Eles a resgatam e a colocam num dos quartos do motel. Somente para Norma encontrá-los, óbvio. Teimosa como sempre, ela pega uma foto de Zack e mostra à garota asiática, acabando de vez com a negação dela. Pobre Norma...

PS.: Viram que bonitinho, Bates Motel agora tem um site!

PS2.: Cadê o dinheiro de Ethan? Dylan pegou ou não?

Bates Motel: 1x04 Trust Me

Norman, você não sabe onde está se metendo... logo no começo do episódio revemos quando Normn decide ir à casa de Shelby e dá de cara com uma das garotas do mangá que ele e Emma vêm investigando. O que descobrimos é que Dylan também o seguiu, e é justamente quem o salva de ser pego por Shelby, distraindo-o.

Norma continua "fazendo o que deve ser feito", tendo um caso com Shelby, caso esse que é descoberto por Dylan. Dylan, fazendo um pequeno comentário, continua sendo o personagem que nos permite ver a realidade do dia-a-dia dos Bates, pois está sempre no lugar certo, na hora certa, nos permitindo ver de fora as neuroses de Norman e as saidinhas da sra. Bates. Além de estar trabalhando na plantação de maconha, o que aposto que renderá mais momentos de esclarecimento pra nós!

Bradley continua intrigando Norman e aparece mais nesse episódio; descobrimos que seu pai não resistiu às queimaduras que sofreu quando o atacaram, unindo-a mais a Norman, que parece compreendê-la. Mas nós, como espectadores, sabemos que a razão de ele compreendê-la é pela sua fascinação pela morte, não pelo fato de que o pai dele também faleceu.

Shelby, dizendo que é pela sra. Bates, pede para se aproximar de Norman, quando mal sabe ele que o temor de Norman não tem nada a ver com o relacionamento dos dois. E sim, com o que ele viu no porão da casa do xerife. Norman, ao decidir contar a Norma sobre o que viu e que foi até a casa de Shelby, nos faz perceber que não se dá conta de suas alucinações. E como o próprio nome do episódio diz, ele pede que Norma confie nele. Mas nem nós mesmos confiamos nele. Norma, entretanto, resolve conferir e, ao passar a noite na casa de Zac, investiga o porão, não encontrando nada. Nenhum sinal de que alguém esteve lá. E nós nos perguntamos... será que Norman imaginou tudo?

A tensão sexual entre mãe e filho continua ali, quando Norman a confronta novamente e ela diz que ele está com ciúmes. "Ciúmes? Você é minha mãe, não minha namorada.", mas não é sobre papéis ou relacionamentos. Essa tensão sexual é porque Norma sempre foi a figura feminina dominante na vida de Norman, aquela que sempre o protegeu e o amou. Ainda sinto que Norman vai sucumbir à culpa por desejar outras mulheres com essa finalidade na sua vida que não sua mãe.

Mais tarde, encontram a mão de Keith, o agressor de Norma, o que faz com que o delegado fique mais desconfiado da sra. Bates, e até a chama para testemunhar, dizendo que vai comparar as fibras de tecido encontradas na mão com o carpete que ela retirou dos quartos na noite em que chegou à cidade. Isso desespera Norma, que vai atrás dos carpetes, apenas para encontrá-los dentro de um lixão trancado. Pela primeira vez desde o piloto, Norma chora e externaliza seus temores, apenas para descontar em Norman tudo que vem segurando desde que matou Keith.
 

Norman, com essa briga, também precisa desabafar e escolhe o irmão, até bebendo com ele. No fim, conta tudo, desde as ameaças e a morte de Keith, até a situação atual e o porquê de a mãe estar dormindo com o xerife. E Dylan acredita nele. Acredita até quando ele a conta sobre a garota trancada no porão. No fim, escuta os conselhos do irmão e vai visitar Bradley, passando a noite com ela. Um momento até bastante bonito e, ouso dizer... raro? Veremos...

Mas, como é Bates Motel, o episódio só acaba quando algo bombástico acontece. O que acontece nesse? Norma é presa. Sim, ela se livrou do corpo, trocou carpetes, dormiu com xerife, se arriscou... pra ser presa. O que acontecerá em seguida? É Bates Motel, pode acontecer de tudo!

The Americans: 1x12 The Oath

Adoro os disfarces de Elizabeth, mas esse que ela usa pra encontrar o Sandford, um dos recrutados da KGB... é sexy! Quando ela se encontra com Sandford, recebe uma notícia interessante: Sandford decidiu agir por conta própria e diz ter recrutado um coronel da Força Aérea, que deseja vender informações para a KGB por intermédio de Sandford. Hmmmmm... fiz a mesma cara da Elizabeth, cara de "Tô super desconfiando de você, espertinho."...

Uhuhu, Nina recebe a notícia de que auxiliará a Rezidentura a organizar as atividades da Diretoria S, da qual o casal Jennings faz parte. É agora que a gente fica sabendo onde reside a verdadeira lealdade dela, afinal... ela poderá saber quem são os agentes da Diretoria S e entregar todos eles a Stan, ou seja: FBI.

 
Lembram da empregada que plantou o relógio com a escuta sob ameaça dos Jennings? Olha ela de volta! Religiosa, como sempre, ela obviamente se questiona sobre o que fez, mesmo sem saber o tamanho da importância daquela escuta. Enquanto isso, Elizabeth recebe provas de que Sandford tem realmente o que vender, e vai atrás de Vovó para saber se devem ou não comprar a informação. Elizabeth acredita que é uma armadilha. Vovó diz que o risco vale a pena e que a reunião com o Coronel acontecerá.

Phillip sugere que Martha coloque uma escuta num dos escritórios do FBI para saberem se é uma armação ou não; Nina ainda está preocupada sobre quem matou Vlad, Stan mente na cara dela dizendo que não o matou quando ela o confronta. Ela me intriga cada vez mais, será que ela já sabe e só está testando-o?


Pois não deu outra: a empregada que foi coagida pelos Jennings decide confessar tudo e vai para o FBI. Stan e seu chefe ligam os pontos e percebem que o mesmo casal que a coagiu também é o casal que sequestrou o agente da CIA no episódio passado. Vixi...

Martha, sempre sendo chata mas, ao mesmo tempo, plausível, questiona "Clark" sobre as condições para ambos se casarem, como não contar para ninguém. Phillip a pediu em casamento para que ela confiasse nele o bastante e plantasse a escuta no escritório de Gaad. Apaixonada por Clark, ela pede que se casem logo na mesma semana, o que faz com que Elizabeth e Vovó se disfarcem como parentes de Clark para a cerimônia. Gente, que tristeza olhar para a Elizabeth ali, como testemunha, por mais que seja falso e só um disfarce, aposto que doeu. Pois lembrou do que amor de verdade parece. Pelo menos da parte da Martha, né? Mas fez ambos se questionarem por não terem feito votos... teria dado certo se tivessem?

Nina, num ataque de bom senso ou loucura, admite para Arkady que é a espiã dupla e exige ser enviada para Moscou para pagar por seus crimes. Além disso, admite que virou amante de Stan e se oferece para ser espiã TRIPLA, finalmente! Espero que a KGB aceite, porque, por mais que eles sejam os "vilões", torço mais pelos russos do que por americanos. ♥

PS.: "Ilegais" é o termo que o FBI usa para espiões infiltrados nos EUA como americanos.

PS.2: Só eu fiquei imaginando uma season finale com os Jennings se casando de verdade e trocando promessas? *-*

The Americans: 1x11 Covert War

Pois dito e feito! FBI cansou de ser bonzinho e resolveu agir dentro do país inimigo, assassinando oficiais de alta patente da KGB, como Viktor Zhukhov, mentor e superior de Elizabeth. Já começa tenso o episódio.

Para aliviar a tensão, vemos Elizabeth e sua vizinha Sandra curtindo (ou tentando) a vida de "separadas". Elizabeth é mais acostumada a disfarçar seus sentimentos e engoli-los, enquanto Sandra enche a cara e discute com o marido quando volta pra casa. Uma atitude mais do que natural para uma esposa que tem problemas a resolver com o marido. Mas Elizabeth não é normal, apesar de desejarmos que ela saia de vez dessa fase de "Ah sou uma espiã da KGB e preciso manter meus sentimentos longe da minha missão!"... cadê Elizabeth fazendo escândalo, gente?

Bem... ao saber de Zhukov pela Vovó, um princípio de rebelião se inicia dentro dela, que já quer matar o responsável. Mas essa não são as ordens da Pátria Mãe. E, ao vermos um flashback de Elizabeth e Zhukov, aprendemos que ele foi uma figura paterna para ela, o mais próximo de um pai. Ou seja, é a forma dela de reagir às mudanças que estão tirando o controle da sua vida. Claro que ela, como espiã, avisa Phillip mas também pede ajuda a ele, que a lembra do tamanho do risco. Quem disse que ela liga?

Nina é promovida em seu trabalho e começa a ter acesso a informações que são confidenciais, além de receber a missão de descobrir quem são os mandantes dos assassinatos em Moscou. A pergunta é: ela agirá como uma agente dupla ou tripla?

Um momento cômico no episódio: Phillip, no seu disfarce de Clark, entra numa "emboscada" ao visitar Martha: ela arma um almoço surpresa para ele conhecê-lo seus pais. A cara dele quando entra no apartamento é de desespero hahahaha pena que a cena foi curta.


"Todos nós morremos, Elizabeth. Antes disso, fazemos escolhas.", diz Zhukov em outro flashback de Elizabeth. O que cai muito bem com o momento dela, em que ela escolhe matar o agente que assassinou seu mentor. Phillip aparece para ajudá-la, provando ser seu companheiro, assim como Zhukov disse que ele seria, com o passar dos anos. Elizabeth começa seu plano, tentando seduzir o agente. Nesse momento, até abro um parênteses sobre a trilha sonora, que está mais presente nesse episódio do que nos outros, o que nos lembra dos anos 80 e é muito boa! Não é tão chiclete quanto The Carrie Diaries, é mais adulta... mas não deixa a série brega. Aliás, combinou direitinho com a cena de beijos x briga de Elizabeth com o cara.

Nina conta a Stan que tem mais acesso a informações agora, enquanto ele continua mentindo que não sabe quem matou seu amigo (sabe melhor do que ninguém, foi ele!). Além disso, ele fala que deve parar de ter um caso com ela, pois sua esposa descobriu. Mas... de nada adianta esse papo quando ela tira o roupão. =D

Elizabeth e Richard, o agente, tem um embate de igual pra igual, apesar de ele estar vendado e amarrado. O jeito com que ele fala com ela e a pressiona, apesar de ela estar com a vantagem, a tira do sério e, palavras dela, tiram o controle de suas mãos. Sorte dela que Phillip está lá, sempre acalmando-a e trazendo um pouco de senso para ela. O que a faz decidir deixar Richard vivo, vendado num banco de uma praça. O problema é que Richard, um agente da CIA, escutou bastante coisa, como a voz de Phillip. E que o ato de matá-lo era pessoal, só pela voz dela. Além de que os agentes são um casal. Ou seja... o cerco está diminuindo pro nosso casal Jennings.

Elizabeth, mais calma e grata, visita Phillip no quarto de motel dele, levando cerveja de agradecimento. A morte de Zhukov a fez pensar em tudo que ele ensinou para ela, mas que talvez ela não tenha interpretado direito na época. Ensinou que, apesar da causa, do comprometimento dela, família e amor são o mais importante. Mas né... Phillip não tem como ficar interpretando os sinais dela e nem tem bola de cristal pra saber quando ela estará disposta a tentar de novo, então, arranjou um apartamento. Tá mais do que na hora de os dois se acertarem.

Elizabeth e Vovó se encontram e tem uma discussãozinha básica, em que Elizabeth joga na cara dela o quanto Vovó é manipuladora e ela não é nada prevísivel, como a KGB acredita. E pelo discurso de Elizabeth, acho que Vovó não sobreviverá pra ver a segunfda temporada da série, hein?

O que aprendemos com esse episódio? Que até mesmo Zhukov, à sua maneira, alertava Elizabeth de que focar numa causa é perder o controle do que acontece ao seu redor, pois não se pode controlar tudo, por mais treinado e capaz que você seja. E tá na hora dos Jennings tomarem como causa não os EUA ou a KGB, mas eles mesmos. Até o próximo episódio!


24 de abr. de 2013

Doctor Who: Review 7x09 - Hide


De longe, meu episodio favorito de Doctor Who desde a quinta temporada!

Pra quem me conhece sabe o absurdo de pessoa que eu sou com filmes de suspense e terror.  Simplesmente não consigo assumir uma postura de “é tudo de mentira”, eu sei que é de mentira, mas não me impede de surtar com essas coisas. Logo, o fato de eu, em plena luz do dia, vale ressaltar, ter tido mini ataques do coração nesse episodio era o esperado, mas valeu a pena, tudo sensacional.

Caçar fantasmas me proporcionou vinte minutos de pânico. Claro que já esperava que no final tudo iria mudar para um assunto loucão de ficção cientifica e criaturas estranhas e Doctor Who stuffs mas até o momento, a serie conseguiu cumprir seu papel de suspense comum bem macabro.

O mistério começa com um fantasma que assombra um cassarão a mais de 400 anos. Nisso conhecemos Alec Palmer e Emma Grayling. Confesso que cheguei a procurar realmente se eles eram personagens fictícios da serie ou realmente existiram, todo episodio é uma convicção tão grande que nunca sei, e queria que eles tivessem existido, já iria fazer uma pesquisa completa por causa dessas coisas de fantasmas, mas eles são realmente fictícios. Alec um professor e caçador de fantasma tem Emma como assistente por ser uma sensitiva. 

Com a ajuda de Clara e Doctor, percebem então que o fantasma, depois de algumas aparições de susto e varias fotos, está sempre exatamente na mesma posição e com uma observação aqui e ali Doctor já começa a juntar as peças e vai fazer uma longa viagem no tempo com sua Tardis, presenciando do nascimento a morte da Terra. O ápice então deve ao choque de Clara. Ela claramente não reagiu bem aquilo, e se deu uma pequena discussão de o que as companions realmente significam para o Doctor? Seriam todos apenas fantasmas para ele?

Depois dessa viagem o episodio muda de foco para universo paralelo, universo de bolso, buraco da minhoca, e já fomos levados quase para Fringe, ou mesmo para as lembranças de Rose e Doctor. Adoro esses assuntos, então achei a mudança do roteiro de suspense/terror para outros universos sensacional! E mais sensacional ainda a explicação da então agora viajante do tempo ex fantasma estar sempre na mesma posição é que no universo onde ela está, segundos se passam enquanto aqui, passam milhares e milhares de anos e que a conexão de Emma com a moça cosplay de Martha, é porque elas são na verdade parentes!

Eis então que Doctor usa de seus dons de Doctor para aumentar os “poderes” psíquicos de Emma para abrir o então buraco da minhoca e resgatar a fantasminha viajante do tempo. Ótima passagem de cenas, principalmente com Clara depois de uma discussão com a Tardis com direito a "você realmente é uma vaca", ganha a confiança da bluebox e ajuda mais uma vez a salvar o dia. Doctor por sua vez descobre que além da moça perdida existe um monstro por ali também, e quando quase tudo está resolvido, descobre que o monstro estava apenas atrás de sua amada parceira, vivendo em nosso universo, não era uma historia de terror afinal, era apenas uma historia de amor! Então foi aquilo que segurou a mão de Clara, pronto, todos os mistérios devidamente solucionados!

Ou quase todos. Quando o episodio começou meu primeiro pensamento foi “mas Clara e Doctor foram parar ai nessa casa sabendo do fantasma do nada?”, sempre tem um motivo para as viagem certo? Ou Doctor vai para algum lugar sem querer, como aconteceu no episodio anterior, ou nos mostra logo no começo o motivo dele ter escolhido tal lugar. Só que nesse isso não aconteceu e já comecei a ficar incomodada, porém como Doctor Who nunca faz nada sem um motivo, graças, ficamos sabendo porque Doctor foi parar exatamente naquele lugar, foi por causa de Emma, e esperando que ela usasse seus poderes sensitivos e descobrisse qual o mistério de Clara. Só que não foi dessa vez, e Emma diz que Clarinha é apenas uma menina normal. E a quenga da Emma além de não ter ajudado em nada o Doctor com esse mistério, ainda foi falar para a menina Clara que oi, Doctor não é confiável, não abra suas asinhas para o moço de gravata borboleta, ele não é uma boa pessoa. Viu Doctor, ninguém mandou ir atrás de parente de Martha Jones que usa uma roupa cafona de viajante do espaço.

COMO ASSIM NÃO CONFIAR NO DOCTOR? Já comecei a me sacudir de ansiedade querendo saber o motivo dessa cena e o que vai dar. E é com esses pequenos momentos que aparecem quase despercebidos que a serie vai armando mais incógnitas para os personagens, e como é Doctor Who, nada é em vão, espero que esse circo pegue fogo bem rápido porque minha ansiedade não está mais se aguentando.

Ps: assumindo minha leiguice  alguém poderia fazer a gentileza de me explicar exatamente a diferença entre universo de bolso e universo paralelo? 

23 de abr. de 2013

The Americans: 1x10 Only You

Bem, o episódio já começa com o clima tenso dos acontecimentos do anterior, o que sugere que a trama da série vai focar mais na mudança da atitude do FBI, que estava até pouco tempo agindo com cautela.
 
Descobrimos que Phillip continua dormindo num quarto de hotel, separado de Elizabeth. Enquanto isso, o FBI seguirá uma pista que pode levar ao local que Amador foi morto: o anel que ele usava não estava com ele quando foi encontrado.

Stan, mesmo com desejo de vingança, encontra tempo para (assustar!) visitar Phillip no hotel, em busca de alguém para desabafar, à sua maneira. São nesses momentos dos episódios que nós, como espectadores, ficamos torcendo pelos "vilões" da história sempre estarem na vantagem. Como quando Phillip, após Stan contar da morte de seu parceiro, pergunta quem o matou. Ficamos alertas o tempo inteiro, como se nós fôssemos os culpados e pudéssemos usufruir da identidade secreta dos espiões. E é isso que faz dessa série tão interessante de se assistir, além de não ser nada clichê.

No outro dia, Stan confronta Nina sobre a morte de seu parceiro, tomando como resposta o questionamento dela sobre a morte do agente do KGB... que ele mesmo matou no fim do episódio passado. Nessa cena, vemos a frieza do Stan em busca da sua vingança, mentindo para ela que, se descobrir quem foi, contará à ela. Hmmmm...

O clima na casa do Jennings continua tenso, típico de uma família passando por uma separação... com o adicional das conversas conspiratórias, claro. Phillip conta à Elizabeth sobre a pista do anel enquanto discutem a nova rotina da vida de um casal separado. Mas o FBI também está atrás do anel e o encontra antes, acirrado o cerco contra os nossos (posso dizer, queridos?) espiões. Elizabeth vai atrás de Gregory, seu ex-amante, para lhe dar a missão de encontrar o anel, sem saber que o FBI já está interrogando o dono do ferro-velho que encontrou o carro abandonado, onde o anel estava. Stan, obviamente, mudou sua, digamos, forma de abordar suspeitos, assim como todo o FBI, até arrancar a resposta que queria.   
  

O encontro de Elizabeth e Gregory nos mostra que, também obviamente, Gregory ainda ama Elizabeth. Mas essa, mesmo separada, não quer voltar para seu ex-amante. Apesar dos dois combinarem, ainda prefiro Phillip e Elizabeth. ♥ Stan faz o dono do ferro-velho olhar para fotos de suspeitos, que identifica um dos membros da equipe de Gregory, um homem que Stan já viu antes quando estavam atrás da mulher de um falecido membro da Diretoria S. Ao ir atrás desse suspeito, conseguem capturá-lo, diminuindo a vantagem dos russos.

O casal se encontra com sua comandante e tomam decisões sobre o que fazer com Gregory após essa prisão, colocando-o num esconderijo e pensando num plano de extradição para Moscou. Elizabeth defende a lealdade dele enquanto Phillip questiona se ele aceitará ou não. Bem, com esse sentimento pelo Elizabeth... será que ele vai querer partir tão fácil do país?

Stan apela pro patriotismo de Curtis para fazê-lo falar, enquanto Elizabeth conta para Gregory suas (poucas) opções para garantir sua segurança. Como previ, Gregory pede para que ela fuja com ele. Ela recusa, pois né... ela ama o Phillip né gente?! Tá na cara!

Curtis denunciou Gregory, que já está na mira do FBI. Enquanto isso, Claudia visita Gregory para cuidar dos detalhes da sua extradição, falando que Califórnia não é seguro o bastante para ele ou para o casal Jennings. Além disso, Claudia explica que KGB colocou pistas de que ele assassinou amador no apartamento dele para encerrar esse assunto. Gregory explica que não irá para Moscou, pois não acredita tanto na causa.Mais tarde, Elizabeth e Gregory compartilham um jantar juntos, amigavelmente... mas ele não desiste. Eles até que combinam, mas eu total apóio o casal Jennings!

Gregory, na manhã seguinte, avisa que ficará no país, o que gera uma discussão com direito a arma apontada pra ele. Phillip chega e Elizabeth apela para que o deixe ir e ser encontrado pela polícia, para encerrar toda a trama, pois confia nele... Phillip deixa. Claro que deixa. Ele também a ama. E o episódio acaba com o carismático Gregory se sacrificando por Elizabeth. Não pela causa, não pelos russos, mas por ela. Ele luta até o fim, mas acaba morto. Enquanto isso, a vida continua...

Bem, agora é esperar o próximo episódio para ver o que os roteiristas criarão para nossos agentes! Mas uma coisa é certa: o FBI não voltará mais a ser conivente. O que já é garantia de trabalho extra pros Jennings!