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1 de jun. de 2013

Doctor Who: BBC anuncia que o episódio de natal será o ultimo de Matt Smith.



A BBC anunciou hoje que Matt Smith deixará Doctor Who após o episódio especial de 50 anos da série e o especial de Natal. Interpretando Doctor por três temporadas desde 2010, vimos o programa virar verdadeiramente global e ser o primeiro ator a interpretar o personagem, ser nomeado para BAFTA.

Essa declaração do ator deixou muitos fãs confusos, já que o mesmo já havia dito que continuaria para uma oitava e ultima temporada. Importante ressaltar que ao que tudo indica Steven Moffat continuará como showrunner da série, que sofria especulações de que sairia logo. Abaixo consta a nota que o ator e Moffat deram sobre o fim.

Matt Smith diz:. "Doctor Who tem sido a experiência mais brilhante para mim como ator e pessoa, e que em grande parte se deve ao elenco, equipe e fãs da série que eu sou incrivelmente grato a todos que trabalharam incansavelmente todos os dias, para realizar todos os elementos do show e entregar Doctor Who para o público. Muitos deles tornaram-se bons amigos e eu estou muito orgulhoso do que temos conseguido ao longo dos últimos quatro anos.

Tendo Steven Moffat como showrunner escrevendo esses episódio engraçados e brilhantes tem sido um dos maiores e mais gratificantes desafios da minha carreira. Tem sido um privilégio e um prazer trabalhar com Steven, ele é um bom amigo e vai continuar a moldar um mundo brilhante para o Doctor.

Os fãs de Doctor Who em todo o mundo são diferentes uns dos outros, únicos, como se vestem, uns gritam mais alto, sabem mais sobre a história do show (e espetacularmente mais sobre o futuro do show) de uma forma que eu nunca vi antes, a dedicação é verdadeiramente notável. Obrigado muito por apoiar minha encarnação do Senhor do Tempo, eleven, mas ainda tenho algo a acrescentar então estou de volta para o 50 º aniversário e o especial de Natal!

Tem sido uma honra participar, seguir o legado de atores brilhantes, e dirigir a TARDIS com "the ginger, the nose and the impossible one". Mas quando eu tenho que ir, eu tenho que ir para Trenzalore. Obrigado a todos vocês. Matt. "

Steven Moffat, principal escritor e produtor executivo, diz: "Todos os dias, em cada episódio, a cada conjunto, Matt Smith me surpreendeu: a maneira como ele mudaria uma fala, ou gira seus calcanhares, ou faz algo engraçado, ou do nada me faz chorar, eu nunca sabia o que estava por vir. O Doctor pode ser palhaço e herói, muitas vezes, ao mesmo tempo, e Matt subiu para ambos os desafios magnificamente. E ainda melhor do que isso, dadas as pressões deste espetáculo extraordinário, ele é uma das pessoas mais agradáveis ​​e mais empenhadas que eu já tive o privilégio de conhecer. Tudo o que joguei em cima dele -. às vezes literalmente - o seu comportamento sempre foi digno do Doctor.

Mas grandes atores sempre sabem quando é hora de acabar, de modo que este Natal, podem se preparar para os seus corações ficarem quebrados, para dizemos adeus ao eleven. Obrigado Matt - gravatas borboletas nunca foram legais.

É claro, este não é o fim da história, porque agora a pesquisa começa. Em algum lugar lá fora agora - sem saber - é alguém que está prestes a tornar-se o Doutor. A vida vai mudar, e Doctor Who vai nascer mais uma vez! Depois de 50 anos, que ainda é tão emocionante! "

Tendo estrelado ao lado de três companions diferentes, Amy Pond (Karen Gillan), Rory Williams (Arthur Darvill) e, mais recentemente Clara Oswald (Jenna Coleman), Doctor Matt lutou contra Daleks e Cybermen, bem como Weeping Angels em New York. Regularmente ouvimos gritando 'run' e 'Geronimo', Matt foi introduzido a uma nova combinação de culinária - peixe empanado e creme!

A saída espetacular de Matt ainda está para ser revelado e será mantido rigorosamente em segredo. Ele voltará a BBC One telas no episódio do 50 º aniversário imperdível no sábado 23 de novembro de 2013 - Sintonize!

Você pode ler também a matéria original no site da BBC.

Apesar de muita gente falar que já estava na hora de trocar de Doctor, eu estou muito triste. Matt Smith é meu Doctor e ator favorito e estava certa que ele iria fazer a oitava temporada depois de suas declarações. Sem contar que a química do Doctor com sua nova companion Clara estava sendo ótima, esperava um pouco mais de interação. Mas como despedidas em Doctor Who são inevitáveis  não posso desejar nada mais que excelentes episódios finais e que Matt continue bem em sua carreira para podermos vê-lo sempre! 



15 de mai. de 2013

Doctor Who: Review 7x12 – Nightmare in Silver + Prequel



O episódio da semana conseguiu se redimir um pouco pelo anterior. Porém ainda está tudo passando bem batido. Já expressei minha insatisfação com a divisão dessa temporada antes, mas está demais, poucos episódios e pouco foco com a trama principal. Porém já que não temos tudo que queremos, o negocio é aproveitar  o roteiro da semana que foi escrito por Neil Gaiman, quem não conhece esse moço, ele foi o responsável pelo  episodio The Doctor's Wife e também é o escritor daquele livro “Stardust” que tem um filme com a fofa da Claire Danes, vale a pena conferir.

Clara manteve sua palavra no ultimo episódio e levou as crianças que ela cuida para uma viajarem na TARDIS. Logo, a trama que se passa em um parque de diversões na lua, faz sentido, e a ambientação é bem assustadora, porém a experiência com eles não funcionou.

O episodio foi bom sim, mas se pudesse tirar alguém pra ficar melhor, seriam aquelas crianças, ou pelo menos a menina.  Angie já começa insultando a TARDIS, qual o sentido? Essa menina não ameaçou Clara no episódio anterior pra levar eles para viajarem no espaço? Depois passou o resto do episodio reclamando de tudo, desculpa mas essa não é uma atitude de alguém que está viajando no espaço/tempo pela primeira vez, se até os adultos se comportam diferente, porque essa menina mimada não se mostrou minimamente empolgada? Sabe aquela pessoa insuportável que sempre faz o favor de estragar tudo e deixar todo mundo irritado inclusive o Doctor? Esse papel foi cumprido por essa menina, tirando que o Doctor não se irritou porque tinha que fazer media pra Clara né.

A participação de Warwick Davis, o Professor Flitwick de Harry Potter e o único anão da Inglaterra, já que ele está em tudo, foi ótima! Os Cybermites e a volta dos Cybermen cumpriram o que prometeram. Não sou lá muito fã dessas criaturas, mas eles tocaram um terror naquele parque de diversões e vieram em uma hora certeira depois do fiasco do episódio passado.

Clara por sua vez finalmente deu uma sacudida, e virou líder de toda a operação e brilhou, ganhando apoio até do imperador. Foi bom ver a moça não cair na passividade igual estava acontecendo nos últimos episódios. O assunto de ela ser impossível também voltou e estamos cada vez mais perto de descobrir o porquê, porém não esperei grandes relevações, já me conformei que isso só será foco principal na season finale.  

Porém, quem brilhou mesmo e fez toda essa lambança mais ou menos se tornar maravilhosa foi o Doctor. Na Review passada eu bati na tecla que não da pra deixar Doctor fora das telas por tanto tempo, e que foi o maior erro anterior. Nesse não tivemos esse problema, porque não tivemos só um, mas dois Doctors ocupando quase todo o tempo na tela. Matt Smith foi espetacular e a cada episódio ele  cresce mais e mais e muita gente já deveria ter aceitado como ele é sensacional, 2013 e ainda tem gente chorando pela saída do Tennant, desfoquem esse amor pela 10th e reparem como Matt é um puta ator por favor! Por isso amo quando ele praticamente da um tapa na cara de todos como ele fez nesse episoódio. A atuação impecável com passagens de cenas ótimas também, Doctor e seu alter-ego Cyber- Planner e o jogo de xadrez foi uma sacada brilhante, Timelords inventaram o jogo de xadrez, sem surpresas, só eles mesmo pra inventarem algo tão midfuck.

A cena que me deixou mais chocada foi quando Doctor se declara para Clara, aquilo foi tão convincente que já estava achando que estava vendo outra série, claro que no final era tudo mentira, e os dois voltaram no relacionamento normal, porém vale ressaltar que Doctor pensar na Clara all the time é totalmente aceitável, todo mundo quer saber qual é a da Clara certo? Doctor deve querer mais ainda, estamos vendo a vários episódios a loucura já admitida por esse assunto.

Gaiman brilhou com o que tinha e me pergunto o por que ele escreve tão pouco para Doctor Who e Gatiss está ai nos assombrando toda hora.

Bom, sábado já temos a season finale “The Name of the Doctor” (em Londres rolou até um protesto porque ninguém quer saber o nome do Doctor não, eu já acho que vai ser a maior trollação do mundo e estou bem tranquila, afinal já sabemos quem é a “mãe”, não podemos saber quem é esse Doctor assim de uma vez só) e pela promo parece que vai ser sensacional. A BBC America fez a maior burrada de todos os universos e mandou DVDs errados já com essa season finale, porém a emissora já tratou de subornar os whovians falando que se eles guardassem a finale apenas para eles até sábado, eles iriam liberar algum vídeo com o Tennant e o especial de 50 anos, que claro, provavelmente eles já iram liberar, mas usaram isso para tentar consertar o erro. E parece que está funcionando. Então vamos ter que esperar sábado mesmo!

BBC liberou esse prequel do próximo episódio, achei sensacional, tirem suas proprias conclusões, eu estou confiante, Moffat quando quer consegue! THE DAY WE WENT TO TRENZALORE!!!






8 de mai. de 2013

Doctor Who: Review 7x11 - The Crimson Horror



Alguém pode, por favor, tirar Gatiss de Doctor Who? Sofrível resume os últimos episódios dele e palhaçada resume colocar DOIS roteiros dele em uma unica temporada. Abusar de Gatiss quando a BBC resolve deixar cinco a oito episódios de Doctor Who por ano é demais. Serio, quem aprova um roteiro desses? Cold War já não foi suficiente? Esse homem tem que ficar SÓ em Sherlock.

Sinceramente, quando vi a promo minhas expectativas foram as alturas, claro que não esperava nenhuma obra prima depois de Hide e Journey to the Centre of the TARDIS, mas esperava algum terror realmente, Inglaterra vitoriana tinha tudo para nos proporcionar um episódio realmente ótimo, porém isso não aconteceu.

Gatiss já tinha assumido Cold War na temporada, e já tinha reclamado por ter achando o episódio mediano, só que mesmo assim esse teve lá seus méritos, mas The Crimson Horror foi deplorável, me dói ter que falar assim de Doctor Who porque é uma serie tão acima da media que quando essas situações ocorrem, é um choque para todos. Estamos mal acostumados. Isso sem contar o fato que estamos a dois episódios do fim da temporada e não teve nada relacionado ao mistério de Clara, não poderia ter acontecido um tamanho deslize desse a essa altura.

Clara por sua vez ainda não criou sua própria identidade. Adoro a moça, estou amando o trabalho de Jenna, mas está faltando uma certa personalidade, penso que isso se deva ao plot da personagem, não sabemos nada de sua existência impossível, logo não podemos conhecê-la tão bem. Por isso todo meu descontamento com esse episodio filler totalmente desnecessário, Gatiss não sabe conectar nada com os plots centrais, por que ainda o deixam escrever episódios quando os últimos três dele foram sofríveis? E eu nem vou entrar no assunto dos Daleks coloridos da season 5.

No episódio tivemos a participação de Madame Vastra, Jenny e Strax investigando Sweetville, uma comunidade em Yorkshire, que recruta pessoas bonitas e civilizadas para morar lá, com direito a um pessoal aparecendo mortos e vermelhos. A participação dos três da ultima vez foi genial, e contribuíram horrores para a série, já nesse, nem eles conseguiram deixar essa historia boa, até os diálogos foram porcos, nem Jenny de ninja me convenceu, inclusive achei uma cena muito, mas muito ruim.

Tudo isso acrescentando que o Doctor demorou QUINZE MINUTOS para aparecer. Entendo que a intenção do roteiro era causar um suspense com a imagem do Doctor nos olhos do tal morto  e fiquei realmente surpresa que o “monster” na verdade era o Doctor. Mas nada disso me convenceu, e talvez pelo roteiro enfadonho, Doctor ter ficado tanto tempo assim longe das telas (que poderia ter sido legal afinal tivemos Vastra, Jenny e Strax e cavalo) me deu um profundo sono, conseguindo me acordar apenas quando o episódio deu uma agilizada com a passagem dos flashbacks.

O roteiro foi campeão de más escolhas diga-se de passagem, alguém me explica aquele Mr. Sweet? What the hell? Por um momento achei que a velha ia tirar aquele lenço da cabeça dela e o Mr. Sweet ia aparece do outro lado e uou Voldemort, mas não, ele estava no peito dela, apenas risos. Não tenho nem palavras pra descrever meu sentimento com aquele bicho sem nenhuma explicação do que é e de onde veio, mas posso garantir que não é coisa boa. A cena final da vilão caindo da escada também foi deplorável. Como uma série tão boa, autorizou a filmagem de semelhança desgraça?

Vou falar então rapidamente das partes que não chegaram a salvar o episódio, mas me deu um mínimo de diversão. O destaque de Jenny foi muito bacana, ela conduziu muito bem as cenas conseguindo até um beijo do Timelord e a parte em que Madame Vastra comenta que precisa de um homem bonito para se infiltrar e investigar Sra. Gillyflower e Strax é descartado e substituído por Jenny foi muito boa! Strax conversando com o cavalo e aparecendo sempre (sabe-se de lá onde) atirando por todos os lados, e Doctor espionando com todos e falando “ok gangue” (cena da foto) nos proporcionou algum senso de humor.

Entre as cenas de carinho de Clara e Doctor que eu adoro, achava mesmo que o trio ia colocar o Doctor na parede e perguntar COMO CLARA ESTÁ VIVA? Mas não, eles aceitaram tudo numa boa, como assim? Era o que eu mais estava esperando desde a promo, alguém jogar Clara e Doctor na parede, olha a oportunidade que deixaram passar, porque se não, qual a finalidade de colocar personagens que conheceram a outra Clara? Por favor.

Então eis que surge a salvação faltando um minuto e meio pra acabar o episódio, Clara finalmente volta para sua casa e as crianças descobrem varias fotos dela viajando no tempo, fácil assim, e elas já sacam que o “namorado” dela é um viajante do tempo, o que não deixou de ser um cumulo de cena, admito, mas pelo menos com as crianças descobrindo tudo, Clara viu a foto da outra Clara, ou ela, não sei, lá no episodio do Natal, então espero que ela fique no mínimo intrigada e investigue isso a partir de agora. As crianças viajarem com eles parece que vai ser no mínimo interessante. Pelo menos eu espero depois desse episódio desastroso, afinal Doctor Who ainda é a melhor série exibida atualmente. 

OBS: Essa review saiu mais tarde por motivos de que demorei três dias pra conseguir terminar de assistir The Crimson Horror por motivos óbvios. 

30 de abr. de 2013

Doctor Who: Review 7x10 - Journey to the Centre of the TARDIS




Journey to the centre of the TARDIS tinha em mãos todos os elementos necessários para ser um episódio épico e conseguiu. Depois de 50 anos finalmente conhecemos o interior do elemento mais fascinante da série, nossa amada TARDIS, e valeu muito à pena! Conseguiu ser superior a Hide, e olha que tinha elegido o episódio anterior como meu favorito. Já admito que criei uma extrema obsessão por esse episódio e essa review não vai ter nem metade do que eu queria falar por motivos de: iria ser fãgirl demais! Surtos demais, essas coisas.

Levanta a mão quem nunca se sentiu atraído a conhecer o interior da TARDIS? Já a conhecemos em sua versão mulher, então já estava mais que na hora de conhecermos seu interior.  É praticamente uma Hogwarts para os fãs de Doctor Who. Como o próprio Doctor avisa, ela é imensa por dentro, e poderia levar horas, dias, meses para conseguir encontrar algo: "Pense na maior nave que já viu. Pode imaginá-la? Bom, agora esqueça. Esta nave é infinita". Então conhecemos apenas um pouco dessa linda, e por esse pouco só tenho a dizer que Doctor samba na rainha e no seu palácio de buckingham e da pra entender bem porque nenhuma companion quer largar o Doctor, quero ser companion também minha gente! Lugares já mencionados como a sala com o telescópio, a piscina e a biblioteca são mostrados. Quem lembra no primeiro episodio do 11th em que ao cair no quintal de Amy Pond ele está todo molhado porque estava na piscina, na biblioteca? 

Agora vamos para o episodio. Uma equipe de resgate avista a TARDIS e vê uma oportunidade para o lucro. Como Doctor deixa a nave em um sistema simples para Clara poder pilotá-la, eles acabam sendo capturados. Doctor consegue sair, mas Clara fica presa. É assim que começa o desenrolar do episódio, Doctor mobiliza essa equipe para salvar sua companion que está perdida dentro da TARDIS em colapso, sem proteção alguma e correndo perigo, com direito a monstros ossificados a perseguindo. Cena que vem com a maior trollação do mundo e "30 minutos antes da TARDIS se auto-destruir" e as melhores frases “Minha nave, minhas regras” e “Nunca entre em uma cabine azul com um homem louco, ninguém nunca ensinou isso a vocês?” se vocês nunca receberam esse ensinamento, estão devidamente avisados agora.

Confesso que me choquei com Doctor jogando sem dó nenhuma na nossa cara a obsessão que ele criou por Clara, admitindo que encontrar e salvar a vida da moça era mais importante do que a vida da sua amada TARDIS.

Clara enquanto isso encontra a famosa biblioteca e avista o livro A GUERRA DE TODOS OS TEMPOS, e descobre o verdadeiro nome do Doctor, desse jeito, simples assim. Agora a pergunta que ficou na minha cabeça: essa biblioteca é tão escondida assim que nenhuma companion conseguiu chegar até lá? Porque aquele livro estava na cara de qualquer pessoa que entrasse naquele lugar. Uma das teorias que eu li é que Clara pode ter alguma ligação com Gallifrey já que o livro obviamente deve estar escrito em sua língua original (e que a TARDIS não traduz) e não é qualquer um que teria a habilidade de conseguir compreende-lo. Será?

Conhecemos também um mecanismo da TARDIS totalmente bizarro: o sistema de reconfiguração arquitetônico que funciona mais ou menos como a genética da nave. Achei bem estranha essa parte logo não entrarei em detalhes, mas a cena valeu para pegar raiva de um dos personagens daquela equipe que não me dei ao trabalho de decorar o nome porque sabia que iria odiá-los. POR QUE quase todo episodio precisa ter algum babaca irritante que nunca ouve o que o Doctor fala e fode tudo? Torci para a morte daquele irmão de bigode o episódio todo! E na cena final com o foque desnecessário na foto da família humana que achava que era robô? Vai ter alguma ligação futura será? Espero que não sinceramente.

O clímax do episodio deve-se quando após Clara ser encontrada, eles vão parar para a sala onde a fonte de energia da TARDIS fica, “o olho da harmonia” que é uma estrela. UMA ESTRELA QUE ALIMENTA A FUCKING TARDIS! Quão foda é isso? E é nessa cena que eles descobrem que aqueles “monstros” queimados e ossificados na verdade são eles mesmos no futuro que foram queimados por essa estrela. Genial, voltamos para uma das primeiras cenas de Clara perdida passa os dedos na parede arranhada que é igualzinha suas mãos, estava tudo na nossa cara.

É é no clímax do clímax que Doctor diz que Clara morre de novo. De novo? Após isso eles vão parar no coração da TARDIS e em um momento de surto, Doctor resolve assustadoramente confrontar Clara. Quem é ela? Por que ele sempre a encontra? Por que ela está sempre morrendo? Uma hora ela era um Dalek, outra hora ela era uma babá na época vitoriana. Só o que eu posso dizer é: Finalmente Doctor! É claro que Clara não sabe nada, apesar da constante insistência de Doctor de que ela sabe de seu passado impossível, ela jurou que de nada sabia, dando uma certa segurança para o Doctor por enquanto. O problema é que quando achamos que a historia finalmente deu um passo enorme, o tempo é restaurado e voltamos para a cena inicial e Clara esquece TUDO! Minha aposta é que algo vai acontecer e ela vai lembrar de tudo o que aconteceu, inclusive o nome do Doctor! Será que isso voltará a tona do especial de 50 anos?

Clara continua sendo uma incógnita, e pelas inúmeras teorias relacionando a moça com a Rose e bad wolf, se isso realmente tiver alguma ligação a série estará on fire! Sem contar a constante afirmação que a TARDIS não gosta de Clara. Minha ansiedade não está mais se aguentando! Quero saber de tudo logo, mas isso significa o fim da temporada, e não quero ficar sem a série mais um ano, vida de fã não é fácil.

ps: Alguém reparou na chave escrito Smiths? Alguma probabilidade de John Smith voltar a ser mencionado na serie? Lembrem-se que ele era um alter ego na era Tennant. Será o especial de 50 anos mais uma vez?

ps2: E quando um dos irmãos vai desmontar o consola de comandos e varias vozes começam a sair de companions e doctors antigos? Bom momento para tentar achar a voz de Rose, Donna e 10th!

ps3: Doctor e Clara estão simplesmente com uma química inacreditável!!! Por um momento pensei que eles um casal de cinqüenta anos brigando. Já prevejo pessoas shippando esses dois. Onde está River enquanto esses dois lindos ficam ai viajando e ainda com Doctor e sua extrema obsessão pela moça?




24 de abr. de 2013

Doctor Who: Review 7x09 - Hide


De longe, meu episodio favorito de Doctor Who desde a quinta temporada!

Pra quem me conhece sabe o absurdo de pessoa que eu sou com filmes de suspense e terror.  Simplesmente não consigo assumir uma postura de “é tudo de mentira”, eu sei que é de mentira, mas não me impede de surtar com essas coisas. Logo, o fato de eu, em plena luz do dia, vale ressaltar, ter tido mini ataques do coração nesse episodio era o esperado, mas valeu a pena, tudo sensacional.

Caçar fantasmas me proporcionou vinte minutos de pânico. Claro que já esperava que no final tudo iria mudar para um assunto loucão de ficção cientifica e criaturas estranhas e Doctor Who stuffs mas até o momento, a serie conseguiu cumprir seu papel de suspense comum bem macabro.

O mistério começa com um fantasma que assombra um cassarão a mais de 400 anos. Nisso conhecemos Alec Palmer e Emma Grayling. Confesso que cheguei a procurar realmente se eles eram personagens fictícios da serie ou realmente existiram, todo episodio é uma convicção tão grande que nunca sei, e queria que eles tivessem existido, já iria fazer uma pesquisa completa por causa dessas coisas de fantasmas, mas eles são realmente fictícios. Alec um professor e caçador de fantasma tem Emma como assistente por ser uma sensitiva. 

Com a ajuda de Clara e Doctor, percebem então que o fantasma, depois de algumas aparições de susto e varias fotos, está sempre exatamente na mesma posição e com uma observação aqui e ali Doctor já começa a juntar as peças e vai fazer uma longa viagem no tempo com sua Tardis, presenciando do nascimento a morte da Terra. O ápice então deve ao choque de Clara. Ela claramente não reagiu bem aquilo, e se deu uma pequena discussão de o que as companions realmente significam para o Doctor? Seriam todos apenas fantasmas para ele?

Depois dessa viagem o episodio muda de foco para universo paralelo, universo de bolso, buraco da minhoca, e já fomos levados quase para Fringe, ou mesmo para as lembranças de Rose e Doctor. Adoro esses assuntos, então achei a mudança do roteiro de suspense/terror para outros universos sensacional! E mais sensacional ainda a explicação da então agora viajante do tempo ex fantasma estar sempre na mesma posição é que no universo onde ela está, segundos se passam enquanto aqui, passam milhares e milhares de anos e que a conexão de Emma com a moça cosplay de Martha, é porque elas são na verdade parentes!

Eis então que Doctor usa de seus dons de Doctor para aumentar os “poderes” psíquicos de Emma para abrir o então buraco da minhoca e resgatar a fantasminha viajante do tempo. Ótima passagem de cenas, principalmente com Clara depois de uma discussão com a Tardis com direito a "você realmente é uma vaca", ganha a confiança da bluebox e ajuda mais uma vez a salvar o dia. Doctor por sua vez descobre que além da moça perdida existe um monstro por ali também, e quando quase tudo está resolvido, descobre que o monstro estava apenas atrás de sua amada parceira, vivendo em nosso universo, não era uma historia de terror afinal, era apenas uma historia de amor! Então foi aquilo que segurou a mão de Clara, pronto, todos os mistérios devidamente solucionados!

Ou quase todos. Quando o episodio começou meu primeiro pensamento foi “mas Clara e Doctor foram parar ai nessa casa sabendo do fantasma do nada?”, sempre tem um motivo para as viagem certo? Ou Doctor vai para algum lugar sem querer, como aconteceu no episodio anterior, ou nos mostra logo no começo o motivo dele ter escolhido tal lugar. Só que nesse isso não aconteceu e já comecei a ficar incomodada, porém como Doctor Who nunca faz nada sem um motivo, graças, ficamos sabendo porque Doctor foi parar exatamente naquele lugar, foi por causa de Emma, e esperando que ela usasse seus poderes sensitivos e descobrisse qual o mistério de Clara. Só que não foi dessa vez, e Emma diz que Clarinha é apenas uma menina normal. E a quenga da Emma além de não ter ajudado em nada o Doctor com esse mistério, ainda foi falar para a menina Clara que oi, Doctor não é confiável, não abra suas asinhas para o moço de gravata borboleta, ele não é uma boa pessoa. Viu Doctor, ninguém mandou ir atrás de parente de Martha Jones que usa uma roupa cafona de viajante do espaço.

COMO ASSIM NÃO CONFIAR NO DOCTOR? Já comecei a me sacudir de ansiedade querendo saber o motivo dessa cena e o que vai dar. E é com esses pequenos momentos que aparecem quase despercebidos que a serie vai armando mais incógnitas para os personagens, e como é Doctor Who, nada é em vão, espero que esse circo pegue fogo bem rápido porque minha ansiedade não está mais se aguentando.

Ps: assumindo minha leiguice  alguém poderia fazer a gentileza de me explicar exatamente a diferença entre universo de bolso e universo paralelo? 

16 de abr. de 2013

Doctor Who: Review 7x08 - Cold War


Pensando que se fosse um episodio de outra serie, o nível seria muito alta, mas pelos padrões de Doctor Who, deixou a desejar e foi o mais fraco até então dessa temporada.

Doctor e Clara vão parar em um submarino da União Soviética em 1983 na época da guerra fria.  Amo esses episódios que são feitos em pequenos compartimentos, como naves espaciais que já vimos anteriormente, que causam um efeito claustrofóbico na gente, sem rota de fuga e um suspense em cada passo e cada minuto, só por esse cenário já fiquei feliz e sem respirar! 

Como estudo muito sobre essa época, achei que essa ameaça de mísseis nucleares e uma possível destruição do mundo algo bem alucinante, já que realmente na época isso era realmente uma ameaça real! A União Soviética e os Estados Unidos fabricaram tantas armas nucleares que se uma guerra começasse e todas essas armas fossem disparadas, seria capaz de destruir o planeta Terra pelo menos sete vezes! True! Foi por isso inclusive que eles tomaram outro rumo na guerra, já que viram que não teriam vencedores, afinal tudo iria pelos ares. 

Historia a parte, a ameaça dessa vez começa com uma criatura congelada que achavam ser um mamute, até que um soldado estagiário vai lá descongelá-lo no meio pólo, sem oxigênio e em um submarino cheio de mísseis nucleares, algo bem inteligente e que parece até uma piada, mas vocês duvidaram que isso ia acontecer logo quando foi mencionado que havia uma criatura guardada? Eu não, alias, isso é tão tipico em Doctor Who porque realmente é tipico no mundo real, se meter onde não é chamado e estragar tudo, claro.

Quando eles descobrem que na verdade aquilo não é um mamute, mas sim um guerreiro de Marte, os soldados já começam a ataca-lo.  É aquele típico momento, de novo, que vemos sempre em Doctor Who, o ser humano fazendo merda, daí eu, você e o Doctor ficamos putissimos porque toda a guerra e terror começam sempre com esse ato idiota de defesa e superioridade. 

Então claro que uma guerra começa pelo simples fato de vingança, Skaldak- o marciano- tenta chamar resgate de seu povo, mas não é respondido, achando assim que depois de cinco mil anos congelado, a sua raça morreu e só sobrou ele, fazendo assim seu objetivo de vida, se vingar dos humanos, que o capturaram, prenderam e tentaram mata-lo.

O ponto alto do episodio foram as cenas do professor com Clara, ela descobrindo que estava falando Russo, ele, grande fã de Duran Duran (Hungry Like The Wolf - wolf? Alguém já lembrou de Rose?) e claro, o momento que a moça  as mortes forenses, aquele momento de choque de realidade que todas as companions são obrigadas a passar. Acho sempre legal as cenas em que elas descobre que nem tudo com o Doctor são flores, carnaval e alienígenas e o de Clara foi tão memorável para mim quanto o de Donna lá na quarta temporada com os Oods.

Outro ponto alta na minha singela opinião foi a frase, “jaw jaw not war war” que Doctor diz no meio de uma negociação a fim de mencionar a tão famosa frase de Winston Churchill "To jaw-jaw is always better than to war-war" – na minha opinião o líder mais brilhante da historia, e o mais incrível negociador e motivo de tanto orgulho para a Inglaterra (e com razão) ele é mencionado tão sutilmente e que você não prestar atenção, perde. (Inclusive quem tiver a oportunidade de um dia ir até o museu dele, vá, é de longe o museu mais interessante que já fui na vida.)

Clara mais uma vez salva o episodio com seu discurso diplomático junto com Doctor, até então ela está se saindo ótima não é? Não canso de repetir mas a química da atriz com Matt Smith está um arraso! Mal posso esperar para descobrir sobre o mistério dessa menina!

Agora uma duvida aqui: qual o mistério com essa Tardis? Ela não gosta da Clara e não abre para a moça do episodio anterior e agora ela simplesmente some, preciso de teorias para ontem.

Então é isso, o episódio foi bom sim, teve muita ação, historia e adrenalina, porém Mark Gatiss seu trabalho foi suficiente, fez um episodio bom e agora você pode voltar para Sherlock e auxiliar para que a próxima temporada saia antes que eu entre na terceira idade! 



7 de abr. de 2013

Doctor Who: Review 7x07 - The Rings Of Akhaten



Vou entrar em uma discussão aqui sobre a serie antes de começar a falar sobre o episodio especificamente. Entre o episodio sete e oito conversei com muita gente sobre essa era Moffat e como muita gente está achando que com ele a serie está perdendo toda a magia que antes era encontrada 100% com Russell. Amo a era Russell, e ele fazia Doctor Who com maestria. Todo final do episodio minha vontade de entrar naquela Tardis e viajar com o David Tennant era enorme, e a magia e inocência da serie era maravilhosa. Agora claramente há um bom tempo tudo isso mudou, mas não considero isso um efeito negativo, apenas que mudanças são necessárias. Moffat tem uma outra linha de pensamento e tudo para ele tem que ser grande, afinal olha o que ele já está fazendo com a Clara, e a mulher mal entrou. Tento aproveitar o máximo dessa linha da historia, a season 6 para mim foi a mais fraca e uma tentativa de ser "demais", e pelas mudanças nessa nova temporada parece que as coisas estão se endireitando. O fato é que ainda quero entrar na Tardis após cada episodio, só que com o Matt Smith. Eu só espero que o Doctor comece a ter um destaque maior (o que não aconteceu na temporada anterior onde Amy e River protagonizaram mais)  e que tudo continue lindo e que a serie ainda nos proporcione um momento para escapar das nossas realidades para nos aventurarmos  com o Doctor e sua Tardis.

Agora entrando no episodio, para todos aqueles que falaram que faltava mais Doctor e suas criaturas estranhas e “magicas”, quer uma galera mais estranha misturada igual esse episodio? Não consigo nem lembrar direito de tanto alien que tinha ali.

Mas vamos começar do começo. O episodio começa com a historia de Clara, na verdade dos pais de Clara, uma bonita historia que nos fez entender o porquê daquela folha guardada em seu livro e ser a “primeira pagina de tudo”. Nos mostra também que Doctor acompanhou cada um desses momentos e o mais importante, para se certificar que essa moça é realmente uma humana, uma menina comum. Porém apesar do discurso que ela deu no final do episodio falando que ela é somente a Clara, sabemos que muita coisa vai rolar ainda, mas a historia dela está sendo apresentada aos poucos e vejo isso positivamente.

Enquanto Doctor e nós ainda não sabemos Who the hell is Clara, viajamos com eles para Akhaten que estava tendo uma espécie de convenção de uma galera estranha para louvar um Deus louco daquele lugar.

Então não queria entrar no assunto religião, mas será necessário pois É A HISTORIA DESSE EPISODIO, nunca vi uma metáfora tão grande nessa serie sobre esse assunto. Um Deus que faz todos os seres o louvar e fazer sacrifícios e se alimentar de suas lembranças e os castigar, por um momento comecei a gritar O QUE É ISSO? Conseguiram fazer uma menção do que exatamente acontece aqui, nesse mundo, nessa Terra e com esses seres que habitam esse planeta!

“Os elementos do seu corpo foram concebidos a milhões de anos no coração de uma estrela distante que explodiu e morreu. Essa explosão espalhou esses elementos através da solitária profundeza do espaço. Depois de muitos milhões de anos esses elementos se uniram para formar novas estrelas e novos planetas. E foi assim por diante os elementos se uniram novamente e explodiram formando navios e sapatos e lacres e repolhos e reis.”

O QUE??? Com certeza vai ter gente tentando ver outro ponto de vista ou outros vão ficar bravos porque tocar em religião é sempre um auê ou vão ter até aqueles que vão ter achado tudo isso fraco porque o sol comeu a folha e que sem sentido,  mas é isso ai sim, sem rodeios, sem mascaras, e sem precisar de explicações, tudo ai, embutido nessa fala. Um Deus não se alimenta do seu corpo e sim da sua alma, e a alma é feita de historias, não de átomos. Genial. 

Tudo isso junto com a galera estranha cantando musicas que poderiam entrar na setlist do fantasma da opera e dos miseráveis!
Achei o episodio GRANDE, grande de uma forma inexplicável, e honrável por ter tocado em um assunto como esse e tão verdadeiramente no estilo Doctor Who de ser. Palmas infinitas.

ps: quem reparou no óculos de Amy Pond que o Doctor continua guardando?


Doctor Who: Review 7x06- The Bells of Saint John




Finalmente Doctor Who está de volta aqui no Obsesseries!

A serie estava em um hiato, diga-se de passagem, INTERMINÁVEL para todos nós e nunca Doctor Who foi dividido tão bruscamente no meio de sua temporada e confesso que isso me deixou extremamente insatisfeita, quebrando totalmente o ritmo da temporada para mim. Logo entre muitas noticias, prequel e especial de natal e provas da faculdade, eu como sou filha de Deus estava dando uma volta na terra da Rainha, e do nosso amado Doctor e tudo isso acabou ficando de fora do site, porém agora a serie está de volta aqui com muitas mudanças, nova Tardis, nova roupa, nova abertura (que não me agradou em nada) nova companion, que já morreu duas vez e mais um episodio excelente para essa temporada.

No especial de Natal continuamos a conhecer Clara, dessa vez na época vitoriana, ela era babá de uma família de duas crianças e um pai viúvo, mas ela morre, de novo. Daí já partimos do principio que a trama principal que a segunda parte dessa temporada será focada será em quem diabos é Clara Oswald?

The Bells of Saint John então começa com um assunto conhecido por todos nós: a dependência tecnológica, a necessidade de um wi-fi e como temos a péssima mania de clicar em qualquer rede disponível só para sermos felizes. Tudo isso para nos “apresentar” mais um vez a Grande Inteligência, afinal já vimos no especial de natal, mas agora ela evoluiu de acordo com a humanidade (dominando então o passado, presente e futuro) e está sugando almas pelo wi-fi.

Eu como uma apaixonada insanamente por Londres achei o foco na cidade um colírio para os meus olhos. Ver a historia se passando nos mais turístico pontos da cidade foi lindo de se ver, um verdadeiro cartão postal. Doctor andando em sua moto (afinal ele não leva a Tardis para as batalhas, desde quando?) na westminster bridge, St Paul's Cathedral de fundo para o café da manhã, e The Shard (prédio mais alto da Europa) de fundo para a Grande Inteligência e o Gherkin Building sempre dando sua luz no fundo das cenas foram um dos pontos altos do episodio. Sinto como se quisesse que Daleks, Aliens, dinossauros, Cybermens ou qualquer outro tipo de criatura pudesse dar uma passada em Londres apenas para termos essa maravilha de fundo!

Ok, deixando a tietação com a cidade de lado, Doctor depois um tempo em um mosteiro (monks are not cool, ok?) consegue achar Clara porque a moça da loja (?) deu o telefone do Doctor para ela para auxílios técnicos. Será que essa moça da loja voltará a ser mencionada? Fiquei intrigada e como minha fé em Moffat é grande, sei que esse assunto voltará.

Os dois finalmente se reencontram em um momento em que Clara é sugada pelo terrível wi-fi. A partir disso Clara, que não sabia absolutamente nada sobre computador passa a ter um em seu cérebro e a fazer piadas sobre o twitter. Então, alguém lembra do primeiro episodio da temporada quando ela era um Dalek e sabia tudo sobre informática? Coincidência?
Tudo é resolvido no episodio com a maestria que apenas Doctor Who sabe fazer e no melhor cenário possível. Palmas para a cena em que Doctor deixa sua Tardis em Westminster no meio do povão e ainda ganha alguns pounds porque afinal, coisas estranhas lá é o que não faltam, e também o desenvolvimento para as câmeras da cidade e Doctor pulando para o café da manhã apenas para deixar a Grande Inteligencia cansados, isso é Doctor Who minha gente.

Porém o foco principal continua sendo no entrosamento entre Doctor e Clara. A moça que nos tempos atuais desenvolve o mesmo papel que antigamente lá no episodio de natal, uma babá de duas crianças e a um pai viúvo, intriga cada vez mais o Doctor, só que pelo andar de tudo temos muito o que acompanhar ainda, já que Clara claramente não vai se abrir tão cedo, nem a promessa de visitar vários lugares do mundo e voltar no mesmo dia conseguiu convencê-la a pular na Tardis, Doctor terá que dar a personagem um tratamento bem diferente do que ele era acostumado com suas outras companions. Sem contar a química entre Matt Smith e Jenna-Louise Coleman que está um absurdo, os dois já estão incrivelmente a vontade um com o outro já em seu hipoteticamente segundo episodio juntos. Clara já mostrou para que veio mesmo que seu passado, presente e futuro ainda seja indefinido para nós, coisa que Moffat adora fazer, e nós amamos mais ainda!

Frase do episodio: I'm a doctor, I'm an alien from outer space, I'm a thousand years old, I have two hearts and I can't fly a plane. Can you?

ps: alguém reparou que Clara em seu livro dos 101 lugares para se visitar pula sua idade? Do 22 para o 24 por exemplo?

ps2: quem deu um grito com o livro da Amy?ELEVEN IS THE BEST! O livro está disponível como e book para quem tiver interesse acesse o site.

ps3: não to sabendo proceder com a contagem dos episódios, como antes os especiais de natal nunca entravam na contagem por ser entre as temporadas e dessa vez foi passado no meio da temporada, irei contar como se ele fosse a parte mesmo e agora esse o 7x06, mesmo achando isso um tanto quanto confuso, qualquer coisa arrumo no decorrer da temporada.

ps4: como essa review acabou saindo tarde demais, a review do episodio seguinte sairá logo em seguida.

16 de nov. de 2012

Doctor Who: Christmas Special Trailer


Children in Need (Teleton da BBC) divulgou o trailer do Especial de Natal de Doctor Who com o nome de Snowmen. O episódio contará com alguns personagens já conhecidos e foi escrito por Steven Moffat.
No começo do vídeo Matt Smith e Jenna-Louise Coleman brincam sobre a aparição dela no primeiro episodio da temporada ter sido com uma diferente personagem ou a mesma. Claro que não é revelado nada, mas esperamos que isso seja respondido logo.


Doctor Who: The Great Detective (Christmas Special Prequel) e Fotos

Children in Need (Programa Teleton de caridade da BBC) apresentou hoje The Great Detective o mini episodio prequel do Especial de Natal de Doctor Who deste ano. Esteja pronto para o retorno de alguns personagens muito populares.



Em breve, o trailer do especial de Natal, e da introdução de nova companheira do Doctor. Fiquem atentos.

Abaixo algumas fotos que sairam do Especial de Natal com a "estreia" de Jenna-Louise Coleman.








26 de set. de 2012

Merlin: Conheça a história



Bem vindos a Camelot, Reino de Albion! 





Se você gosta de magia, dragões, cavalheiros e damas em perigo, ‘’ As Aventuras de Merlin’’ é a série que você estava procurando. Essa série teve sua estréia em 20 de setembro de 2008 ( Sim, vocês pensaram que era nova não é mesmo? Mais já tem 4 anos que Merlin nós encanta) é produzida pela BBC e ambientada na Era Medieval, onde a cidade de Camelot ainda era regida por Uther Pendragon e Arthur era apenas do filho do Rei. Os episódios são baseados no jovem feiticeiro Merlin (Colin Morgan), que depois de ter descoberto seus poderes mágicos, precisa sobreviver em um mundo onde a magia é proibida. E recebe ordens de um dragão para proteger Arthur (Bradley James) que está destinado a ser o maior rei de todos.



Abaixo vocês podem conhecer alguns personagens. (Contém alguns Spoilers, leia com sua conta em risco)

• Merlin 
Merlin chegou a Camelot ainda jovem para aprender mais sobre seus poderes com o médico Gaius. Ao salvar o jovem Arthur torna-se então seu servo. Uma pessoa gentil e humilde, com um forte senso de justiça. No começo da série, tem uma antipatia com Arthur, acreditando que ele é um valentão arrogante, mas ao longo da historia eles mostram um vinculo de amizade.

• Arthur 
 Ojovem príncipe Arthur é extremamente teimoso e corajoso. Preocupa-se profundamente com o povo de Camelot. Torna-se amigo de Merlin e apesar de ser seu mestre, muitas vezes o protege.

• Morgana 
 Filha do falecido Gorlois (morto numa batalha a mando do rei Uther), tornou-se protegida do rei, por este ter uma dívida com o pai de Morgana. É uma jovem bonita e preocupada, e com o passar do tempo é revelado que ela tem o poder de prever o futuro através de seus sonhos.

• Guinevere
 É a serva e melhor amiga de Morgana durante as duas primeiras temporadas, tendo uma personalidade aberta, amigável e humilde e facilidade de perdoar. No começo da história, é insinuado que ela tinha uma queda por Merlin, mas depois ela teve um breve romance com Lancelot, e então se apaixonou por Arthur.

• Uther
 Rei de Camelot e pai de Arthur. Em seu reinado qualquer tipo de prática de magias era totalmente proibida, sendo levado a morte todos os que a pratiquem.  Alimentou esse ódio após sua esposa ter morrido no parto para dar a luz ao Arthur, que nasceu por magia e o preço da sua vida foi a morte da mãe.

• Gaius
Recebe Merlin em sua casa e lhe oferece abrigo. É também o médico da família real e da cidade de Camelot. Ele é um feiticeiro e alquimista, mas Uther o perdoou com a condição dele desistir da magia. É um amigo da mãe de Merlim. Ele tem um senso de humor seco e considera Merlin como o filho que nunca teve. Ele aconselha Merlin e o ajuda com seu conhecimento de criaturas mágicas

• O Grande Dragão Kilgharrah
 Ele é o único dragão que sobreviveu e foi aprisionado por Uther numa masmorra. Merlin costuma visitá-lo quando está em uma situação difícil, porque ele alega saber  o destino do jovem. O dragão parece ser onisciente às vezes, e suas motivações são desconhecidas, além de seu desejo de ser libertado das masmorras de Camelot

 As Aventuras de Merlin, brinca com o nosso imaginário, nos proporcionando uma viagem a época onde a magia valia muito mais do que a espada. O seriado conta com 4 temporadas, sendo que a 5° tem estréia prevista para 06 de Outubro desse ano, aguardem que em breve postarei mais noticias e novidades sobre a nova temporada. Enquanto isso para conhecer melhor a série, vejam um vídeo da primeira temporada.





No Brasil o canal Sony Spin é o responsável pela exibição da série.


Doctor Who: Review 7x04 - The Power of Three


O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM ESSA TEMPORADA DE DOCTOR WHO ?




Tudo está tão perfeito que está chegando a me assustar. Todos os episódios estão sendo extremamente singulares e geniais, a cada semana minhas expectativas aumentam tanto que tenho medo de me decepcionar.

Mas deixando a parte fangirl de lado, vamos para o episodio. O que me deixou mais intrigada desde os trailers e fotos de divulgação do episódio foi à falta de sinopse completa.  Falavam que os vilões seriam cubos e só. Pensei na tamanha bizarrice disso, mas como tudo de mais bizarro que Doctor Who cria, acaba sendo sempre bom.  Além de todo o caso da invasão dos cubos, o episódio foi narrado pela Amy, como uma lembrança de quando o Doctor entrou na vida do casal, na vida real.

Amei esse foco na vida dos Ponds e preciso comentar, FAZ 10 ANOS DESDE QUE A AMY VIAJOU COM O DOCTOR PELA PRIMEIRA VEZ? REALLY? Fiquei de cara quando ela disse isso. Eu sabia que o tempo estava passando rápido entre as viagens, mas imaginava algo como 5, 6 anos, não 10! Outra coisa, desde quando a Amy estudou alguma coisa pra trabalhar em jornal? Falaram algo sobre isso antes ou inventaram uma profissão para ela do nada? 

A vida dos Ponds é mesmo bem gostosinha de ver, e o Doctor interagindo com eles foi ótimo. E bonito foi o ver voltando para passar mais tempo com os dois. A cada episodio alias fico mais revoltada com o fato do Rory e da Amy estarem mais legais, bem quando os dois estão a um segundo de sair da série para sempre. Eu particularmente nunca gostei muito do personagem Rory, no começo ele meio que surgiu como um intruso para mim e depois eu sentia que ele não tratava as viagens como diversão e sim porque era o único jeito de seguir a Amy. Mas isso foi mudando e agora ver toda a alegria dele e essa conexão com o Doctor me fez amar esse personagem que pouco dei valor e já estou sofrendo de saudades com a saída no próximo episódio.  Deixem Rory e Amy por mais umas 10 temporada por favor!

The Power of Three também trouxe de volta a UNIT, fazendo todos nós instantaneamente lembrar do capitão Jack ou da ex-companion Martha.  Seria um excelente episódio para a aparição dos personagens, mas totalmente compreensível, já que nessa nova fase da série os personagens antigos não voltam, só senti falta de pelo menos a menção dos nomes de ambos, seria legal ver o Doctor do Matt Smith fazer algum comentário sobre o assunto.

O episódio parece um filme, quando vi já tinha se passado mais de um ano da vida dos Ponds e dos misteriosos cubos na Terra. Vimos o casal em suas verdadeiras vidas de casados e gostando disso, Rory trabalhando no hospital sem parar, Amy sendo convidada até para ser madrinha de casamento, quem diria, Amy e Rory cheio de amigos, humanos, do século vinte e um.

Temos a volta do pai do Rory também, Brian, que se mostrou um excelente assistente do Doctor e acompanhou os misteriosos cubos por mais de um ano fielmente. A conversa com ele e o Doctor sobre o que acontece com as pessoas que viajam com ele foi já uma preparação para a saída dos Ponds que só me deixou com mais saudades precipitadas.

No meio de cenas divertidas a que se destacou em todos os sentidos foi à conversa do Doctor e da Amy. Já disse aqui que sou muito fã dos dois e a química que ambos têm consegue levar uma cena das alturas.  “Isso é um canto, de um País, em um continente em um planeta que é um canto da galáxia, que é um canto do universo, vive crescendo e escolhendo e criando e destruindo e nunca permanece igual por um único milissegundo. E há tanto para se ver Amy. Porque acontece tudo tão rápido. Eu não fujo das coisas, eu fujo para elas. Antes que elas se incendeiem e desapareçam para sempre. E está tudo bem, nossas vidas não permanecerão iguais. Não podem... Estou fugindo para você e para o Rory, antes que vocês desapareçam de mim.” 

Linda a conversa, e impossível expressar com palavras a magnitude que essa fala do Doctor teve. Emocionante essa preparação de despedida da Amy, a companion que mais permaneceu com o Doctor, que casou, engravidou, criou uma vida e que ainda está com ele, e que foi a primeira pessoa a ver esse novo Doctor. Amelia Pond estará sempre nos corações do Doctor e no meu também.

No fim vimos que os cubos foram mandados por uma raça chamada Shakri que queria acabar com a praga da humanidade. Achei genial e acho inclusive que está faltando uma iniciativa assim no mundo real por alguma raça desconhecida por ai.

Para terminar a review, fiquei o episódio todo tentando entender de onde veio esse nome “The Power of Three” e no fim foi algo extremamente obvio. Os três parados juntos para entrar na Tardis e ter mais uma viagem foi maravilhoso e só nos mostrou como os três atores, os três personagens combinam, tem química e são um dos melhores elencos de serie que já vi e que agora só nos resta aproveitar o ultimo episódio de sábado para nos despedirmos de Amy e Rory e ver a ultima viagem desses três juntos. E o melhor, com os melhores vilões de toda a série.  

DON’T BLINK! Por que os Weeping Angels estão chegando em Manhattan.






17 de set. de 2012

Doctor Who: Review 7x03 - A Town Called Mercy

"Everyone who isn't American, drop your gun."



Existe coisa melhor quando um episódio que você esperava com altas expectativas, as superam magistralmente? Foi o que Doctor Who fez comigo essa semana com alto grau de brilhantismo.

O episódio mostra Doctor, Amy e Rory em uma cidade chamada Mercy com apenas 81 habitantes no faroeste americano, erroneamente é claro, já que os três tinham a intenção de ir para o México, porém, quando é que o Doctor acerta suas viagens não é mesmo? Lá eles encontraram outro Doctor alienígena, chamado Jex e que está condenado a morte pela sua própria criação.

É impressão minha ou Doctor Who está cada dia mais comédia? Ando rindo mais com a série do que com outras que são denominadas comédias de fato. Doctor continua ligado na tomada e com pitadas de humor a mil, o que foi ele com o palito de dente na boca entrando no bar e pedindo chá? Falando cavalês com o cavalo chamado Susan? E continuando falando da lista de natal dele?

Porém após a comédia introdutória, o episódio deu foco ao outro lado do Doctor, palmas para a atuação de Matt Smith, ele atingiu o ápice de sua brilhante atuação quando o Doctor quis levar Jex para a morte. Somos acostumados a ver o Doctor pacifista ao extremo e tentando salvar a tudo e a todos e desde o episódio anterior ele vem tomando atitudes mais radicais, nos fazendo sentir a mesma contradição dele, dentro de nós também, suas justificativas citando as vitimas do Master e dos Daleks me fez sentir uma profunda compaixão pelo personagem.

No começo achava que o ciborgue seria o vilão da estória e já estava pensando como o Doctor salvaria Jex da morte. Porém não foi isso que aconteceu e o Doctor descobre que na verdade o ciborgue é apenas uma vitima do maluco cientista. Guerra é um assunto, ficção ou não, que me faz entrar em profunda contradição comigo mesma. Tirando algumas exceções, não existe o bom e o mal, e sim o que precisa ser feito para reverter à situação, afinal, Jex acabou com a guerra e depois tentando se redimir, salvou toda a cidade de Mercy de varias doenças . Porém mesmo sabendo disso, fiquei profundamente revoltada com a estória que Jex contou e as atrocidades que ele fez para que a guerra acabasse e me peguei torcendo absurdamente para o Doctor o levar para a morte. Amy por sua vez se mostrou a mais sensata e convenceu o Doctor do contrario, em uma maravilhosa cena, que mesmo tendo em seu foco a drama, conseguiu nos oferecer uma pitada de humor com a mesma tentando atirar. Tristemente Isaac, o xerife boa pinta e bonzinho pagou o preço e acabou indo dessa pra melhor mas deixando o Doctor em seu lugar.

Dito isso nunca achei que veria o Doctor com uma arma na mão e na posição de xerife, Doctor Who definitivamente não nos mostrou nem metade do que tem para nos mostrar. E nessas horas Doctor já tinha voltado ao seu normal e prometendo que iria salvar tanto Jex quanto a cidade de Mercy inteira.

O episódio foi feito de varias cenas minuciosamente bem elaboradas, porém como favorita eu fico com a conversa entre o Doctor e Jex na delegacia, palmas, palmas e mais palmas, o dialogo foi magistral e nos fez sentir compaixão por ambos os personagens onde não havia certo e errado e sim um realismo desconcertante. “Todos nós carregamos nossas prisões conosco, a minha é o meu passado, e a sua, é sua moralidade.” 

Pra terminar a review, o desfecho do episódio fez jus a toda à estória e nos mostrou Jex se autodestruindo e comportando com honra no final. Mesmo com medo e querendo se redimir, Jex optou por não deixar outra morte nas mãos do “mostro” que ele mesmo criou.  Belíssimo.  E o que falar sobre o final do ciborgue? Impossível não terminar o episodio com um sorriso enorme no rosto o vendo finalmente em paz depois de todo o horror que ele passou, trabalhando para a proteção de Mercy como o xerife da cidade.

O mundo não é feito de pessoas boas e a más e sim de situações que nos fazem agir com definições distintas do certo ou errado, e esse episódio nos mostrou exatamente isso, impossível condenar algum dos personagens por tudo ou os defender de tudo, nem mesmo os moradores de Mercy. Extremamente sensível e realista, entrou na minha lista de melhores episódios que já vi.

Semana que vem vamos ver vilões cubos, Rory de cueca e a vida dele e da Amy mais de perto, vem sábado!


16 de set. de 2012

Doctor Who: Três novas promos e fotos 7x04 - Power of Three

Parece que Doctor Who não tem mesmo limites, no próximo episódio que irá ao ar no sábado dia 22 de setembro terá como vilões principais cubos. The Power of Three mostrará como Doctor, Amy, Rory e seu pai Brian Doutor deverão enfrentar uma das mais estranhas invasões do mundo... O que são os cubos misteriosos, e que segredos eles possuem?
Abaixo vocês conferem as três promos disponibilizadas e fotos promocionais do episódio.