Game of Thrones

Review da temporada, assista o vídeo no canal!

Outlander

A ótima primeira temporada!

Orange Is The New Black

Review da 3ª temporada!

Polseres Vermelles

Vale a pena ficar obcecado?!

Sense8

Review 1x01 "Limbic Resonance"

Mostrando postagens com marcador Karen Gillian. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Karen Gillian. Mostrar todas as postagens

3 de out. de 2012

Doctor Who: Review 7x05 - The Angels Take Manhattan


"Há uma menininha esperando em um jardim. E ela vai esperar por bastante tempo. Então ela precisará de esperança. Vá até ela, conte-lhe uma estória. Peça para ela ser paciente, pois dias inesquecíveis irão chegar. Diga a ela que ela irá ao mar lutar com piratas, que ela se apaixonará por um homem que esperará por ela dois mil anos para mantê-la segura, diga a ela que ela dará esperança ao maior pintor que já viveu e que salvará uma baleia no espaço sideral. Diga a ela que essa é a historia de Amelia Pond. E é assim que ela termina."


Doctor Who acabou sua mid season nesse sábado dia 29 com o encerramento dos personagens Amy e Rory na série. Doctor Who simplesmente conseguiu me fazer ficar com medo, rir, chorar e ficar de boca aberta com tanta genialidade em apenas quarenta minutos.

Nada melhor, para um evento tão importante, acabar com os melhores monstros que essa série já criou, os “weeping angels” dessa vez em Manhattan. Meus amigos sempre dão risada disso, mas eu tenho muito medo dessas estatuas, muito medo mesmo, e já fiquei agoniada com o começo do episódio. Digo que Moffat me fez ter qualquer futura experiência em New York City assustadora, já me vejo andando por lá tentando não piscar de jeito nenhum. Foto turística com a estatua da liberdade? De jeito nenhum.

The Angels Take Manhattan foi o primeiro episodio que explorou bem o mundo dessas criaturas. Em Blink (3x10) os conhecemos pela primeira vez e vimos o que são capazes, porém em sua segunda aparição na quinta temporada, o foco desses monstros foram outro e não chegamos a ver nada sobre as vitimas dessas estatuas. Nesse, vimos de perto, já que Rory foi a vitima, e não apenas uma vez, até baby angels existem. Palmas e mais palmas para a macabra cena de um dos bebes anjos aparece apagando o fósforo de Rory. Doctor Who é literalmente a serie mais sem limites do universo, até a estatua da liberdade é uma Weeping Angel, como ela consegue se mexer na cidade sem ninguém ver é uma questão que nem irei aprofundar afinal não me deu muito tempo de me ligar a isso enquanto meu casal favorito estava partindo.

O episódio contou com a volta de River Song, extremamente necessário, já que ela é filha de Rory e Amy e graças a ela, apesar dos momentos de tensão, o assunto casamento dela com o Doctor proporcionou diversas cenas cômicas.

Doctor odeia “finais”, afinal o final acontece apenas para os outros, e ele tem sempre que se ajustar as mudanças, (quantas vezes não chorei com ele quando alguma companion partia? Saudades Rose e Donna até hoje) então o episódio começa com ele singelamente tirando a ultima pagina do livro que ele está lendo. Preciso falar que nunca iria imaginar que tudo se desenvolveria através desse livro, mas como tudo em Doctor Who tem um propósito, já estava amando toda aquela desenvoltura deles estudando as paginas para saber o que iria acontecer e ao mesmo tempo não podendo se arriscar a ler algo que poderia os matar.

Ótimas cenas dos macabros angels no hotel, me senti assistindo ao um filme de terror.  Fiquei extremamente satisfeita com a mitologia dos weeping angels se abrangendo desse jeito, eles mandando suas vitimas que escaparam para um lugar onde não se poderia sair até a morte foi aterrorizante e brilhante. Quero beijar o Steven Moffat por ter criado isso.

O fato é que sabíamos que Rory e Amy iriam partir para sempre e cada vez que o final se aproximava, mais ficava ansiosa para ver como isso iria acontecer com um misto de saudades que já estava sentindo desde o inicio da temporada, mas dessa vez triplicada.

Amy Pond foi minha primeira companion, já que comecei assistindo da quinta temporada, e estava em negação com a saída dela mesmo sabendo que para a série, a saída de personagens sempre será um mal necessário. Mas é a Amelia Pond, a menina que conheceu o Doctor quando era criança e sonhava com a volta dele e que esperou por mais doze anos por isso. Sem contar que não consigo imaginar alguém com mais química com o atual Doctor que ela, me acostumei com a presença dela e até do Rory, que aprendi a gostar aos poucos e agora sentirei falta tal como sentirei da Amy.

Quando tudo ficou razoavelmente bem nos últimos minutos, já me preparei para o pior, já comecei a imaginar a morte de ambos, ou Amy até virando uma estatua, tudo me passou pela cabeça. Porém Steven Moffat conseguiu fazer um final mais lindo e triste de todos os universos. Fiquei desolada e maravilhada ao mesmo tempo, eles terem vivido juntos até a morte e ao mesmo tempo mostrando o Doctor olhando o tumulo de ambos e sabendo que nunca mais poderia vê-los, comecei a entrar em um looping eterno de lagrimas de felicidade e lagrimas de tristeza. Palmas, gritos e um Oscar para Matt Smith e Karen Gillian, a despedida dos personagens foi simplesmente maravilhoso. impossível não chorar. Sentia o desespero que o Doctor sentiu no episódio todo, não sou fã de finais, afinal, aqui estou eu triste com a saída de uma personagem que estava marcado a mais de um ano. Queria ela para sempre assim como o Doctor a queria viajando para sempre com ele.

No final voltamos ao impasse que a temporada se iniciou e dessa vez foi bem claro: Doctor não pode viajar sozinho. Vimos o tipo de atitude que ele começa a ter e quem sabe tenha mais motivos que veremos futuramente Estou apostando todas que esse será a trama da temporada.

Poderia ficar horas falando sobre esse episódio e o fim dos personagens, mas ao mesmo tempo em que me sobram palavras, penso que todas as cenas já falaram por si só. Rory e Amy tiveram o final mais digno de todos os personagens da série e serão lembrados para sempre. Parecia um filme romântico e dramático hollywoodiano, Doctor correndo no Central Park atrás da ultima pagina do livro da Amy. Uma das cenas mais emocionantes que já vi se deu ao epilogo de Amy, ela nos lembrou de todas as suas aventuras que participamos com ela e Doctor, mas que agora é hora de dar adeus. Mas essa é a historia de Amelia Pond, the girl who waited, e sei que sentirei saudades e vou rever para sempre. Valeu a pena esperar por esse presente de personagem.

Ps: Doctor Who volta agora somente no Natal com a entrada/volta de sua nova companion. Só nos resta esperar e rever episódios antigos enquanto não chega.

26 de set. de 2012

Doctor Who: Review 7x04 - The Power of Three


O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM ESSA TEMPORADA DE DOCTOR WHO ?




Tudo está tão perfeito que está chegando a me assustar. Todos os episódios estão sendo extremamente singulares e geniais, a cada semana minhas expectativas aumentam tanto que tenho medo de me decepcionar.

Mas deixando a parte fangirl de lado, vamos para o episodio. O que me deixou mais intrigada desde os trailers e fotos de divulgação do episódio foi à falta de sinopse completa.  Falavam que os vilões seriam cubos e só. Pensei na tamanha bizarrice disso, mas como tudo de mais bizarro que Doctor Who cria, acaba sendo sempre bom.  Além de todo o caso da invasão dos cubos, o episódio foi narrado pela Amy, como uma lembrança de quando o Doctor entrou na vida do casal, na vida real.

Amei esse foco na vida dos Ponds e preciso comentar, FAZ 10 ANOS DESDE QUE A AMY VIAJOU COM O DOCTOR PELA PRIMEIRA VEZ? REALLY? Fiquei de cara quando ela disse isso. Eu sabia que o tempo estava passando rápido entre as viagens, mas imaginava algo como 5, 6 anos, não 10! Outra coisa, desde quando a Amy estudou alguma coisa pra trabalhar em jornal? Falaram algo sobre isso antes ou inventaram uma profissão para ela do nada? 

A vida dos Ponds é mesmo bem gostosinha de ver, e o Doctor interagindo com eles foi ótimo. E bonito foi o ver voltando para passar mais tempo com os dois. A cada episodio alias fico mais revoltada com o fato do Rory e da Amy estarem mais legais, bem quando os dois estão a um segundo de sair da série para sempre. Eu particularmente nunca gostei muito do personagem Rory, no começo ele meio que surgiu como um intruso para mim e depois eu sentia que ele não tratava as viagens como diversão e sim porque era o único jeito de seguir a Amy. Mas isso foi mudando e agora ver toda a alegria dele e essa conexão com o Doctor me fez amar esse personagem que pouco dei valor e já estou sofrendo de saudades com a saída no próximo episódio.  Deixem Rory e Amy por mais umas 10 temporada por favor!

The Power of Three também trouxe de volta a UNIT, fazendo todos nós instantaneamente lembrar do capitão Jack ou da ex-companion Martha.  Seria um excelente episódio para a aparição dos personagens, mas totalmente compreensível, já que nessa nova fase da série os personagens antigos não voltam, só senti falta de pelo menos a menção dos nomes de ambos, seria legal ver o Doctor do Matt Smith fazer algum comentário sobre o assunto.

O episódio parece um filme, quando vi já tinha se passado mais de um ano da vida dos Ponds e dos misteriosos cubos na Terra. Vimos o casal em suas verdadeiras vidas de casados e gostando disso, Rory trabalhando no hospital sem parar, Amy sendo convidada até para ser madrinha de casamento, quem diria, Amy e Rory cheio de amigos, humanos, do século vinte e um.

Temos a volta do pai do Rory também, Brian, que se mostrou um excelente assistente do Doctor e acompanhou os misteriosos cubos por mais de um ano fielmente. A conversa com ele e o Doctor sobre o que acontece com as pessoas que viajam com ele foi já uma preparação para a saída dos Ponds que só me deixou com mais saudades precipitadas.

No meio de cenas divertidas a que se destacou em todos os sentidos foi à conversa do Doctor e da Amy. Já disse aqui que sou muito fã dos dois e a química que ambos têm consegue levar uma cena das alturas.  “Isso é um canto, de um País, em um continente em um planeta que é um canto da galáxia, que é um canto do universo, vive crescendo e escolhendo e criando e destruindo e nunca permanece igual por um único milissegundo. E há tanto para se ver Amy. Porque acontece tudo tão rápido. Eu não fujo das coisas, eu fujo para elas. Antes que elas se incendeiem e desapareçam para sempre. E está tudo bem, nossas vidas não permanecerão iguais. Não podem... Estou fugindo para você e para o Rory, antes que vocês desapareçam de mim.” 

Linda a conversa, e impossível expressar com palavras a magnitude que essa fala do Doctor teve. Emocionante essa preparação de despedida da Amy, a companion que mais permaneceu com o Doctor, que casou, engravidou, criou uma vida e que ainda está com ele, e que foi a primeira pessoa a ver esse novo Doctor. Amelia Pond estará sempre nos corações do Doctor e no meu também.

No fim vimos que os cubos foram mandados por uma raça chamada Shakri que queria acabar com a praga da humanidade. Achei genial e acho inclusive que está faltando uma iniciativa assim no mundo real por alguma raça desconhecida por ai.

Para terminar a review, fiquei o episódio todo tentando entender de onde veio esse nome “The Power of Three” e no fim foi algo extremamente obvio. Os três parados juntos para entrar na Tardis e ter mais uma viagem foi maravilhoso e só nos mostrou como os três atores, os três personagens combinam, tem química e são um dos melhores elencos de serie que já vi e que agora só nos resta aproveitar o ultimo episódio de sábado para nos despedirmos de Amy e Rory e ver a ultima viagem desses três juntos. E o melhor, com os melhores vilões de toda a série.  

DON’T BLINK! Por que os Weeping Angels estão chegando em Manhattan.






13 de set. de 2012

Doctor Who: Review 7x02 - Dinosaurs on a Spaceship.


"SO TELL ME DOCTOR, WHAT EXACTLY IS THE FUNCTION OF A SONIC SCREWDRIVER?"


Doctor Who voltou no ultimo sábado com seu segundo episódio da nova temporada com algo não visto desde a série clássica: dinossauros.

Estava ansiosa por esse episódio a uma era, já sou louca por dinossauros e estou esperando eles aparecerem em Doctor Who basicamente desde que comecei a assistir. Já que não existe nada melhor e mais legal no mundo que dinossauros e Doctor Who, esse episódio foi muito bom, afinal foi Dinosaurs on a fucking Spaceship! Uma verdadeira parafernália em forma de episódio.

Confesso que no começo estranhei, achei meio bagunçado, com uma sensação que o anterior foi bem melhor, e foi depois de um tempo assistindo que comecei a gostar de verdade, afinal, o episodio cumpriu bem sua função de ser divertido e engraçado do jeito que Doctor Who sempre soube ser.

Começou em cortes de cenas rápidas que me deixou até tonta, Doctor e a Rainha Nefertiti juntos, o aviso da nave espacial, o explorador John Riddell , os Ponds..tudo em menos de cinco minutos. A rainha Nefertiti me agradou muito, e fez sucesso até com os personagens, principalmente com Amy que se mostrou uma fangirl de primeira que ela sabe bem ser (quem se lembra dela com Van Gogh?).

Aparentemente o Doctor queria uma gangue, e ele conseguiu, até o pai de Rory participou da viagem dessa vez. Amei ver Mark Williams, conhecido como o Mr. Weasley em Harry Potter, como pai de Rory, Brian Pond (Pond é o sobrenome da Amy, mas já que é sogro dela, vira Pond) e interagindo em toda a loucura do Doctor, o que rendeu ótimas cenas cômicas. No episodio ele apenas vai trocar uma lâmpada na casa do filho e acaba parando em uma nave espacial com DINOSSAUROS! Dinosaurs on a Spaceship!!!!

E o Doctor que está ligado na tomada minha gente?  O que foi ele pulando feito uma criança e gritando ''Dinosaurs on a Spaceship'' milhões de vezes, revelando que faz listinha de Natal, beijando o Rory, montando num dinossauro (on a spaceship!) e sendo assediado (!!!) pela Rainha Nefetiti? Sensacional.
Além dos dinossauros, da rainha do Egito e de um explorador da África, aparecem dois robôs engraçadinhos (que me lembrou demais Douglas Adams) e descobrimos que a nave era dos Silurians que esperavam repovoar os dinossauros. Parte que em especial achei sensacional, adoro quando a série utiliza de sua própria mitologia e nunca esperava ver um Silurian para tal explicação de tanta loucura. Eram tantas informações de personagens que eu comecei a ficar perdida, no final levei isso como um bônus do episódio, afinal essa é a essência de Doctor Who, historias simples, divertidas e bagunçadas e fazia um tempo que não rolava isso.

Como se não bastasse tudo isso, os robôs trabalham para o cara que estava comandando a nave, vilão do episódio: Mr. Filch! Um pirata espacial que nos tempos vagos trabalha de zelador em Hogwarts, afinal, uma vez em Harry Potter, sempre em Harry Potter.

Gostei muito do desfecho do episódio, e foi à parte que causou muita discórdia e discussão entre os fãs. Foi cruel Doctor ter mandado Mr Filch/Salomon para a morte? Doctor na maioria das vezes é pacifista ao extremo e tenta salvar todos, e dessa vez não aconteceu. Todos sabem como o Doctor de Matt Smith sempre teve uma posição mais sombria e nesse antes da série retornar, foi muito comentado que nessa temporada em especial isso ficaria ainda mais explicito. O fato é que o Doctor anda viajando muito sozinho (lembram do Tenth/Tennant em seus últimos episódios e as atitudes do Doctor sozinho?) e isso claramente será explorado nessa temporada. A questão é que essa difícil decisão que o Doctor tomou me agradou, afinal, Salomon matou o querido herbívoro dinossauro caçador de bolas de golfe, sem motivo algum e não acredito nessa conversa toda do pessoal de que o Doctor precisa de um “lado humano”, afinal, feliz é o Doctor em não ser humano, assumindo uma posição negativa, o ser humano faz coisas bem piores.

Pra acabar essa review, gostaria de falar que em parte estou gostando do distanciamento que está ocorrendo entre os Ponds e o Doctor, afinal eles saem daqui a três episódios, e está sendo legal eles terem suas vidas separadas e ocasionalmente viajarem com o Doctor. Porém na outra parte, não estou pronta para me despedir deles, e estou achando uma tremenda sacanagem os dois estarem tão bem e engraçados como nunca antes, bem nos últimos episódios, me fazendo sentir mais saudades antecipadas deles do que achava que sentiria. Será que não jeito de segurar eles na serie pelos próximos 50 anos Moffat?

Eu amei a nova companion e essa reciclagem em Doctor Who é importante, mas me apeguei aos Ponds, principalmente a Amy, e vai ser difícil a despedida. A conversa dela com o Doctor foi a cena mais adorável do episódio todo, mas sou suspeita em falar sobre, sou grande fã desses dois juntos. Os olhares triste do Doctor pra Amy me deixaram preocupada, o que será que vai acontecer no fim com a Pond?

O episodio não podia ter acabado mais lindamente, com Brian olhando a Terra do espaço e depois os cartões postais, tipo de coisa que eu faria sem pensar duas vezes se tivesse um Doctor e uma Tardis na minha vida.

O episodio foi leve, engraçado e cheio de bagunça que só Doctor Who sabe fazer, ou seja, nada mais que ótimo! Que venha o próximo episodio de faroeste, com muitas armas e prometido como sombrio.




6 de set. de 2012

Doctor Who: Video - Pond Life legendado e outro mini episódio disponibilizado.

A equipe UniversoWho legendou os mini episódios de Pond Life, onde mostra Amy e Rory antes da premiere da nova temporada de Doctor Who.

Porém Pond Life não foram apenas os únicos  episódios anteriores a estréia da sétima temporada. Usuários do  iTunes que assinam a 7 ª temporada de Doctor Who foram capazes de acessar um mini episodio adicional anterior a “The Asylum of the Daleks” que foi ao ar no sábado. Agora, ele foi disponibilizado no youtube.

A breve cena mostra como o Doctor sabia encontrar Darla von Karlsen na terra natal dos Daleks no início do episódio.

Abaixo vocês conferem o video da conversa do Doctor com um misterioso homem e o Pond Life (constituído de cinco episódios) legendados.



                                      

                                             

 




                                       




4 de set. de 2012

Doctor Who: Review 7x01 - Asylum of the Daleks



“DOCTOR WHO? DOCTOR WHO? DOCTOR WHO? DOCTOR WHO?”
"How much trouble are we? Out of ten? ELEVEN"



Começarei essa review expressando a saudades que eu estava dessa serie. A emoção de ver finalmente essa premiere e os ataques de arrepio e saudade que sentia nas frases de efeito do Doctor e na abertura me fizeram perceber que mesmo que o episodio fosse péssimo, eu ainda assim iria amar! Mas como é de Doctor Who que estamos falando, e não de qualquer serie, o episodio de uma escola de 1 a 10 foi? ELEVEN!

Os Daleks, maiores inimigos do Doctor foram à trama principal do episodio. Uma grande sacada em minha opinião, depois que Moffat assumiu a produção da serie, os Daleks ficaram bem esquecidos. Até esse episodio, não me lembro de ter visto uma conversa genial entre o Doctor do Matt Smith e essas criaturas bizarras e maléficas do mesmo nível que David Tennant sempre tinha. Até eu que nunca fui fã dos Daleks, estava sentindo falta.

Nas primeiras cenas, Doctor, Amy e Rory são individualmente capturados e levados para o “Parlamento dos Daleks”. Toda a cena introdutória foi fantástica! A conversa entre Doctor e seus inimigos trouxeram de Matt Smith o seu melhor.  Depois de todos esperando algum acesso de fúria de “EXTERMINATE” dos milhares de Daleks presentes, descobrimos que eles na verdade queriam  a ajuda de Doctor ou como eles mesmo disseram “O Predador”.  Doctor então é mandado ao “asylum”, onde vivem Daleks defeituosos e sem controle, a fim de desligar a força do lugar para poder ser destruído.

Levante a mão quem riu deles analisando o que eles encontrariam no "asylum" quando Rory fala “qual cor são?”, tirando um belíssimo saro com a própria serie depois da tentativa frustrada do episodio da quinta temporada onde apareceram os Daleks power rangers/gigantes/coloridos/Teletubbies. Ponto pro Rory também falando que a única coisa que o Doctor faz é ir pra um planeta desconhecido e salva-los de algum mal, “não concorde com os daleks quando eu estou sendo jogado em um planeta desconhecido Rory”, sempre no bom humor mesmo quando o momento é de tensão, essa é Doctor Who!


 Amy e Rory (os Ponds) foram um caso a parte nesse episodio. Quem me conhece sabe que eles são um casal que não me chama atenção e some com o fato de que uma das coisas que mais amo nessa fase da serie é a química entre Matt Smith (Doctor) e Karen Gillian (Amy), o que me levou há demorar muito tempo para acostumar com a presença de Rory em todo episodio como um intruso. Partindo disso, sempre achei um tanto quanto desnecessário qualquer tipo de drama entre os Ponds. No episodio aparentemente eles iam se divorciar porque Rory queria ter filhos e Amy depois de seqüestrada da temporada anterior não podia mais engravidar. Achei um tanto dramatizado essa historia toda, a conversa foi meio obvia, não pode engravidar e acabou. Alias, na conversa dos dois a única coisa que conseguia pensar era que teria muito mais sentido se Amy não quisesse ter filhos, afinal ela foi seqüestrada durante a gravidez, a filha foi arrancada de seus braços, depois descobriu que ela já a conhecia, mas com um rosto de 50 anos de idade e casando com o Doctor, surreal!  Mas pra Amy foi tudo ok, sem sentimentalismo e no próximo episodio ela já estava pronta pra próxima viagem sem nem se lamentar do ocorrido. E não foi só a Amy , Rory era o pai e também não teve nenhuma reação. No entanto o foco da serie não é esse, e na época consegui entender, mas esse assunto voltar agora com esse pitada de melo dramaticidade entre os dois nessa premiere faria muito mais sentido a negação por outra gravidez. Porém apesar de minhas ressalvas, consegui achar bonita a reconciliação deles, e até a dancinha do mesmo de felicidade dele por estar voltando pra casa me arrancou um sorriso.

E por falar em Rory, EGGS? REALLLY RORY? Depois que a pessoa morre todo episodio, não sabe o porquê! Estava bem claro o que o Dalek gago/danificado ia falar, certo? Logo pensei que Rory iria morrer mais uma vez pelo EXTERMINATE, o que seria bem legal, já que o personagem ainda não morreu nas “mãos” dos maiores vilões da serie e agora são seus últimos episódios, merece morrer de algo bem legal antes de partir. Mas Rory não teve muito contato com essas criaturinhas, e só ficou sabendo da época dark coloridos deles, então deixarei passar essa.


Deixei por ultimo para falar o que pra mim, foi a maior surpresa do episodio:  Jenna-Louise Coleman! Doctor Who mais uma vez me surpreendendo. Quando Coleman foi confirmada como nova companion do Doctor eu simplesmente virei o nariz. Não gostei dela de cara, estava relutante que Amy (Karen Gillian) iria deixar o Doctor pra sempre, porém decidi  não tirar mais conclusões precipitadas, iria esperar até o sexto episodio/especial de natal, que foi anunciado sua primeira aparição para analisar essa nova personagem. Mas eis que ela aparece, para a minha surpresa, na premiere! Meu queixo caiu! E ela é 
simplesmente PERFEITA! Nem mesmo de Rose, Donna e Amy gostei tão rápido, beleza e simpatia pura.
Mesmo sem contracenar diretamente com o Doctor já ficou claro a química que a atriz tem com Matt Smith. 
As conversas da hacker com ele fluíram perfeitamente bem, até Rory teve seu momento com a nova personagem.

A personagem atende pelo nome de Oswin Oswald ou já apelidada "suflê girl", e em  muitas cenas dão varias dicas que na verdade ela é um Dalek. Doctor perguntando onde ela arruma leite para fazer suflê, como ela consegue mexer em tecnologia Dalek e como ela está presa a mais de um ano enquanto os outros perdidos caíram há apenas dois dias foram pontos altos que sinceramente só liguei os pontos após a descoberta. Estava gostando tanto dela, falando mais rápido que o próprio Doctor e flertando com todos que me desliguei dos detalhes.

Coleman agora volta como Clara no episodio de Natal. Não vou teorizar como ela é Clara, Oswin e um Dalek e como voltará a ver o Doctor, e o mais importante, como ela conversou com o Doctor o episodio inteiro com voz de Dalek e ele não percebeu, prefiro não quebrar a cabeça, pelo menos por enquanto e esperar a surpresa.

E por fim o episodio acaba melhor ainda do que começou. Ao que parece Oswin fez com que todos os Daleks se esquecessem da existência do Doctor, já levando a um ótimo gancho para o final da temporada, com toda essa confusão e loucura que já se criou em apenas um episodio de estréia. Afinal, quando falamos de Doctor Who, não quebrar a cabeça é um privilegio.

Ps: A abertura mudou e vi gente reclamando, eu sinceramente amei! Desde o começo da serie, o visual e a musica dão uma renovada, porém a essência sempre é a mesma, enquanto continuar desse jeito, eu continuo aprovando!


29 de ago. de 2012

Doctor Who: novos posters da 7° temporada.


A BBC liberou 5 novos posters (cada um de seu respectivo episodio) da primeira parte da sétima temporada que vai ao ar este ano. 

Lembrando serie retorna para sua sétima temporada dia primeiro de setembro para sua primeira parte e finalização da participação de Karen Gillian (Amy Pond) e Rory William (Arthur Darvill) que estão desde 2010.





23 de ago. de 2012

Doctor Who: A serie retorna dia primeiro de setembro, mas eles estão de volta na segunda!


Doctor Who retorna oficialmente dia primeiro de setembro pela BBC One e BBC AMERICA com sua premiere da sétima temporada com o episodio "Asylum of the Daleks". Mas você não vai precisar esperar até lá para ver coisas novas de Doctor Who. Os Ponds voltam com mini episódios online segunda-feira, dia 27 de agosto.

Matt Smith que retorna oficialmente como Doctor em "Asylum of the Daleks", diz "Steve Moffat escreveu o episodio e os Daleks voltam mais assustadores que nunca. Mas antes, temos a vida dos Ponds para olhar."

 O episodio foi escrito por Chris Chibnall e dirigido por Saul Metzstein e conta com Doctor, Amy e Rory  em cinco mini episódios.

Chris Chibnall comentou, "A vida Pond nos fornece uma oportunidade linda para conhecer mais Amy e Rory, após o final da ultima temporada. Ele abre com os Ponds em casa e nos da uma visão para o que acontece quando o Doctor cai dentro e fora de suas vidas. Viajar com o Doctor é uma das melhores coisas que você pode fazer, é divertido para passar alguns momentos e olhar para o caos que ele também pode trazer. "

Caroline Skinner, produtora executiva, disse "Chris tem escrito uma parte bonita, sincera e perversamente engraçado sobre as aventuras que os Ponds tiveram desde a última vez que viram Doctor. A vida Pond é uma verdadeira peça comovente sobre os nossos companheiros mais amados e sua relação louca com o seu Doctor".

Amamos os Ponds e já que veremos eles apenas mais cinco episódios da serie, estamos muito felizes com esses mini episódios, quanto mais de Rory e Amy, melhor!


18 de ago. de 2012

Doctor Who: Teaser "Asylum of the Daleks" 7x01



A BBC liberou um mini teaser do primeiro episodio da nova temporada de Doctor Who.
No episodio, sequestrado pelo seus seus maiores inimigos, Doctor é forçado em uma missão impossível, estar em um lugar onde até os Daleks ficam apavorados demais para entrar, o "Asylum". A prisão planetária confina o mais terrível e insano de sua espécie, fazendo Doctor e os Ponds tentarem de tudo para escapar. Tudo acontecendo no meio de uma crise na relação de Amy e Rory, e um exército de Daleks loucos se aproximando, cabe ao Doctor para salvar suas vidas e o casamento dos Ponds. 
Lembrando que a serie retorna dia primeiro de setembro na Inglaterra pela BBC UK.

O teaser pode ser visto no link abaixo do youtube ou no site da BBC UK.




14 de ago. de 2012

Doctor Who: BBC libera fotos da nova temporada.

A BBC America liberou novas fotos dos três primeiros episódios e bastidores que irão compor a sétima temporada de Doctor Who. Nas fotos vemos episódios do Doctor, Amy e Rory nos Estados Unidos, depois lutando contra milhares de Daleks e finalmente com o que faltava na serie: Dinossauros!






[Fonte: BBC America]