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21 de mai. de 2013

Doctor Who: Review 7x13 - The Name of the Doctor (season finale)



CADÊ AR?! Já falei aqui que mil episódios foram meus favoritos, mas esse facilmente se igualou com Vincent and the Doctor e Blink de episódios favoritos em toda a série para mim!

Bom, quando Doctor Who nos deixou na mão em suas finales? Nunca não é? Mas essa foi uma lambança tão fucking awesome que minha vontade era de ir abraçar e dar um beijo em todos os roteiristas dessa maravilha.

O episódio já começa com aqueles lances de cenas pra testar nossa capacidade de se manter quieto e em menos de cinco minutos já estava hiperventilando e pulando feito uma louca com Clara interagindo com os Doctors antigos, e todos os figurinos e a imagem feita perfeitamente para a época da série clássica e Gallifrey como costumava ser antes da Guerra do Tempo, Moffat, apenas amo você! Chupem haters apenas.

A história começa com a volta Vastra, Jenny e Strax em Londres, 1893, pela possível ameaça do grande segredo de Doctor. Gostei da volta dos três, achei fundamental, já que foram com eles que a trama de Clara começou, e no ultimo episódio de Gatiss decadente eu fiquei bem incomodada que os três não colocaram o Doctor na parece a respeito dela ainda estar viva. Mas já perdoei tudo, eu perdoava uma temporada inteira ruim por esse final!

Os três então foram responsáveis pela conferencia que trouxe de volta River – eu não gosto da River, nunca gostei, mas como o amor por ela é universal, não entrarei nesse assunto antes que pedras voem direto na minha cabeça – porém estava louca pra ver Clara e River frente a frente. Não é novidade que Doctor sempre tem um relacionamento amigável demais com suas companions, e com a Clara o negocio tá sendo mais ainda, quase obsessivo, logo estava louca pra ver River com ciúmes e Clara mostrando que nada sabe sobre a condição matrimonial de Doctor. Apesar desse momento ter sido o melhor, com direito a River dizendo singelamente que sabe o nome do Doctor, o assunto da conferencia era a referente ameaça do segredo de Doctor e a ida dele a TRENZALORE, lá do prequel e claro que ia dar merda, quando todos foram atacados por criaturas terríveis comandados pela Grande Inteligência.  

Acontece que TRENZALORE é o planeta onde Doctor foi enterrado, o que resultou em um momento de lagrimas quando ele descobre que precisa ir lá para salvar Vastra, Jenny e Strax, e a catástrofe que poderia ocorrer. A cena foi tão verdadeira que queria pegar o senhor do tempo e colocá-lo em um potinho e levar pra casa e não deixá-lo ir para aquele planeta não. Maldade demais.

Finalmente começamos a descobrir o segredo de Clara. Pra vocês que estavam realmente esperando um draminha com o nome do Doctor, claro que não rolou, sem surpresas, sabia que o nome do episódio ia ser apenas trollação de Moffat e que Clara ia finalmente ser desvendada, sem necessidade isso pendurar até a próxima temporada, foi certíssimo e acertado no ponto. 

Souffle Girl, Garota Impossível e a folha de outono mais importante da história da humanidade. Clara nasceu para salvar a vida do Doctor. Quem imaginava que todas aquelas Claras eram apenas ecos? SERIO GENTE, eu amei muito tudo isso justamente por ninguém ter pensado nisso, li tantas teorias, mas jamais que alguém iria acertar essa coisa da storyline do Doctor, ai Moffat te amo de novo!

O adeus de River também foi um foco do episódio, não sei vocês gente, mas depois do “Spoilers” dito pela professora, essa mulher ainda vai voltar muito pra série. Claro que não como era na época dos Ponds, afinal antes tinha sentido ela aparecer sempre, já que ela fazia parte daquela trama, agora o foco é de Clara, e River não faz parte dela, só que não acredito que aquilo seja realmente um final, mas valeu a intenção da cena, foi bonita (menos pela parte do beijo, não consigo gostar esse casal) e feita no toque certo. As cenas entre a conexão entre Clara e a River foram ótimas, dando um toque de emoção e mostrando a importância da professora na vida do Doctor. Impagável a expressão da moça quando ele fala que ele é casado.

Depois que Clara entra na vida do Doctor começamos a entender todas as passagens de cenas do começo do episódio, Clara fez Doctor roubar a TARDIS certa, É MOLE? Quase gritei quando vi no começo, mas no final quando tudo estava esclarecido, o negocio ficou mais foda ainda!

Eis que Doctor nunca deixará alguém na mão, e depois de ter ido ao seu tumulo para salvar seus amigos, ele entra em sua própria storyline para salvar Clara, sua protegida. O discurso que ele deu falando que ele precisava fazer isso depois de Clara ter salvado ele tantas vezes foi ótimo. Finalmente Clara conquistou  sua personalidade, finalmente podemos agora conhecer a companion de verdade, antes ela era apenas Clara, que morreu varias vezes. Qual delas era a verdadeira? Qual o segredo? Era impossível confiar em quem ela era de verdade.

Quando Doctor entra em sua storyline e começam a aparecer suas regenerações foi o ápice do episódio. Quando aparece a jaqueta do Nine quase vomitei arco-íris, todas as vozes e rastros dos seus antigos corpos, as lagrimas do Doctor, o desespero de Clara, quase tive um AVC. Amo a química do Matt com a Jenna, e tive meu momento fangirl com aqueles abraços cheios de beijos, sinto como se Clara fosse um animal de estimação do Doctor, superproteção até o pescoço.

E foi ali naquele lugar que aparece a versão que caguetou o nome do Doctor. Estava levando tudo bem na esportiva, achando tudo bem legal aquela voz do dragão de Merlin falando sobre o nome, dando aquele toque do nome do episódio, e faltando 10 segundos pro final, John FUCKING OLIVARAS Hurt vira, faz um carão, e aparece uma legenda INTRODUCING JOHN HURT AS THE DOCTOR! SERIO.GENTE.POR.QUE.MOFFAT.FAZ.ISSO.COM.AS.PESSOAS? 

O fato é que esse homem já apareceu milhares de vezes em fotos de gravações do especial de 50 anos, e já haviam varias teorias que ele seria algum Doctor, passado, futuro, enfim, mas não esperava por aquele final não. Chorei, gritei e fiquei em posição fetal de tanta sambada que Moffat deu na minha cara nesse episódio. Não quero pensar em mais nada, quero apenas novembro na minha vida pra ontem!

Ps: Não foi explicado porque a TARDIS não gosta de Clara, espero que esse assunto volte!

15 de mai. de 2013

Doctor Who: Review 7x12 – Nightmare in Silver + Prequel



O episódio da semana conseguiu se redimir um pouco pelo anterior. Porém ainda está tudo passando bem batido. Já expressei minha insatisfação com a divisão dessa temporada antes, mas está demais, poucos episódios e pouco foco com a trama principal. Porém já que não temos tudo que queremos, o negocio é aproveitar  o roteiro da semana que foi escrito por Neil Gaiman, quem não conhece esse moço, ele foi o responsável pelo  episodio The Doctor's Wife e também é o escritor daquele livro “Stardust” que tem um filme com a fofa da Claire Danes, vale a pena conferir.

Clara manteve sua palavra no ultimo episódio e levou as crianças que ela cuida para uma viajarem na TARDIS. Logo, a trama que se passa em um parque de diversões na lua, faz sentido, e a ambientação é bem assustadora, porém a experiência com eles não funcionou.

O episodio foi bom sim, mas se pudesse tirar alguém pra ficar melhor, seriam aquelas crianças, ou pelo menos a menina.  Angie já começa insultando a TARDIS, qual o sentido? Essa menina não ameaçou Clara no episódio anterior pra levar eles para viajarem no espaço? Depois passou o resto do episodio reclamando de tudo, desculpa mas essa não é uma atitude de alguém que está viajando no espaço/tempo pela primeira vez, se até os adultos se comportam diferente, porque essa menina mimada não se mostrou minimamente empolgada? Sabe aquela pessoa insuportável que sempre faz o favor de estragar tudo e deixar todo mundo irritado inclusive o Doctor? Esse papel foi cumprido por essa menina, tirando que o Doctor não se irritou porque tinha que fazer media pra Clara né.

A participação de Warwick Davis, o Professor Flitwick de Harry Potter e o único anão da Inglaterra, já que ele está em tudo, foi ótima! Os Cybermites e a volta dos Cybermen cumpriram o que prometeram. Não sou lá muito fã dessas criaturas, mas eles tocaram um terror naquele parque de diversões e vieram em uma hora certeira depois do fiasco do episódio passado.

Clara por sua vez finalmente deu uma sacudida, e virou líder de toda a operação e brilhou, ganhando apoio até do imperador. Foi bom ver a moça não cair na passividade igual estava acontecendo nos últimos episódios. O assunto de ela ser impossível também voltou e estamos cada vez mais perto de descobrir o porquê, porém não esperei grandes relevações, já me conformei que isso só será foco principal na season finale.  

Porém, quem brilhou mesmo e fez toda essa lambança mais ou menos se tornar maravilhosa foi o Doctor. Na Review passada eu bati na tecla que não da pra deixar Doctor fora das telas por tanto tempo, e que foi o maior erro anterior. Nesse não tivemos esse problema, porque não tivemos só um, mas dois Doctors ocupando quase todo o tempo na tela. Matt Smith foi espetacular e a cada episódio ele  cresce mais e mais e muita gente já deveria ter aceitado como ele é sensacional, 2013 e ainda tem gente chorando pela saída do Tennant, desfoquem esse amor pela 10th e reparem como Matt é um puta ator por favor! Por isso amo quando ele praticamente da um tapa na cara de todos como ele fez nesse episoódio. A atuação impecável com passagens de cenas ótimas também, Doctor e seu alter-ego Cyber- Planner e o jogo de xadrez foi uma sacada brilhante, Timelords inventaram o jogo de xadrez, sem surpresas, só eles mesmo pra inventarem algo tão midfuck.

A cena que me deixou mais chocada foi quando Doctor se declara para Clara, aquilo foi tão convincente que já estava achando que estava vendo outra série, claro que no final era tudo mentira, e os dois voltaram no relacionamento normal, porém vale ressaltar que Doctor pensar na Clara all the time é totalmente aceitável, todo mundo quer saber qual é a da Clara certo? Doctor deve querer mais ainda, estamos vendo a vários episódios a loucura já admitida por esse assunto.

Gaiman brilhou com o que tinha e me pergunto o por que ele escreve tão pouco para Doctor Who e Gatiss está ai nos assombrando toda hora.

Bom, sábado já temos a season finale “The Name of the Doctor” (em Londres rolou até um protesto porque ninguém quer saber o nome do Doctor não, eu já acho que vai ser a maior trollação do mundo e estou bem tranquila, afinal já sabemos quem é a “mãe”, não podemos saber quem é esse Doctor assim de uma vez só) e pela promo parece que vai ser sensacional. A BBC America fez a maior burrada de todos os universos e mandou DVDs errados já com essa season finale, porém a emissora já tratou de subornar os whovians falando que se eles guardassem a finale apenas para eles até sábado, eles iriam liberar algum vídeo com o Tennant e o especial de 50 anos, que claro, provavelmente eles já iram liberar, mas usaram isso para tentar consertar o erro. E parece que está funcionando. Então vamos ter que esperar sábado mesmo!

BBC liberou esse prequel do próximo episódio, achei sensacional, tirem suas proprias conclusões, eu estou confiante, Moffat quando quer consegue! THE DAY WE WENT TO TRENZALORE!!!






26 de set. de 2012

Doctor Who: Review 7x04 - The Power of Three


O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM ESSA TEMPORADA DE DOCTOR WHO ?




Tudo está tão perfeito que está chegando a me assustar. Todos os episódios estão sendo extremamente singulares e geniais, a cada semana minhas expectativas aumentam tanto que tenho medo de me decepcionar.

Mas deixando a parte fangirl de lado, vamos para o episodio. O que me deixou mais intrigada desde os trailers e fotos de divulgação do episódio foi à falta de sinopse completa.  Falavam que os vilões seriam cubos e só. Pensei na tamanha bizarrice disso, mas como tudo de mais bizarro que Doctor Who cria, acaba sendo sempre bom.  Além de todo o caso da invasão dos cubos, o episódio foi narrado pela Amy, como uma lembrança de quando o Doctor entrou na vida do casal, na vida real.

Amei esse foco na vida dos Ponds e preciso comentar, FAZ 10 ANOS DESDE QUE A AMY VIAJOU COM O DOCTOR PELA PRIMEIRA VEZ? REALLY? Fiquei de cara quando ela disse isso. Eu sabia que o tempo estava passando rápido entre as viagens, mas imaginava algo como 5, 6 anos, não 10! Outra coisa, desde quando a Amy estudou alguma coisa pra trabalhar em jornal? Falaram algo sobre isso antes ou inventaram uma profissão para ela do nada? 

A vida dos Ponds é mesmo bem gostosinha de ver, e o Doctor interagindo com eles foi ótimo. E bonito foi o ver voltando para passar mais tempo com os dois. A cada episodio alias fico mais revoltada com o fato do Rory e da Amy estarem mais legais, bem quando os dois estão a um segundo de sair da série para sempre. Eu particularmente nunca gostei muito do personagem Rory, no começo ele meio que surgiu como um intruso para mim e depois eu sentia que ele não tratava as viagens como diversão e sim porque era o único jeito de seguir a Amy. Mas isso foi mudando e agora ver toda a alegria dele e essa conexão com o Doctor me fez amar esse personagem que pouco dei valor e já estou sofrendo de saudades com a saída no próximo episódio.  Deixem Rory e Amy por mais umas 10 temporada por favor!

The Power of Three também trouxe de volta a UNIT, fazendo todos nós instantaneamente lembrar do capitão Jack ou da ex-companion Martha.  Seria um excelente episódio para a aparição dos personagens, mas totalmente compreensível, já que nessa nova fase da série os personagens antigos não voltam, só senti falta de pelo menos a menção dos nomes de ambos, seria legal ver o Doctor do Matt Smith fazer algum comentário sobre o assunto.

O episódio parece um filme, quando vi já tinha se passado mais de um ano da vida dos Ponds e dos misteriosos cubos na Terra. Vimos o casal em suas verdadeiras vidas de casados e gostando disso, Rory trabalhando no hospital sem parar, Amy sendo convidada até para ser madrinha de casamento, quem diria, Amy e Rory cheio de amigos, humanos, do século vinte e um.

Temos a volta do pai do Rory também, Brian, que se mostrou um excelente assistente do Doctor e acompanhou os misteriosos cubos por mais de um ano fielmente. A conversa com ele e o Doctor sobre o que acontece com as pessoas que viajam com ele foi já uma preparação para a saída dos Ponds que só me deixou com mais saudades precipitadas.

No meio de cenas divertidas a que se destacou em todos os sentidos foi à conversa do Doctor e da Amy. Já disse aqui que sou muito fã dos dois e a química que ambos têm consegue levar uma cena das alturas.  “Isso é um canto, de um País, em um continente em um planeta que é um canto da galáxia, que é um canto do universo, vive crescendo e escolhendo e criando e destruindo e nunca permanece igual por um único milissegundo. E há tanto para se ver Amy. Porque acontece tudo tão rápido. Eu não fujo das coisas, eu fujo para elas. Antes que elas se incendeiem e desapareçam para sempre. E está tudo bem, nossas vidas não permanecerão iguais. Não podem... Estou fugindo para você e para o Rory, antes que vocês desapareçam de mim.” 

Linda a conversa, e impossível expressar com palavras a magnitude que essa fala do Doctor teve. Emocionante essa preparação de despedida da Amy, a companion que mais permaneceu com o Doctor, que casou, engravidou, criou uma vida e que ainda está com ele, e que foi a primeira pessoa a ver esse novo Doctor. Amelia Pond estará sempre nos corações do Doctor e no meu também.

No fim vimos que os cubos foram mandados por uma raça chamada Shakri que queria acabar com a praga da humanidade. Achei genial e acho inclusive que está faltando uma iniciativa assim no mundo real por alguma raça desconhecida por ai.

Para terminar a review, fiquei o episódio todo tentando entender de onde veio esse nome “The Power of Three” e no fim foi algo extremamente obvio. Os três parados juntos para entrar na Tardis e ter mais uma viagem foi maravilhoso e só nos mostrou como os três atores, os três personagens combinam, tem química e são um dos melhores elencos de serie que já vi e que agora só nos resta aproveitar o ultimo episódio de sábado para nos despedirmos de Amy e Rory e ver a ultima viagem desses três juntos. E o melhor, com os melhores vilões de toda a série.  

DON’T BLINK! Por que os Weeping Angels estão chegando em Manhattan.






13 de set. de 2012

Doctor Who: Review 7x02 - Dinosaurs on a Spaceship.


"SO TELL ME DOCTOR, WHAT EXACTLY IS THE FUNCTION OF A SONIC SCREWDRIVER?"


Doctor Who voltou no ultimo sábado com seu segundo episódio da nova temporada com algo não visto desde a série clássica: dinossauros.

Estava ansiosa por esse episódio a uma era, já sou louca por dinossauros e estou esperando eles aparecerem em Doctor Who basicamente desde que comecei a assistir. Já que não existe nada melhor e mais legal no mundo que dinossauros e Doctor Who, esse episódio foi muito bom, afinal foi Dinosaurs on a fucking Spaceship! Uma verdadeira parafernália em forma de episódio.

Confesso que no começo estranhei, achei meio bagunçado, com uma sensação que o anterior foi bem melhor, e foi depois de um tempo assistindo que comecei a gostar de verdade, afinal, o episodio cumpriu bem sua função de ser divertido e engraçado do jeito que Doctor Who sempre soube ser.

Começou em cortes de cenas rápidas que me deixou até tonta, Doctor e a Rainha Nefertiti juntos, o aviso da nave espacial, o explorador John Riddell , os Ponds..tudo em menos de cinco minutos. A rainha Nefertiti me agradou muito, e fez sucesso até com os personagens, principalmente com Amy que se mostrou uma fangirl de primeira que ela sabe bem ser (quem se lembra dela com Van Gogh?).

Aparentemente o Doctor queria uma gangue, e ele conseguiu, até o pai de Rory participou da viagem dessa vez. Amei ver Mark Williams, conhecido como o Mr. Weasley em Harry Potter, como pai de Rory, Brian Pond (Pond é o sobrenome da Amy, mas já que é sogro dela, vira Pond) e interagindo em toda a loucura do Doctor, o que rendeu ótimas cenas cômicas. No episodio ele apenas vai trocar uma lâmpada na casa do filho e acaba parando em uma nave espacial com DINOSSAUROS! Dinosaurs on a Spaceship!!!!

E o Doctor que está ligado na tomada minha gente?  O que foi ele pulando feito uma criança e gritando ''Dinosaurs on a Spaceship'' milhões de vezes, revelando que faz listinha de Natal, beijando o Rory, montando num dinossauro (on a spaceship!) e sendo assediado (!!!) pela Rainha Nefetiti? Sensacional.
Além dos dinossauros, da rainha do Egito e de um explorador da África, aparecem dois robôs engraçadinhos (que me lembrou demais Douglas Adams) e descobrimos que a nave era dos Silurians que esperavam repovoar os dinossauros. Parte que em especial achei sensacional, adoro quando a série utiliza de sua própria mitologia e nunca esperava ver um Silurian para tal explicação de tanta loucura. Eram tantas informações de personagens que eu comecei a ficar perdida, no final levei isso como um bônus do episódio, afinal essa é a essência de Doctor Who, historias simples, divertidas e bagunçadas e fazia um tempo que não rolava isso.

Como se não bastasse tudo isso, os robôs trabalham para o cara que estava comandando a nave, vilão do episódio: Mr. Filch! Um pirata espacial que nos tempos vagos trabalha de zelador em Hogwarts, afinal, uma vez em Harry Potter, sempre em Harry Potter.

Gostei muito do desfecho do episódio, e foi à parte que causou muita discórdia e discussão entre os fãs. Foi cruel Doctor ter mandado Mr Filch/Salomon para a morte? Doctor na maioria das vezes é pacifista ao extremo e tenta salvar todos, e dessa vez não aconteceu. Todos sabem como o Doctor de Matt Smith sempre teve uma posição mais sombria e nesse antes da série retornar, foi muito comentado que nessa temporada em especial isso ficaria ainda mais explicito. O fato é que o Doctor anda viajando muito sozinho (lembram do Tenth/Tennant em seus últimos episódios e as atitudes do Doctor sozinho?) e isso claramente será explorado nessa temporada. A questão é que essa difícil decisão que o Doctor tomou me agradou, afinal, Salomon matou o querido herbívoro dinossauro caçador de bolas de golfe, sem motivo algum e não acredito nessa conversa toda do pessoal de que o Doctor precisa de um “lado humano”, afinal, feliz é o Doctor em não ser humano, assumindo uma posição negativa, o ser humano faz coisas bem piores.

Pra acabar essa review, gostaria de falar que em parte estou gostando do distanciamento que está ocorrendo entre os Ponds e o Doctor, afinal eles saem daqui a três episódios, e está sendo legal eles terem suas vidas separadas e ocasionalmente viajarem com o Doctor. Porém na outra parte, não estou pronta para me despedir deles, e estou achando uma tremenda sacanagem os dois estarem tão bem e engraçados como nunca antes, bem nos últimos episódios, me fazendo sentir mais saudades antecipadas deles do que achava que sentiria. Será que não jeito de segurar eles na serie pelos próximos 50 anos Moffat?

Eu amei a nova companion e essa reciclagem em Doctor Who é importante, mas me apeguei aos Ponds, principalmente a Amy, e vai ser difícil a despedida. A conversa dela com o Doctor foi a cena mais adorável do episódio todo, mas sou suspeita em falar sobre, sou grande fã desses dois juntos. Os olhares triste do Doctor pra Amy me deixaram preocupada, o que será que vai acontecer no fim com a Pond?

O episodio não podia ter acabado mais lindamente, com Brian olhando a Terra do espaço e depois os cartões postais, tipo de coisa que eu faria sem pensar duas vezes se tivesse um Doctor e uma Tardis na minha vida.

O episodio foi leve, engraçado e cheio de bagunça que só Doctor Who sabe fazer, ou seja, nada mais que ótimo! Que venha o próximo episodio de faroeste, com muitas armas e prometido como sombrio.




5 de set. de 2012

Doctor Who: Promo e Fotos 7x02 - Dinosaurs on a Spaceship

"Dinosaurs on a Spaceship" será o segundo episodio dessa temporada e contará a historia de quando uma rainha do Egito liga para o Doctor avisando que uma nave espacial irá colidir com a Terra em seis horas. Assim Doctor pega seus companheiros Amy e Rory dez meses depois que ele os viu pela última em "Asylum of the Daleks" para essa aventura, e acidentalmente pai de Rory, Brian entra na Tardis também. Ao entrarem na nave eles dão de cara com nada mais que dinossauros.

Mark Williams, como pai de Rory e David Bradley (isso mesmo, o Mr. Weasley e Argus Filch de Harry Potter) são atrações do episodio, pra quem é fã como eu, irá amar, mesmo não sendo prometido como um episodio memorável, apenas divertido.

O episodio vai ao ar dia 09 de setembro pela BBC UK e BBC AMERICA.