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1 de jun. de 2013

Doctor Who: BBC anuncia que o episódio de natal será o ultimo de Matt Smith.



A BBC anunciou hoje que Matt Smith deixará Doctor Who após o episódio especial de 50 anos da série e o especial de Natal. Interpretando Doctor por três temporadas desde 2010, vimos o programa virar verdadeiramente global e ser o primeiro ator a interpretar o personagem, ser nomeado para BAFTA.

Essa declaração do ator deixou muitos fãs confusos, já que o mesmo já havia dito que continuaria para uma oitava e ultima temporada. Importante ressaltar que ao que tudo indica Steven Moffat continuará como showrunner da série, que sofria especulações de que sairia logo. Abaixo consta a nota que o ator e Moffat deram sobre o fim.

Matt Smith diz:. "Doctor Who tem sido a experiência mais brilhante para mim como ator e pessoa, e que em grande parte se deve ao elenco, equipe e fãs da série que eu sou incrivelmente grato a todos que trabalharam incansavelmente todos os dias, para realizar todos os elementos do show e entregar Doctor Who para o público. Muitos deles tornaram-se bons amigos e eu estou muito orgulhoso do que temos conseguido ao longo dos últimos quatro anos.

Tendo Steven Moffat como showrunner escrevendo esses episódio engraçados e brilhantes tem sido um dos maiores e mais gratificantes desafios da minha carreira. Tem sido um privilégio e um prazer trabalhar com Steven, ele é um bom amigo e vai continuar a moldar um mundo brilhante para o Doctor.

Os fãs de Doctor Who em todo o mundo são diferentes uns dos outros, únicos, como se vestem, uns gritam mais alto, sabem mais sobre a história do show (e espetacularmente mais sobre o futuro do show) de uma forma que eu nunca vi antes, a dedicação é verdadeiramente notável. Obrigado muito por apoiar minha encarnação do Senhor do Tempo, eleven, mas ainda tenho algo a acrescentar então estou de volta para o 50 º aniversário e o especial de Natal!

Tem sido uma honra participar, seguir o legado de atores brilhantes, e dirigir a TARDIS com "the ginger, the nose and the impossible one". Mas quando eu tenho que ir, eu tenho que ir para Trenzalore. Obrigado a todos vocês. Matt. "

Steven Moffat, principal escritor e produtor executivo, diz: "Todos os dias, em cada episódio, a cada conjunto, Matt Smith me surpreendeu: a maneira como ele mudaria uma fala, ou gira seus calcanhares, ou faz algo engraçado, ou do nada me faz chorar, eu nunca sabia o que estava por vir. O Doctor pode ser palhaço e herói, muitas vezes, ao mesmo tempo, e Matt subiu para ambos os desafios magnificamente. E ainda melhor do que isso, dadas as pressões deste espetáculo extraordinário, ele é uma das pessoas mais agradáveis ​​e mais empenhadas que eu já tive o privilégio de conhecer. Tudo o que joguei em cima dele -. às vezes literalmente - o seu comportamento sempre foi digno do Doctor.

Mas grandes atores sempre sabem quando é hora de acabar, de modo que este Natal, podem se preparar para os seus corações ficarem quebrados, para dizemos adeus ao eleven. Obrigado Matt - gravatas borboletas nunca foram legais.

É claro, este não é o fim da história, porque agora a pesquisa começa. Em algum lugar lá fora agora - sem saber - é alguém que está prestes a tornar-se o Doutor. A vida vai mudar, e Doctor Who vai nascer mais uma vez! Depois de 50 anos, que ainda é tão emocionante! "

Tendo estrelado ao lado de três companions diferentes, Amy Pond (Karen Gillan), Rory Williams (Arthur Darvill) e, mais recentemente Clara Oswald (Jenna Coleman), Doctor Matt lutou contra Daleks e Cybermen, bem como Weeping Angels em New York. Regularmente ouvimos gritando 'run' e 'Geronimo', Matt foi introduzido a uma nova combinação de culinária - peixe empanado e creme!

A saída espetacular de Matt ainda está para ser revelado e será mantido rigorosamente em segredo. Ele voltará a BBC One telas no episódio do 50 º aniversário imperdível no sábado 23 de novembro de 2013 - Sintonize!

Você pode ler também a matéria original no site da BBC.

Apesar de muita gente falar que já estava na hora de trocar de Doctor, eu estou muito triste. Matt Smith é meu Doctor e ator favorito e estava certa que ele iria fazer a oitava temporada depois de suas declarações. Sem contar que a química do Doctor com sua nova companion Clara estava sendo ótima, esperava um pouco mais de interação. Mas como despedidas em Doctor Who são inevitáveis  não posso desejar nada mais que excelentes episódios finais e que Matt continue bem em sua carreira para podermos vê-lo sempre! 



15 de mai. de 2013

Doctor Who: Review 7x12 – Nightmare in Silver + Prequel



O episódio da semana conseguiu se redimir um pouco pelo anterior. Porém ainda está tudo passando bem batido. Já expressei minha insatisfação com a divisão dessa temporada antes, mas está demais, poucos episódios e pouco foco com a trama principal. Porém já que não temos tudo que queremos, o negocio é aproveitar  o roteiro da semana que foi escrito por Neil Gaiman, quem não conhece esse moço, ele foi o responsável pelo  episodio The Doctor's Wife e também é o escritor daquele livro “Stardust” que tem um filme com a fofa da Claire Danes, vale a pena conferir.

Clara manteve sua palavra no ultimo episódio e levou as crianças que ela cuida para uma viajarem na TARDIS. Logo, a trama que se passa em um parque de diversões na lua, faz sentido, e a ambientação é bem assustadora, porém a experiência com eles não funcionou.

O episodio foi bom sim, mas se pudesse tirar alguém pra ficar melhor, seriam aquelas crianças, ou pelo menos a menina.  Angie já começa insultando a TARDIS, qual o sentido? Essa menina não ameaçou Clara no episódio anterior pra levar eles para viajarem no espaço? Depois passou o resto do episodio reclamando de tudo, desculpa mas essa não é uma atitude de alguém que está viajando no espaço/tempo pela primeira vez, se até os adultos se comportam diferente, porque essa menina mimada não se mostrou minimamente empolgada? Sabe aquela pessoa insuportável que sempre faz o favor de estragar tudo e deixar todo mundo irritado inclusive o Doctor? Esse papel foi cumprido por essa menina, tirando que o Doctor não se irritou porque tinha que fazer media pra Clara né.

A participação de Warwick Davis, o Professor Flitwick de Harry Potter e o único anão da Inglaterra, já que ele está em tudo, foi ótima! Os Cybermites e a volta dos Cybermen cumpriram o que prometeram. Não sou lá muito fã dessas criaturas, mas eles tocaram um terror naquele parque de diversões e vieram em uma hora certeira depois do fiasco do episódio passado.

Clara por sua vez finalmente deu uma sacudida, e virou líder de toda a operação e brilhou, ganhando apoio até do imperador. Foi bom ver a moça não cair na passividade igual estava acontecendo nos últimos episódios. O assunto de ela ser impossível também voltou e estamos cada vez mais perto de descobrir o porquê, porém não esperei grandes relevações, já me conformei que isso só será foco principal na season finale.  

Porém, quem brilhou mesmo e fez toda essa lambança mais ou menos se tornar maravilhosa foi o Doctor. Na Review passada eu bati na tecla que não da pra deixar Doctor fora das telas por tanto tempo, e que foi o maior erro anterior. Nesse não tivemos esse problema, porque não tivemos só um, mas dois Doctors ocupando quase todo o tempo na tela. Matt Smith foi espetacular e a cada episódio ele  cresce mais e mais e muita gente já deveria ter aceitado como ele é sensacional, 2013 e ainda tem gente chorando pela saída do Tennant, desfoquem esse amor pela 10th e reparem como Matt é um puta ator por favor! Por isso amo quando ele praticamente da um tapa na cara de todos como ele fez nesse episoódio. A atuação impecável com passagens de cenas ótimas também, Doctor e seu alter-ego Cyber- Planner e o jogo de xadrez foi uma sacada brilhante, Timelords inventaram o jogo de xadrez, sem surpresas, só eles mesmo pra inventarem algo tão midfuck.

A cena que me deixou mais chocada foi quando Doctor se declara para Clara, aquilo foi tão convincente que já estava achando que estava vendo outra série, claro que no final era tudo mentira, e os dois voltaram no relacionamento normal, porém vale ressaltar que Doctor pensar na Clara all the time é totalmente aceitável, todo mundo quer saber qual é a da Clara certo? Doctor deve querer mais ainda, estamos vendo a vários episódios a loucura já admitida por esse assunto.

Gaiman brilhou com o que tinha e me pergunto o por que ele escreve tão pouco para Doctor Who e Gatiss está ai nos assombrando toda hora.

Bom, sábado já temos a season finale “The Name of the Doctor” (em Londres rolou até um protesto porque ninguém quer saber o nome do Doctor não, eu já acho que vai ser a maior trollação do mundo e estou bem tranquila, afinal já sabemos quem é a “mãe”, não podemos saber quem é esse Doctor assim de uma vez só) e pela promo parece que vai ser sensacional. A BBC America fez a maior burrada de todos os universos e mandou DVDs errados já com essa season finale, porém a emissora já tratou de subornar os whovians falando que se eles guardassem a finale apenas para eles até sábado, eles iriam liberar algum vídeo com o Tennant e o especial de 50 anos, que claro, provavelmente eles já iram liberar, mas usaram isso para tentar consertar o erro. E parece que está funcionando. Então vamos ter que esperar sábado mesmo!

BBC liberou esse prequel do próximo episódio, achei sensacional, tirem suas proprias conclusões, eu estou confiante, Moffat quando quer consegue! THE DAY WE WENT TO TRENZALORE!!!






16 de nov. de 2012

Doctor Who: Christmas Special Trailer


Children in Need (Teleton da BBC) divulgou o trailer do Especial de Natal de Doctor Who com o nome de Snowmen. O episódio contará com alguns personagens já conhecidos e foi escrito por Steven Moffat.
No começo do vídeo Matt Smith e Jenna-Louise Coleman brincam sobre a aparição dela no primeiro episodio da temporada ter sido com uma diferente personagem ou a mesma. Claro que não é revelado nada, mas esperamos que isso seja respondido logo.


3 de out. de 2012

Doctor Who: Review 7x05 - The Angels Take Manhattan


"Há uma menininha esperando em um jardim. E ela vai esperar por bastante tempo. Então ela precisará de esperança. Vá até ela, conte-lhe uma estória. Peça para ela ser paciente, pois dias inesquecíveis irão chegar. Diga a ela que ela irá ao mar lutar com piratas, que ela se apaixonará por um homem que esperará por ela dois mil anos para mantê-la segura, diga a ela que ela dará esperança ao maior pintor que já viveu e que salvará uma baleia no espaço sideral. Diga a ela que essa é a historia de Amelia Pond. E é assim que ela termina."


Doctor Who acabou sua mid season nesse sábado dia 29 com o encerramento dos personagens Amy e Rory na série. Doctor Who simplesmente conseguiu me fazer ficar com medo, rir, chorar e ficar de boca aberta com tanta genialidade em apenas quarenta minutos.

Nada melhor, para um evento tão importante, acabar com os melhores monstros que essa série já criou, os “weeping angels” dessa vez em Manhattan. Meus amigos sempre dão risada disso, mas eu tenho muito medo dessas estatuas, muito medo mesmo, e já fiquei agoniada com o começo do episódio. Digo que Moffat me fez ter qualquer futura experiência em New York City assustadora, já me vejo andando por lá tentando não piscar de jeito nenhum. Foto turística com a estatua da liberdade? De jeito nenhum.

The Angels Take Manhattan foi o primeiro episodio que explorou bem o mundo dessas criaturas. Em Blink (3x10) os conhecemos pela primeira vez e vimos o que são capazes, porém em sua segunda aparição na quinta temporada, o foco desses monstros foram outro e não chegamos a ver nada sobre as vitimas dessas estatuas. Nesse, vimos de perto, já que Rory foi a vitima, e não apenas uma vez, até baby angels existem. Palmas e mais palmas para a macabra cena de um dos bebes anjos aparece apagando o fósforo de Rory. Doctor Who é literalmente a serie mais sem limites do universo, até a estatua da liberdade é uma Weeping Angel, como ela consegue se mexer na cidade sem ninguém ver é uma questão que nem irei aprofundar afinal não me deu muito tempo de me ligar a isso enquanto meu casal favorito estava partindo.

O episódio contou com a volta de River Song, extremamente necessário, já que ela é filha de Rory e Amy e graças a ela, apesar dos momentos de tensão, o assunto casamento dela com o Doctor proporcionou diversas cenas cômicas.

Doctor odeia “finais”, afinal o final acontece apenas para os outros, e ele tem sempre que se ajustar as mudanças, (quantas vezes não chorei com ele quando alguma companion partia? Saudades Rose e Donna até hoje) então o episódio começa com ele singelamente tirando a ultima pagina do livro que ele está lendo. Preciso falar que nunca iria imaginar que tudo se desenvolveria através desse livro, mas como tudo em Doctor Who tem um propósito, já estava amando toda aquela desenvoltura deles estudando as paginas para saber o que iria acontecer e ao mesmo tempo não podendo se arriscar a ler algo que poderia os matar.

Ótimas cenas dos macabros angels no hotel, me senti assistindo ao um filme de terror.  Fiquei extremamente satisfeita com a mitologia dos weeping angels se abrangendo desse jeito, eles mandando suas vitimas que escaparam para um lugar onde não se poderia sair até a morte foi aterrorizante e brilhante. Quero beijar o Steven Moffat por ter criado isso.

O fato é que sabíamos que Rory e Amy iriam partir para sempre e cada vez que o final se aproximava, mais ficava ansiosa para ver como isso iria acontecer com um misto de saudades que já estava sentindo desde o inicio da temporada, mas dessa vez triplicada.

Amy Pond foi minha primeira companion, já que comecei assistindo da quinta temporada, e estava em negação com a saída dela mesmo sabendo que para a série, a saída de personagens sempre será um mal necessário. Mas é a Amelia Pond, a menina que conheceu o Doctor quando era criança e sonhava com a volta dele e que esperou por mais doze anos por isso. Sem contar que não consigo imaginar alguém com mais química com o atual Doctor que ela, me acostumei com a presença dela e até do Rory, que aprendi a gostar aos poucos e agora sentirei falta tal como sentirei da Amy.

Quando tudo ficou razoavelmente bem nos últimos minutos, já me preparei para o pior, já comecei a imaginar a morte de ambos, ou Amy até virando uma estatua, tudo me passou pela cabeça. Porém Steven Moffat conseguiu fazer um final mais lindo e triste de todos os universos. Fiquei desolada e maravilhada ao mesmo tempo, eles terem vivido juntos até a morte e ao mesmo tempo mostrando o Doctor olhando o tumulo de ambos e sabendo que nunca mais poderia vê-los, comecei a entrar em um looping eterno de lagrimas de felicidade e lagrimas de tristeza. Palmas, gritos e um Oscar para Matt Smith e Karen Gillian, a despedida dos personagens foi simplesmente maravilhoso. impossível não chorar. Sentia o desespero que o Doctor sentiu no episódio todo, não sou fã de finais, afinal, aqui estou eu triste com a saída de uma personagem que estava marcado a mais de um ano. Queria ela para sempre assim como o Doctor a queria viajando para sempre com ele.

No final voltamos ao impasse que a temporada se iniciou e dessa vez foi bem claro: Doctor não pode viajar sozinho. Vimos o tipo de atitude que ele começa a ter e quem sabe tenha mais motivos que veremos futuramente Estou apostando todas que esse será a trama da temporada.

Poderia ficar horas falando sobre esse episódio e o fim dos personagens, mas ao mesmo tempo em que me sobram palavras, penso que todas as cenas já falaram por si só. Rory e Amy tiveram o final mais digno de todos os personagens da série e serão lembrados para sempre. Parecia um filme romântico e dramático hollywoodiano, Doctor correndo no Central Park atrás da ultima pagina do livro da Amy. Uma das cenas mais emocionantes que já vi se deu ao epilogo de Amy, ela nos lembrou de todas as suas aventuras que participamos com ela e Doctor, mas que agora é hora de dar adeus. Mas essa é a historia de Amelia Pond, the girl who waited, e sei que sentirei saudades e vou rever para sempre. Valeu a pena esperar por esse presente de personagem.

Ps: Doctor Who volta agora somente no Natal com a entrada/volta de sua nova companion. Só nos resta esperar e rever episódios antigos enquanto não chega.

26 de set. de 2012

Doctor Who: Review 7x04 - The Power of Three


O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM ESSA TEMPORADA DE DOCTOR WHO ?




Tudo está tão perfeito que está chegando a me assustar. Todos os episódios estão sendo extremamente singulares e geniais, a cada semana minhas expectativas aumentam tanto que tenho medo de me decepcionar.

Mas deixando a parte fangirl de lado, vamos para o episodio. O que me deixou mais intrigada desde os trailers e fotos de divulgação do episódio foi à falta de sinopse completa.  Falavam que os vilões seriam cubos e só. Pensei na tamanha bizarrice disso, mas como tudo de mais bizarro que Doctor Who cria, acaba sendo sempre bom.  Além de todo o caso da invasão dos cubos, o episódio foi narrado pela Amy, como uma lembrança de quando o Doctor entrou na vida do casal, na vida real.

Amei esse foco na vida dos Ponds e preciso comentar, FAZ 10 ANOS DESDE QUE A AMY VIAJOU COM O DOCTOR PELA PRIMEIRA VEZ? REALLY? Fiquei de cara quando ela disse isso. Eu sabia que o tempo estava passando rápido entre as viagens, mas imaginava algo como 5, 6 anos, não 10! Outra coisa, desde quando a Amy estudou alguma coisa pra trabalhar em jornal? Falaram algo sobre isso antes ou inventaram uma profissão para ela do nada? 

A vida dos Ponds é mesmo bem gostosinha de ver, e o Doctor interagindo com eles foi ótimo. E bonito foi o ver voltando para passar mais tempo com os dois. A cada episodio alias fico mais revoltada com o fato do Rory e da Amy estarem mais legais, bem quando os dois estão a um segundo de sair da série para sempre. Eu particularmente nunca gostei muito do personagem Rory, no começo ele meio que surgiu como um intruso para mim e depois eu sentia que ele não tratava as viagens como diversão e sim porque era o único jeito de seguir a Amy. Mas isso foi mudando e agora ver toda a alegria dele e essa conexão com o Doctor me fez amar esse personagem que pouco dei valor e já estou sofrendo de saudades com a saída no próximo episódio.  Deixem Rory e Amy por mais umas 10 temporada por favor!

The Power of Three também trouxe de volta a UNIT, fazendo todos nós instantaneamente lembrar do capitão Jack ou da ex-companion Martha.  Seria um excelente episódio para a aparição dos personagens, mas totalmente compreensível, já que nessa nova fase da série os personagens antigos não voltam, só senti falta de pelo menos a menção dos nomes de ambos, seria legal ver o Doctor do Matt Smith fazer algum comentário sobre o assunto.

O episódio parece um filme, quando vi já tinha se passado mais de um ano da vida dos Ponds e dos misteriosos cubos na Terra. Vimos o casal em suas verdadeiras vidas de casados e gostando disso, Rory trabalhando no hospital sem parar, Amy sendo convidada até para ser madrinha de casamento, quem diria, Amy e Rory cheio de amigos, humanos, do século vinte e um.

Temos a volta do pai do Rory também, Brian, que se mostrou um excelente assistente do Doctor e acompanhou os misteriosos cubos por mais de um ano fielmente. A conversa com ele e o Doctor sobre o que acontece com as pessoas que viajam com ele foi já uma preparação para a saída dos Ponds que só me deixou com mais saudades precipitadas.

No meio de cenas divertidas a que se destacou em todos os sentidos foi à conversa do Doctor e da Amy. Já disse aqui que sou muito fã dos dois e a química que ambos têm consegue levar uma cena das alturas.  “Isso é um canto, de um País, em um continente em um planeta que é um canto da galáxia, que é um canto do universo, vive crescendo e escolhendo e criando e destruindo e nunca permanece igual por um único milissegundo. E há tanto para se ver Amy. Porque acontece tudo tão rápido. Eu não fujo das coisas, eu fujo para elas. Antes que elas se incendeiem e desapareçam para sempre. E está tudo bem, nossas vidas não permanecerão iguais. Não podem... Estou fugindo para você e para o Rory, antes que vocês desapareçam de mim.” 

Linda a conversa, e impossível expressar com palavras a magnitude que essa fala do Doctor teve. Emocionante essa preparação de despedida da Amy, a companion que mais permaneceu com o Doctor, que casou, engravidou, criou uma vida e que ainda está com ele, e que foi a primeira pessoa a ver esse novo Doctor. Amelia Pond estará sempre nos corações do Doctor e no meu também.

No fim vimos que os cubos foram mandados por uma raça chamada Shakri que queria acabar com a praga da humanidade. Achei genial e acho inclusive que está faltando uma iniciativa assim no mundo real por alguma raça desconhecida por ai.

Para terminar a review, fiquei o episódio todo tentando entender de onde veio esse nome “The Power of Three” e no fim foi algo extremamente obvio. Os três parados juntos para entrar na Tardis e ter mais uma viagem foi maravilhoso e só nos mostrou como os três atores, os três personagens combinam, tem química e são um dos melhores elencos de serie que já vi e que agora só nos resta aproveitar o ultimo episódio de sábado para nos despedirmos de Amy e Rory e ver a ultima viagem desses três juntos. E o melhor, com os melhores vilões de toda a série.  

DON’T BLINK! Por que os Weeping Angels estão chegando em Manhattan.






17 de set. de 2012

Doctor Who: Review 7x03 - A Town Called Mercy

"Everyone who isn't American, drop your gun."



Existe coisa melhor quando um episódio que você esperava com altas expectativas, as superam magistralmente? Foi o que Doctor Who fez comigo essa semana com alto grau de brilhantismo.

O episódio mostra Doctor, Amy e Rory em uma cidade chamada Mercy com apenas 81 habitantes no faroeste americano, erroneamente é claro, já que os três tinham a intenção de ir para o México, porém, quando é que o Doctor acerta suas viagens não é mesmo? Lá eles encontraram outro Doctor alienígena, chamado Jex e que está condenado a morte pela sua própria criação.

É impressão minha ou Doctor Who está cada dia mais comédia? Ando rindo mais com a série do que com outras que são denominadas comédias de fato. Doctor continua ligado na tomada e com pitadas de humor a mil, o que foi ele com o palito de dente na boca entrando no bar e pedindo chá? Falando cavalês com o cavalo chamado Susan? E continuando falando da lista de natal dele?

Porém após a comédia introdutória, o episódio deu foco ao outro lado do Doctor, palmas para a atuação de Matt Smith, ele atingiu o ápice de sua brilhante atuação quando o Doctor quis levar Jex para a morte. Somos acostumados a ver o Doctor pacifista ao extremo e tentando salvar a tudo e a todos e desde o episódio anterior ele vem tomando atitudes mais radicais, nos fazendo sentir a mesma contradição dele, dentro de nós também, suas justificativas citando as vitimas do Master e dos Daleks me fez sentir uma profunda compaixão pelo personagem.

No começo achava que o ciborgue seria o vilão da estória e já estava pensando como o Doctor salvaria Jex da morte. Porém não foi isso que aconteceu e o Doctor descobre que na verdade o ciborgue é apenas uma vitima do maluco cientista. Guerra é um assunto, ficção ou não, que me faz entrar em profunda contradição comigo mesma. Tirando algumas exceções, não existe o bom e o mal, e sim o que precisa ser feito para reverter à situação, afinal, Jex acabou com a guerra e depois tentando se redimir, salvou toda a cidade de Mercy de varias doenças . Porém mesmo sabendo disso, fiquei profundamente revoltada com a estória que Jex contou e as atrocidades que ele fez para que a guerra acabasse e me peguei torcendo absurdamente para o Doctor o levar para a morte. Amy por sua vez se mostrou a mais sensata e convenceu o Doctor do contrario, em uma maravilhosa cena, que mesmo tendo em seu foco a drama, conseguiu nos oferecer uma pitada de humor com a mesma tentando atirar. Tristemente Isaac, o xerife boa pinta e bonzinho pagou o preço e acabou indo dessa pra melhor mas deixando o Doctor em seu lugar.

Dito isso nunca achei que veria o Doctor com uma arma na mão e na posição de xerife, Doctor Who definitivamente não nos mostrou nem metade do que tem para nos mostrar. E nessas horas Doctor já tinha voltado ao seu normal e prometendo que iria salvar tanto Jex quanto a cidade de Mercy inteira.

O episódio foi feito de varias cenas minuciosamente bem elaboradas, porém como favorita eu fico com a conversa entre o Doctor e Jex na delegacia, palmas, palmas e mais palmas, o dialogo foi magistral e nos fez sentir compaixão por ambos os personagens onde não havia certo e errado e sim um realismo desconcertante. “Todos nós carregamos nossas prisões conosco, a minha é o meu passado, e a sua, é sua moralidade.” 

Pra terminar a review, o desfecho do episódio fez jus a toda à estória e nos mostrou Jex se autodestruindo e comportando com honra no final. Mesmo com medo e querendo se redimir, Jex optou por não deixar outra morte nas mãos do “mostro” que ele mesmo criou.  Belíssimo.  E o que falar sobre o final do ciborgue? Impossível não terminar o episodio com um sorriso enorme no rosto o vendo finalmente em paz depois de todo o horror que ele passou, trabalhando para a proteção de Mercy como o xerife da cidade.

O mundo não é feito de pessoas boas e a más e sim de situações que nos fazem agir com definições distintas do certo ou errado, e esse episódio nos mostrou exatamente isso, impossível condenar algum dos personagens por tudo ou os defender de tudo, nem mesmo os moradores de Mercy. Extremamente sensível e realista, entrou na minha lista de melhores episódios que já vi.

Semana que vem vamos ver vilões cubos, Rory de cueca e a vida dele e da Amy mais de perto, vem sábado!


16 de set. de 2012

Doctor Who: Três novas promos e fotos 7x04 - Power of Three

Parece que Doctor Who não tem mesmo limites, no próximo episódio que irá ao ar no sábado dia 22 de setembro terá como vilões principais cubos. The Power of Three mostrará como Doctor, Amy, Rory e seu pai Brian Doutor deverão enfrentar uma das mais estranhas invasões do mundo... O que são os cubos misteriosos, e que segredos eles possuem?
Abaixo vocês conferem as três promos disponibilizadas e fotos promocionais do episódio.







13 de set. de 2012

Doctor Who: Review 7x02 - Dinosaurs on a Spaceship.


"SO TELL ME DOCTOR, WHAT EXACTLY IS THE FUNCTION OF A SONIC SCREWDRIVER?"


Doctor Who voltou no ultimo sábado com seu segundo episódio da nova temporada com algo não visto desde a série clássica: dinossauros.

Estava ansiosa por esse episódio a uma era, já sou louca por dinossauros e estou esperando eles aparecerem em Doctor Who basicamente desde que comecei a assistir. Já que não existe nada melhor e mais legal no mundo que dinossauros e Doctor Who, esse episódio foi muito bom, afinal foi Dinosaurs on a fucking Spaceship! Uma verdadeira parafernália em forma de episódio.

Confesso que no começo estranhei, achei meio bagunçado, com uma sensação que o anterior foi bem melhor, e foi depois de um tempo assistindo que comecei a gostar de verdade, afinal, o episodio cumpriu bem sua função de ser divertido e engraçado do jeito que Doctor Who sempre soube ser.

Começou em cortes de cenas rápidas que me deixou até tonta, Doctor e a Rainha Nefertiti juntos, o aviso da nave espacial, o explorador John Riddell , os Ponds..tudo em menos de cinco minutos. A rainha Nefertiti me agradou muito, e fez sucesso até com os personagens, principalmente com Amy que se mostrou uma fangirl de primeira que ela sabe bem ser (quem se lembra dela com Van Gogh?).

Aparentemente o Doctor queria uma gangue, e ele conseguiu, até o pai de Rory participou da viagem dessa vez. Amei ver Mark Williams, conhecido como o Mr. Weasley em Harry Potter, como pai de Rory, Brian Pond (Pond é o sobrenome da Amy, mas já que é sogro dela, vira Pond) e interagindo em toda a loucura do Doctor, o que rendeu ótimas cenas cômicas. No episodio ele apenas vai trocar uma lâmpada na casa do filho e acaba parando em uma nave espacial com DINOSSAUROS! Dinosaurs on a Spaceship!!!!

E o Doctor que está ligado na tomada minha gente?  O que foi ele pulando feito uma criança e gritando ''Dinosaurs on a Spaceship'' milhões de vezes, revelando que faz listinha de Natal, beijando o Rory, montando num dinossauro (on a spaceship!) e sendo assediado (!!!) pela Rainha Nefetiti? Sensacional.
Além dos dinossauros, da rainha do Egito e de um explorador da África, aparecem dois robôs engraçadinhos (que me lembrou demais Douglas Adams) e descobrimos que a nave era dos Silurians que esperavam repovoar os dinossauros. Parte que em especial achei sensacional, adoro quando a série utiliza de sua própria mitologia e nunca esperava ver um Silurian para tal explicação de tanta loucura. Eram tantas informações de personagens que eu comecei a ficar perdida, no final levei isso como um bônus do episódio, afinal essa é a essência de Doctor Who, historias simples, divertidas e bagunçadas e fazia um tempo que não rolava isso.

Como se não bastasse tudo isso, os robôs trabalham para o cara que estava comandando a nave, vilão do episódio: Mr. Filch! Um pirata espacial que nos tempos vagos trabalha de zelador em Hogwarts, afinal, uma vez em Harry Potter, sempre em Harry Potter.

Gostei muito do desfecho do episódio, e foi à parte que causou muita discórdia e discussão entre os fãs. Foi cruel Doctor ter mandado Mr Filch/Salomon para a morte? Doctor na maioria das vezes é pacifista ao extremo e tenta salvar todos, e dessa vez não aconteceu. Todos sabem como o Doctor de Matt Smith sempre teve uma posição mais sombria e nesse antes da série retornar, foi muito comentado que nessa temporada em especial isso ficaria ainda mais explicito. O fato é que o Doctor anda viajando muito sozinho (lembram do Tenth/Tennant em seus últimos episódios e as atitudes do Doctor sozinho?) e isso claramente será explorado nessa temporada. A questão é que essa difícil decisão que o Doctor tomou me agradou, afinal, Salomon matou o querido herbívoro dinossauro caçador de bolas de golfe, sem motivo algum e não acredito nessa conversa toda do pessoal de que o Doctor precisa de um “lado humano”, afinal, feliz é o Doctor em não ser humano, assumindo uma posição negativa, o ser humano faz coisas bem piores.

Pra acabar essa review, gostaria de falar que em parte estou gostando do distanciamento que está ocorrendo entre os Ponds e o Doctor, afinal eles saem daqui a três episódios, e está sendo legal eles terem suas vidas separadas e ocasionalmente viajarem com o Doctor. Porém na outra parte, não estou pronta para me despedir deles, e estou achando uma tremenda sacanagem os dois estarem tão bem e engraçados como nunca antes, bem nos últimos episódios, me fazendo sentir mais saudades antecipadas deles do que achava que sentiria. Será que não jeito de segurar eles na serie pelos próximos 50 anos Moffat?

Eu amei a nova companion e essa reciclagem em Doctor Who é importante, mas me apeguei aos Ponds, principalmente a Amy, e vai ser difícil a despedida. A conversa dela com o Doctor foi a cena mais adorável do episódio todo, mas sou suspeita em falar sobre, sou grande fã desses dois juntos. Os olhares triste do Doctor pra Amy me deixaram preocupada, o que será que vai acontecer no fim com a Pond?

O episodio não podia ter acabado mais lindamente, com Brian olhando a Terra do espaço e depois os cartões postais, tipo de coisa que eu faria sem pensar duas vezes se tivesse um Doctor e uma Tardis na minha vida.

O episodio foi leve, engraçado e cheio de bagunça que só Doctor Who sabe fazer, ou seja, nada mais que ótimo! Que venha o próximo episodio de faroeste, com muitas armas e prometido como sombrio.




11 de set. de 2012

Doctor Who: Três novas promos e fotos 7x03 - A Town Called Mercy


No próximo sábado veremos o terceiro episodio da sétima temporada de Doctor Who, nele, o Doutor pega uma arma Stetson e termina virando o relutante xerife de uma cidade do velho oeste americano chamada Mercy, que está sitiada por um ciborgchamado Gunslinger. Mas quem é ele e o que ele quer? As respostas parecem estar no misterioso Kahler-Jex, um medico que parece inicialmente estar guardando um segredo.

Rumores dizem que o episodio será mais sombrio, diferentemente do cômico de semana passada.
Eu especialmente estou muito ansiosa para esse episodio a muito tempo, já que ele foi o primeiro disponibilizado e a ser lançado um teaser para a volta da serie.

O episodio vai ao ar sábado dia 15 de setembro pela BBC e BBC AMERICA.

Confira abaixo o três promos e novas fotos promocionais do episodio filmado na Espanha no início deste ano. 




                                                  
























6 de set. de 2012

Doctor Who: Video - Pond Life legendado e outro mini episódio disponibilizado.

A equipe UniversoWho legendou os mini episódios de Pond Life, onde mostra Amy e Rory antes da premiere da nova temporada de Doctor Who.

Porém Pond Life não foram apenas os únicos  episódios anteriores a estréia da sétima temporada. Usuários do  iTunes que assinam a 7 ª temporada de Doctor Who foram capazes de acessar um mini episodio adicional anterior a “The Asylum of the Daleks” que foi ao ar no sábado. Agora, ele foi disponibilizado no youtube.

A breve cena mostra como o Doctor sabia encontrar Darla von Karlsen na terra natal dos Daleks no início do episódio.

Abaixo vocês conferem o video da conversa do Doctor com um misterioso homem e o Pond Life (constituído de cinco episódios) legendados.



                                      

                                             

 




                                       




5 de set. de 2012

Doctor Who: Promo e Fotos 7x02 - Dinosaurs on a Spaceship

"Dinosaurs on a Spaceship" será o segundo episodio dessa temporada e contará a historia de quando uma rainha do Egito liga para o Doctor avisando que uma nave espacial irá colidir com a Terra em seis horas. Assim Doctor pega seus companheiros Amy e Rory dez meses depois que ele os viu pela última em "Asylum of the Daleks" para essa aventura, e acidentalmente pai de Rory, Brian entra na Tardis também. Ao entrarem na nave eles dão de cara com nada mais que dinossauros.

Mark Williams, como pai de Rory e David Bradley (isso mesmo, o Mr. Weasley e Argus Filch de Harry Potter) são atrações do episodio, pra quem é fã como eu, irá amar, mesmo não sendo prometido como um episodio memorável, apenas divertido.

O episodio vai ao ar dia 09 de setembro pela BBC UK e BBC AMERICA.

















4 de set. de 2012

Doctor Who: Review 7x01 - Asylum of the Daleks



“DOCTOR WHO? DOCTOR WHO? DOCTOR WHO? DOCTOR WHO?”
"How much trouble are we? Out of ten? ELEVEN"



Começarei essa review expressando a saudades que eu estava dessa serie. A emoção de ver finalmente essa premiere e os ataques de arrepio e saudade que sentia nas frases de efeito do Doctor e na abertura me fizeram perceber que mesmo que o episodio fosse péssimo, eu ainda assim iria amar! Mas como é de Doctor Who que estamos falando, e não de qualquer serie, o episodio de uma escola de 1 a 10 foi? ELEVEN!

Os Daleks, maiores inimigos do Doctor foram à trama principal do episodio. Uma grande sacada em minha opinião, depois que Moffat assumiu a produção da serie, os Daleks ficaram bem esquecidos. Até esse episodio, não me lembro de ter visto uma conversa genial entre o Doctor do Matt Smith e essas criaturas bizarras e maléficas do mesmo nível que David Tennant sempre tinha. Até eu que nunca fui fã dos Daleks, estava sentindo falta.

Nas primeiras cenas, Doctor, Amy e Rory são individualmente capturados e levados para o “Parlamento dos Daleks”. Toda a cena introdutória foi fantástica! A conversa entre Doctor e seus inimigos trouxeram de Matt Smith o seu melhor.  Depois de todos esperando algum acesso de fúria de “EXTERMINATE” dos milhares de Daleks presentes, descobrimos que eles na verdade queriam  a ajuda de Doctor ou como eles mesmo disseram “O Predador”.  Doctor então é mandado ao “asylum”, onde vivem Daleks defeituosos e sem controle, a fim de desligar a força do lugar para poder ser destruído.

Levante a mão quem riu deles analisando o que eles encontrariam no "asylum" quando Rory fala “qual cor são?”, tirando um belíssimo saro com a própria serie depois da tentativa frustrada do episodio da quinta temporada onde apareceram os Daleks power rangers/gigantes/coloridos/Teletubbies. Ponto pro Rory também falando que a única coisa que o Doctor faz é ir pra um planeta desconhecido e salva-los de algum mal, “não concorde com os daleks quando eu estou sendo jogado em um planeta desconhecido Rory”, sempre no bom humor mesmo quando o momento é de tensão, essa é Doctor Who!


 Amy e Rory (os Ponds) foram um caso a parte nesse episodio. Quem me conhece sabe que eles são um casal que não me chama atenção e some com o fato de que uma das coisas que mais amo nessa fase da serie é a química entre Matt Smith (Doctor) e Karen Gillian (Amy), o que me levou há demorar muito tempo para acostumar com a presença de Rory em todo episodio como um intruso. Partindo disso, sempre achei um tanto quanto desnecessário qualquer tipo de drama entre os Ponds. No episodio aparentemente eles iam se divorciar porque Rory queria ter filhos e Amy depois de seqüestrada da temporada anterior não podia mais engravidar. Achei um tanto dramatizado essa historia toda, a conversa foi meio obvia, não pode engravidar e acabou. Alias, na conversa dos dois a única coisa que conseguia pensar era que teria muito mais sentido se Amy não quisesse ter filhos, afinal ela foi seqüestrada durante a gravidez, a filha foi arrancada de seus braços, depois descobriu que ela já a conhecia, mas com um rosto de 50 anos de idade e casando com o Doctor, surreal!  Mas pra Amy foi tudo ok, sem sentimentalismo e no próximo episodio ela já estava pronta pra próxima viagem sem nem se lamentar do ocorrido. E não foi só a Amy , Rory era o pai e também não teve nenhuma reação. No entanto o foco da serie não é esse, e na época consegui entender, mas esse assunto voltar agora com esse pitada de melo dramaticidade entre os dois nessa premiere faria muito mais sentido a negação por outra gravidez. Porém apesar de minhas ressalvas, consegui achar bonita a reconciliação deles, e até a dancinha do mesmo de felicidade dele por estar voltando pra casa me arrancou um sorriso.

E por falar em Rory, EGGS? REALLLY RORY? Depois que a pessoa morre todo episodio, não sabe o porquê! Estava bem claro o que o Dalek gago/danificado ia falar, certo? Logo pensei que Rory iria morrer mais uma vez pelo EXTERMINATE, o que seria bem legal, já que o personagem ainda não morreu nas “mãos” dos maiores vilões da serie e agora são seus últimos episódios, merece morrer de algo bem legal antes de partir. Mas Rory não teve muito contato com essas criaturinhas, e só ficou sabendo da época dark coloridos deles, então deixarei passar essa.


Deixei por ultimo para falar o que pra mim, foi a maior surpresa do episodio:  Jenna-Louise Coleman! Doctor Who mais uma vez me surpreendendo. Quando Coleman foi confirmada como nova companion do Doctor eu simplesmente virei o nariz. Não gostei dela de cara, estava relutante que Amy (Karen Gillian) iria deixar o Doctor pra sempre, porém decidi  não tirar mais conclusões precipitadas, iria esperar até o sexto episodio/especial de natal, que foi anunciado sua primeira aparição para analisar essa nova personagem. Mas eis que ela aparece, para a minha surpresa, na premiere! Meu queixo caiu! E ela é 
simplesmente PERFEITA! Nem mesmo de Rose, Donna e Amy gostei tão rápido, beleza e simpatia pura.
Mesmo sem contracenar diretamente com o Doctor já ficou claro a química que a atriz tem com Matt Smith. 
As conversas da hacker com ele fluíram perfeitamente bem, até Rory teve seu momento com a nova personagem.

A personagem atende pelo nome de Oswin Oswald ou já apelidada "suflê girl", e em  muitas cenas dão varias dicas que na verdade ela é um Dalek. Doctor perguntando onde ela arruma leite para fazer suflê, como ela consegue mexer em tecnologia Dalek e como ela está presa a mais de um ano enquanto os outros perdidos caíram há apenas dois dias foram pontos altos que sinceramente só liguei os pontos após a descoberta. Estava gostando tanto dela, falando mais rápido que o próprio Doctor e flertando com todos que me desliguei dos detalhes.

Coleman agora volta como Clara no episodio de Natal. Não vou teorizar como ela é Clara, Oswin e um Dalek e como voltará a ver o Doctor, e o mais importante, como ela conversou com o Doctor o episodio inteiro com voz de Dalek e ele não percebeu, prefiro não quebrar a cabeça, pelo menos por enquanto e esperar a surpresa.

E por fim o episodio acaba melhor ainda do que começou. Ao que parece Oswin fez com que todos os Daleks se esquecessem da existência do Doctor, já levando a um ótimo gancho para o final da temporada, com toda essa confusão e loucura que já se criou em apenas um episodio de estréia. Afinal, quando falamos de Doctor Who, não quebrar a cabeça é um privilegio.

Ps: A abertura mudou e vi gente reclamando, eu sinceramente amei! Desde o começo da serie, o visual e a musica dão uma renovada, porém a essência sempre é a mesma, enquanto continuar desse jeito, eu continuo aprovando!